ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • sexta, 20 de abril de 2018 às 16:08



    INTEGRA CPRM em Goiânia teve a participação de todos os colaboradores da SUREG


    Interação entre os setores e colaboradores do Serviço Geológico do Brasil. Esse é um dos objetivos do projeto INTEGRA CPRM, que em sua segunda edição busca incentivar a troca de experiência e integração entre as áreas técnicas e administrativas e, assim, criar uma nova cultura de compartilhamento do conhecimento na empresa.


    As superintendências Regionais de Goiânia e Belo Horizonte promoveram o encontro que resultou em uma série de palestras, apresentações e debates que mobilizaram empregados e colaboradores. Entre elas destacam-se as apresentações da Superintendência de Planejamento e Métodos (SUPLAM) para divulgar o Escritório de Projetos e o Planejamento Estratégico da CPRM para os próximos anos.

    Em Belo Horizonte o evento aconteceu entre os dias 2 e 3 de abril e contou com presença do diretor-presidente Esteves Colnago e do diretor de Administração Juliano Oliveira. Na ocasião, foi anunciada pelo diretor-presidente a política de inovação da empresa. Juliano Oliveira explicou como será o funcionamento do Centro de Serviços Compartilhados (CSC) que será implantado em breve da empresa com o objetivo de promover uma gestão integrada e mais eficiente nas aquisições de produtos e serviços.

    O superintendente Leandro Lima falou sobre os desafios da unidade regional e a busca por novas parcerias. Citou a parceria com a UFOP para que as duas intuições possam elaborar proposta em uma chamada pública no CNPq, para pleitear bolsas de iniciação científica. Houve ainda homenagem aos colegas que estão saindo da empresa porque aderiram ao PDISP, além de palestras sobre gestão territorial, hidrologia, importância dos minerais industriais na nossa vida, nota técnica para licitação e renovação de contratos e  compras no setor público.

    Já em Goiânia o encontro foi realizou nos dia 12 e 13 de abril e teve palestras sobre mapeamento geológico e prospecção mineral, que incentivaram o debate sobre os trabalhos que estão sendo realizados pela unidade regional. Houve ainda debate sobre assédio e a violência doméstica, mediado por representantes da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, além da presença da Defesa Civil, que falou sobre as áreas de risco e seus impactos na  cidade de Goiânia.

    Visita à Mina - A programação em Goiânia teve ainda visita dos empregados à Mina de Vermiculita da Empresa Brasil Minérios, localizada em São Luiz dos Montes Belos. O objetivo da visita foi conhecer o empreendimento mineral para a troca de conhecimento.   O grupo que visitou a mina reuniu profissionais que atuam nas áreas administrativa e técnica.

    A segunda edição Integra CPRM em Goiânia foi elogiada. “A visita à mina foi uma experiência incrível. Tive a oportunidade de perto a extração, o processamento e a finalização da vermiculita e entender que é um mineral importante aos setores agrícola, construção civil, da indústria automotiva entre outras”, disse Hérica Doris, que trabalha na gerência de Administração e Finanças (GERAFI).

    “Foi uma agradável surpresa o Integra propiciar uma visita técnica em um local que é o ambiente comum de trabalho de uma grande quantidade dos nossos colegas de empresa. A observação in loco contribuiu e agregou novos conhecimentos e visibilidade sobre o funcionamento de uma mina”, destaca Tiago Evangelista, da Gerência de Relações Institucionais (GERIDE).
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    Confira as fotos do Integra em Goiânia e em Belo Horizonte:

    Empregados da CPRM visitam a Mina de Vermiculita

    Presença da Defesa Civil em Goiânia


    Diretor-presidente Esteves Colnago no Integra em Belo Horizonte
    Empregados são homenageados no Integra em Belo Horizonte

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  • sexta, 20 de abril de 2018 às 14:37






    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) convida à todos os pesquisadores da área de Geologia a participarem do 49º Congresso de Geologia, no Rio de Janeiro, em agosto. O prazo para envio dos trabalhos foi prorrogado para o próximo domingo, 22 de abril.


    Os coordenadores da Seção Temática Geologia Ambiental e Médica, Cassio Roberto da Silva e Bernardino Ribeiro convidam pesquisadores, professores e estudantes a submeterem seus trabalhos na área. Dentre os temas,  destacam-se a avaliação de ocorrências de metais/minerais e sua relação com a saúde ambiental. Além disso, tratam também de mitigações/soluções e/ou experiências realizadas em áreas degradadas, contaminadas ou poluídas.


    No Simpósio também serão apresentados excursões aos pontos de interesse geológico na cidade do Rio de Janeiro, mini-cursos, palestras magnas com renomados profissionais das geociências e mesas redondas.


    As orientações para submissão dos trabalhos estão disponíveis no site: www.49cbg.com.br. Em anexo, segue o programa do minicurso de Geologia Médica.


    Link para o programa do minicurso de Geologia Médica:





  • sexta, 20 de abril de 2018 às 13:20




    Fernando Carvalho é geólogo de carreira e já ocupou diversos cargos de liderança na empresa

    O Conselho de Administração do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) designou o pesquisador em geociências  Fernando Carvalho para exercer interinamente a função de diretor de Relações Institucionais e Desenvolvimento (DRI).  A reunião do colegiado aconteceu na quinta-feira (19/3), no escritório do Rio de Janeiro.

    Baiano de Jacobina, Carvalho é formado em geologia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e economia pelo Centro de Estudos Superiores do Estado do Pará. Iniciou sua trajetória profissional no Departamento Nacional de Produção Mineral, onde ajudou a criar o Distrito da autarquia no Amapá. Ingressou na CPRM em 1970, trabalhando principalmente na Amazônia, onde atuou como geólogo do projeto RADAM e ocupou diversos cargos de liderança nas Superintendências Regionais de Manaus e Belém.

    Carvalho foi diretor Relações Institucionais e Desenvolvimento entre 2003 e 2012, nesse período teve atuação decisiva na criação da rede de litotecas, de laboratórios e bibliotecas e modernização tecnologia. Foi superintendente regional de Manaus e atuou em importantes projetos de mapeamento geológico e pesquisa mineral.  Antes de ser nomeado pelo colegiado, atuava como assessor da Presidência da CPRM.

    O longo de 48 anos de serviços prestados a instituição,  Carvalho é elogiado  pelos colegas de trabalho pela sua experiência, capacidade de diálogo e conhecimento sobre as principais áreas de atuação da CPRM.


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  • quinta, 19 de abril de 2018 às 14:47





    Novos estudos que identificam potencialidades minerais, em uma área de mais de 212,5 mil km2 do estado do Rio Grande do Sul, foram finalizados pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e serão apresentados para a comunidade técnico-científica, representantes de órgãos governamentais e investidores do setor mineral. O lançamento das Notas Explicativas das folhas Lagoa da Meia Lua, Aceguá, Curral de Pedras, Hulha Negra e Passo São Diogo e do Informe de Recursos Minerais Metalogenia das Províncias Minerais do Brasil: Porção Sul da Bacia do Paraná, ocorrerá no dia 08/05, às 14h, no Auditório do Sindicato dos Engenheiros do RS, na avenida Erico Verissimo, 960, Menino Deus, Porto Alegre.

    Convite evento dia 08/05



    O mapeamento elaborado em escala 1:100.000 indica potencial para insumos energéticos, com destaque para o carvão, mas também potencial mineral para calcário, importante insumo para agricultura e construção. Foram encontradas ainda diversas ocorrências de ouro, metais básicos como cobre, e também áreas anômalas para cassiterita, columbita, cromita e scheelita. O levantamento ocorreu numa área 12,5 mil km2 nos municípios de Aceguá, Bagé, Candiota, Dom Pedrito, Herval, Hulha Negra, Jaguarão, Lavras do Sul, Pedras Altas, Pinheiro Machado, Santa Margarida do Sul, São Gabriel e Vila Nova do Sul. 

    No evento, aberto ao público, a CPRM vai apresentar ainda o estudo realizado na Porção Sul da Bacia do Paraná, abrangendo uma área de cerca de 203.500 km2 no norte do Estado do Rio Grande do Sul, que identifica a possibilidade da ocorrência de depósitos minerais de Níquel e Cobre. A investigação aprofunda o conhecimento sobre uma das maiores províncias ígneas do planeta: a Grande Província Ígnea Serra Geral (Large Igneous Province - LIP Serra Geral), que constitui uma parte do RS e é formada por um vasto pacote de derrames vulcânicos basálticos e intrusões máfico-ultramáficas, reconhecidas por apresentarem características semelhantes aos encontrados em outras regiões, como Noril’sk (Rússia), principal depósito mundial de níquel.

    O Informe de Recursos Minerais consistiu no tratamento e análise de amostras de geoquímica prospectiva, informações de campo e de testemunhos de sondagem, com identificação e descrição em detalhe de diversas áreas anômalas para sulfetos, óxidos e elementos nativos.



    Lançamento: dia 08/05/2018 (Terça-feira)
    Programação:
    14:00 Solenidade de Abertura
    14h30Apresentação da Folha Lagoa da Meia Lua, pelo geólogo Dr Jorge Henrique Laux
    14h50 Apresentação das folhas Aceguá, Curral de Pedras, Hulha Negra e Passo São Diogo, pelo geólogo MsC Carlos Moacyr F. Iglesias
    15h30 Apresentação do informe de recursos Minerais Metalogenia das Províncias Minerais do Brasil: Porção Sul da Bacia do Paraná, pelo geólogo Dr Wilson Wildner
    16h10debates
    16h30coffee break
    A CPRM é uma Empresa Pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia com as atribuições de Serviço Geológico do Brasil. Tem como missão gerar e difundir conhecimento geológico e hidrológico básico para o desenvolvimento sustentável do Brasil - Ministério de Minas e Energia, Governo do Brasil.

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  • quinta, 19 de abril de 2018 às 14:46






    A Superintendência Regional de Belém, através da Gerência de Relações Institucionais e Desenvolvimento, promoveu no período de 09 a 13 de abril, o  Curso Básico de GNSS - Sistema de Posicionamento Global, que mostrou noções básicas de aplicação do GPS com ênfase na coleta de coordenadas geográficas.


    Os aparelhos facilitam a navegação com mapa, além da coleta de dados para os estudos que a CPRM pratica. Foram usados drones e vants na capacitação. O curso foi ministrado pelo Técnico em Geociências Hugo de Souza Ferreira e teve a participação de Geólogos, Engenheiros e Técnicos em Mineração.


    Participantes fazem a coleta de coordenadas dos equipamentos



    Participantes do curso de capacitação





  • quinta, 19 de abril de 2018 às 11:36



    Da esquerda para a direita, Nathalia Roitberg, Diógenes Campos, Alexander Kellner e Maria Luiza Poucinho

    O Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tem novo diretor. O paleontólogo Alexander Kellner tomou posse na última sexta-feira (13), em cerimônia no gabinete da vice-reitora da universidade. Participaram do evento Nathalia Roitberg, gestora do Museu de Ciências da Terra (MCTer), Diógenes Campos, curador do MCTer, além de Maria Luiza Poucinho, técnica em Geociências da Divisão de Cartografia (DICART/CPRM).


    Alex Kellner foi orientado por Diógenes Campos e, mais tarde, trabalharam juntos em diversas parcerias, inclusive, na descoberta do maior dinossauro já encontrado no Brasil, o Austroposeidon Magnificus, com 25 metros de comprimento. O anúncio deste achado aconteceu no ano de 2016, no Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Atualmente o fóssil permanece em exposição no MCTer.

    Alexander Kellner está há 20 anos no Museu Nacional e já foi chefe de Departamento de Geologia e Paleontologia e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zoologia.



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  • quinta, 19 de abril de 2018 às 11:26




    Modelo de prospectividade
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) publicou seu mais recente informe técnico intitulado Ocorrências de Elementos Terras Raras em rochas alcalinas da Suíte Ouro Fino, Costa Marques, Rondônia, Brasil – descrição e modelo de prospecção geofísica e geoquímica. A publicação foi escrita pelos pesquisadores em Geociências da CPRM Tiago Buch (Porto Velho), Lucy Takehara Chemale (Porto Alegre), Guilherme Ferreira da Silva (Porto Velho) e Wilson Oliveira Neto (Divisão de Geoquímica).


    Realizado no município de Costa Marques em Rondônia, o estudo retoma as pesquisas na área do Projeto Costa Marques – única iniciativa da CPRM voltada para Elementos de Terras Raras (ETR) na década 1990. Na época, foi realizado estudo prospectivo, sendo caracterizado o local como um depósito de terras raras. No entanto, a exploração não foi viabilizada devido a questões de logística e mercado, apesar da importância que esses elementos possuem por suas propriedades físicas e químicas e sua utilização na indústria de alta tecnologia.

    Recentemente, com o desenvolvimento do projeto Avaliação do Potencial de Terras Raras no Brasil, iniciado em 2012, áreas potenciais para depósitos de terras raras voltaram a ser pesquisadas. Dentre as quais, Costa Marques, pelo geólogo Tiago Buch, que propôs a integração de dados às informações geofísicas de detalhe. O trabalho contou com a reanálise das alíquotas de amostras disponíveis na litoteca de Caeté, que foram coletadas no Projeto Costa Marques, e o levantamento aerogeofísico Sudoeste de Rondônia, realizado em 2010.

    O levantamento aerogamaespectrométrico (K, Th, U) foi correlacionado com o tratamento geoquímico de ETR. Essa premissa foi utilizada devido a correlação positiva entre os elementos Th e U com os ETR. Os resultados obtidos permitiram a identificação/localização de áreas com potencial para maiores teores em terra raras no corpo granítico estudado (Suíte Intrusiva Ouro Fino), além do desenvolvimento de metodologia que poderá ser aplicada em outras áreas de interesse para o grupo de quinze elementos que possuem comportamento geoquímico similar, conhecidos como lantanídeos ou terras raras.

    A metodologia e resultados deste trabalho serão apresentados pelos autores na 1ª Conferência Internacional Resources for Future Generations a ser realizada entre os dias 16 a 22 de junho em Vancouver, Canadá.

    O mesmo maciço está sendo estudado pelo geólogo Tiago Buch em seu trabalho de mestrado na UnB e que será concluído em breve. O geólogo menciona que conforme o Informe Técnico, a mineralização da Suíte Ouro Fino apresenta não só potencial para ETR, mas também para Zr, o que é inédito no Brasil.




  • quinta, 19 de abril de 2018 às 10:52





     Apresentação da Eng. Hidróloga Catharina Campos para os alunos da Escola
    Municipal Parque Amazônia


    Em comemoração ao Dia Mundial da Água, a Superintendência Regional de Belém integrou as atividades desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Educação de Belém (SEMEC). No dia 21 de março, o Geólogo Xafi da Silva Jorge João apresentou a palestra “Ilustrando a relação da atividade mineral com o meio ambiente através de diversas angulações”, além de apresentar os principais impactos ambientais decorrentes da atividade e as causas que provocarão, em um futuro próximo, aumento na demanda por minerais e energia.



    O palestrante falou sobre a possibilidade de harmonização entre a mineração e o meio ambiente, tendo em vista a reconhecida atuação dos recursos minerais como um sistema de suporte à vida, como por exemplo a água. O evento também contou com a presença da Engenheira Hidróloga Catharina Campos, que proferiu a palestra “Estudando a água: atuações no mercado de trabalho”, para alunos do Ensino Fundamental da Escola Municipal Parque Amazônia, localizada em um bairro periférico da Região Metropolitana de Belém.

    O objetivo da palestra foi levar a conscientização das ciências naturais, em especial a hidrologia, como amplo e frutífero campo de trabalho para os profissionais do futuro, visando maior compreensão sobre a importância da profissão para o alcance de uma sociedade mais sustentável.

    De acordo com a Coordenadora de Capacitação Técnico Científica da SEMEC, Profa. Angela Maria Pantoja, a participação da CPRM foi extremamente frutífera, pois compartilhou os conhecimentos sobre os recursos hídricos e o meio ambiente.

    Parceria CPRM e SEMEC- O objetivo da Superintendência Regional de Belém, a partir da iniciativa com a SEMEC é celebrar um Termo de Cooperação Técnica com a instituição a fim de promover um calendário anual de participação em eventos e capacitações organizados pela SEMEC, onde os pesquisadores da CPRM irão difundir tanto o conhecimento geológico e hidrológico como as diversas atividades de nossa instituição com o corpo discente e docente da capital paraense.


    Geólogo Xafi da Silva Jorge João em atividade de capacitação dos professores de ciências da rede municipal de ensino de Belém.

    Geólogo Xafi da Silva Jorge João em atividade de capacitação dos professores de ciências da rede municipal de ensino de Belém.


    Apresentação da Eng. Hidróloga  Catharina Campos para os alunos da Escola Municipal Parque Amazônia.









  • quarta, 18 de abril de 2018 às 16:57




    Com a participação do pesquisador Roberto Kirchheim, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) esteve representado no 6º Congresso Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente que ocorreu na última terça-feira, dia 10/04, em Bento Gonçalves (RS). O hidrogeólogo da CPRM foi um dos palestrantes do painel de Recursos Hídricos e apresentou o tema “Gestão das Águas Subterrâneas”, na qual foram compartilhados aspectos conceituais, técnicos e lições aprendidas a partir da experiência do Serviço Geológico do Brasil na execução de projetos hidrogeológicos.


    Roberto Kirchheim palestra no 6º Congresso Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente


    O Congresso teve como tema: inovação com sustentabilidade em tempos de mudança. Simultaneamente, a Fundação ProAmb, organizadora geral do evento, promoveu a Fiema Brasil – Feira de Negócios, Tecnologias e Conhecimento, um espaço voltado à geração de conhecimentos e negócios apresentando o que há de mais atual em termos de equipamentos, produtos e serviços no segmento ambiental, com foco na sustentabilidade. “A feira, que está em sua 8ª edição, é uma oportunidade para o setor público, privado e terceiro setor debaterem sobre os desafios do planejamento e gestão ambiental frente à escassez de recursos naturais e a consequente necessidade de adoção de tecnologias mais eficazes nos processos produtivos”, destacou Roberto Kirchheim.


    Kirchheim participou do painel Recursos Hídricos e abordou o tema águas subterrâneas




  • quarta, 18 de abril de 2018 às 13:40



    Distribuição das estações automáticas de monitoramento na bacia (PCDs)

    O Sistema de Alerta Hidrológico do rio Caí, operado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), recebeu investimento de R$350 mil para aquisição e instalação de novos equipamentos. O processo de modernização englobou a substituição gradual das sete plataformas de Coletas de Dados Automáticos (PCDs), que operavam com transmissão via GSM/GPRS (telefonia celular) desde 2010, por novas plataformas que realizam transmissão via satélite (GOES) e possuem sensores mais resistentes. O uso da nova tecnologia terá como resultado mais precisão e garantia da informação.


    Conforme a engenheira hidróloga da CPRM, Andrea Germano, as atividades de um Sistema de Alerta Hidrológico (SAH) estão em constante processo de modernização e inovação para obter maior precisão e confiabilidade no monitoramento e nas previsões feitas para a sociedade. “Os novos equipamentos minimizarão a falha de envio das informações, contudo, em caso de falha, os engenheiros e técnicos de plantão na CPRM levantam as informações via observadores ou por meio do deslocamento das equipes ao campo para realizar as leituras nos equipamentos”, relata.

    Ela explica que o SAH Caí, assim como os outros operados pela CPRM, é formado por um conjunto de estações de monitoramento hidrológico que dão subsídios para a realização de previsões de nível de rios para áreas socialmente vulneráveis a inundações. “Os dados monitorados de chuva e níveis de rios são transmitidos até a CPRM e analisados por meio de um modelo matemático que possibilita fazer previsões. Se necessário, são emitidos boletins extraordinários de alerta para enchente, repassados por e-mail ao CEMADEN, CENAD, ANA, Defesa Civil estadual, defesas civis locais, para que eventuais prejuízos para vida e patrimônio da comunidade afetada seja mitigado”, explica. Além disso, os dados transmitidos remotamente são armazenados e disponibilizados ao público, em tempo real, no portal da CPRM.

    Aumento do tempo de previsão – Após a instalação e operação dos novos equipamentos, foi dado início à segunda fase da modernização do Sistema de Alerta do Rio Caí, que tem por objetivo ampliar o tempo de previsão antecipada do alerta para enchentes na bacia.

    O engenheiro hidrólogo da CPRM, Emanuel Duarte Silva, enfatiza a importância do melhoramento do modelo atual de previsões de níveis, composto de redes neurais artificiais, treinadas para as situações representadas pelas séries dos dados contínuos obtidos no período de operação do SAH de 2010 a 2018. “O produto final ampliará o atual horizonte de previsão de 10h, bem como tem a potencialidade de gerar previsões com menos incertezas e se adaptar a falhas de transmissão de dados”, relatou Emanuel, que desenvolve o estudo também como tema da sua dissertação de mestrado, sob supervisão do Professor Dr. Olavo Pedrollo do IPH/UFRGS.

    O Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE) da bacia do Rio Caí está disponível AQUI

    Os dados hidrológicos utilizados nas previsões realizadas pelo SACE do rio Caí são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional de responsabilidade da Agência Nacional de Águas (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

    Instalação do Datalogger em São Francisco de Paula – RS



    Equipamentos de coleta, armazenamento e transmissão de dados instalados em São Francisco de Paula – RS

    Instalação da antena de transmissão via satélite em São Sebastião do Caí – RS

    Equipe trabalhando na instalação dos equipamentos em São Sebastião do Caí – RS

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  • quarta, 18 de abril de 2018 às 11:31










  • segunda, 16 de abril de 2018 às 12:09




    Participantes do curso

    A Superintendência Regional de Belém, por meio da Gerência de Relações Institucionais e Desenvolvimento, promoveu no período de 09 a 13/04/2018, Curso Básico de GNSS - Sistema de Posicionamento Global, ministrado pelo técnico em geociências Hugo de Souza Ferreira.

    O curso contou com  a participação de geólogos, engenheiros e técnicos em mineração, que aprenderam  noções básicas de aplicação do GPS com ênfase na coleta de coordenadas geográficas, navegação com mapa e as principais aplicações da tecnologia. Durante o curso  houve demonstrações práticas de coleta de dados com Drones e Vants.

     
    Coleta de coordenadas

    Durante o curso houve demonstrações práticas de coleta de dados com Drones e Vants




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  • segunda, 16 de abril de 2018 às 11:33





     
    Empregados receberam informações no 1º dia (05/04) de curso da plataforma ArcGis Pro
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) deu início, nos dias 5 e 6 de abril, ao treinamento da plataforma ArcGis Pro. Trata-se de um dos principais softwares utilizados ao redor do mundo para projetos de geoprocessamento. A nova ferramenta é a sucessora natural do ArcMap e promete maior versatilidade na integração de dados 3D e estatísticos. 

    Desenvolvido pela empresa americana Esri, líder global em sistemas de informações geográficas, o ArcGis Pro se diferencia de outros serviços por sua capacidade superior de acesso à memória e poder de processamento dos computadores modernos. A grande novidade da plataforma é a possibilidade de desenvolver mapas de forma colaborativa, através da conexão com uma base única de dados compartilhada.



    Com o objetivo de difundir o aprendizado técnico, a CPRM elegeu um grupo de funcionários com perfil multiplicador, ou seja, pessoas que devem se familiarizar com o ArcGis Pro e repassar o conhecimento adiante. Para tanto, a Academia de Sistema de Informação Geográfica (GIS) da Esri, em parceria com a Divisão de Geoprocessamento (DIGEOP) do Serviço Geológico do Brasil, está ministrando cursos em todo o território nacional.

    A primeira fase de capacitação teve por objetivo introduzir os pilares da ferramenta e seu correto gerenciamento por parte da equipe da DIGEOP e da Divisão de Informática (DIINFO). No dia 9, foi organizado um cronograma para uma série de cursos sobre o ArcGis Pro no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, que receberam as primeiras turmas com 14 multiplicadores cada. Outros estados terão treinamentos agendados em breve.

    Em um segundo momento, o treinamento vai abranger turmas de Phyton, Drone, manipulação e processamento de imagens, integração lógica com outros softwares, assim como ferramentas de controle de produtividade, métrica e gestão. Para o chefe da DIGEOP, Hiran Silva Dias, o intuito é elevar o grau de excelência na divulgação de dados e automatizar os processos permitindo uma melhor gerência. “Temos a responsabilidade de manter a nossa missão utilizando as melhores práticas do mercado”, destacou. 

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  • sexta, 13 de abril de 2018 às 17:30





    Na manhã desta sexta- feira (13), às 9h28 (horário de Brasília) um tremor de terra na margem continental de Santa Catarina, próximo a Florianópolis foi detectado pela Rede Sismográfica Brasileira. A magnitude, considerada baixa, foi de 3,6 e ainda assim, os moradores de algumas cidades catarinenses relataram sentir o abalo sísmico. 

    15 estações da Rede Sismográfica Brasileira registraram o abalo sísmico. “O tremor de maior magnitude em Santa Catarina ocorreu em 1939, de magnitude 5,5, e ainda assim é considerado baixo para os padrões mundiais” afirmou Marcos Ferreira, coordenador do Laboratório de Sismologia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Segundo ele, é raro ocorrer tremores de alta magnitude no país e não há motivos para se preocupar com o de hoje.

    Em Florianópolis, a Polícia Civil recebeu diversos chamados e em Blumenau um prédio chegou a ser esvaziado após o tremor. De acordo com a Defesa Civil, não houve feridos e nenhum dano foi registrado. As principais cidades nas quais a polícia foi acionada foram: Florianópolis, Blumenau, Santo Amaro da Imperatriz, Tijucas, São João Batista e outras cidades do litoral catarinense e do Vale do Itajaí. 

    O epicentro do tremor foi a cerca de 65km da costa de Santa Catarina. De acordo com o centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), praticamente toda a costa brasileira está suscetível à ocorrência de tremores. Nessa região, chamada de talude, ou margem continental, as águas são mais rasas, e isso faz com que as camadas rochosas tendam a se “espalhar”. Esse fato, juntamente com a compressão que o continente sofre das placas de Nazca e África, podem explicar os registros de abalos ao longo da costa. 




  • sexta, 13 de abril de 2018 às 14:41




    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou entre os dias 10 e 12 de abril em Madri, na Espanha, do METS 2018, conferência e feira de profissionais do setor de prospecção e mineração da União Europeia e da América Latina. A participação da CPRM, representando o governo brasileiro, teve como objetivo apresentar as potencialidades minerais do Brasil para investidores do setor privado, além da possibilidade de firmar novas parcerias com representantes de órgãos governamentais, de fomento financeiro, pesquisa e indústria.


    Diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, José Leonardo Andriotti


    Representando a CPRM, o diretor de Geologia e Mineração, José Leonardo Andriotti, participou da primeira sessão plenária do evento com o tema Investimentos e Negócios na América Latina, juntamente com representantes da Argentina, México, Áustria, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai. Andriotti proferiu palestra sobre as potencialidades minerais do Brasil e sobre o papel da CPRM no avanço do conhecimento geológico do País para uma plateia de cerca de 200 pessoas presentes.

    A sessão plenária de abertura abordou o tema exploração mineral responsável, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e o desenvolvimento e a manutenção da cadeia de valor       forte e sustentável para beneficiar todas as economias envolvidas. O Brasil foi representado pela integrante do Ministério de Minas e Energia, Maria José Gazzi Salum.

    Na programação, o Brasil foi representado ainda no workshop Políticas Mineiras Nacionais e Crescimento Econômico, com a palestra A Revitalização da Indústria Mineira Brasileira, por Frederico Oliveira, chefe de gabinete do secretário de Minas e Energia e Ricardo Parahyba, Agência Nacional de Mineração (ANM-DNPM), que falou sobre a nova Agência Nacional de Mineração no Brasil - ANM (Lei 13575/2017). No workshop sobre inovação, palestrou Fernando Lins, do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), sobre o tema A investigação e os Serviços Tecnológicos no CETEM. Também estiveram presentes Samir Nahas e Lilia Santagostino do Ministério de Minas e Energia.


    Andriotti ao lado de representantes da Argentina, México, Áustria, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai.



    Andriotti apresenta o papel da CPRM e as potencialidades minerais no Brasil no METS 2018






  • quinta, 12 de abril de 2018 às 15:49



    Esteves Colnago cumprimenta o Ministro Moreira Franco (Foto: Saulo Cruz/MME)


    O Serviço Geológico do Brasil esteve presente na transmissão de cargo do Ministro de Estado de Minas e Energia, Moreira Franco, realizada nesta quarta-feira (11/04), no auditório do Ministério de Minas e Energia. Participaram da cerimônia o diretor-presidente Esteves Colnago, o Diretor Antônio Bacelar e os assessores Fernando Carvalho e Paulo Romano.
     

    Moreira anunciou os integrantes das Secretarias que compõe o MME. Em menção aos secretários, Moreira comentou que tem orgulho de dizer que “os secretários de Fernando Coelho agora são meus. Eu tenho certeza que vamos enfrentar esse desafio juntos. O programa que vem sendo cumprido será perseguido até o limite da vitória” declarou.

    O novo ministro defendeu a desestatização da Eletrobras e afirmou que será publicado um Decreto que irá incluir empresa no Programa Nacional de Desestatização (PND). “Acreditamos que o Congresso Nacional haverá de entender a necessidade de nós capitalizarmos a Eletrobras, pois a Eletrobras não capitalizada é um atraso, uma manifestação de problemas que se aprofundarão no futuro, de negligência com o brasileiro”, disse.

    Ao finalizar, Moreira agradeceu a oportunidade dada em comandar o Ministério. “Quero concluir as minhas palavras, agradecendo a confiança de todos os que me ajudaram nas últimas funções que cumpri a chegar aqui, agradeço também a confiança do presidente Michel Temer e a oportunidade de poder servir ao Brasil. Servir no sentido de lutar para que possamos ter uma sociedade em que as pessoas tenham igualdade de oportunidade, que possam saber o que fizerem hoje. Existem regras que garantirão o crescimento deste esforço para dar às suas gerações seguintes”, encerrou.


    Esteves Colnago, Fernando Carvalho, Paulo Romano e Antônio Bacelar (Foto: Saulo Cruz/MME)

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  • quinta, 12 de abril de 2018 às 10:50





    A primeira edição  do Journal of the Geological Survey of Brazil  ( JGSB)   será lançada este mês  na plataforma on-line da revista (jgsb.cprm.gov.br). A equipe editorial e de produção está finalizando os trabalhos para o lançamento na segunda quinzena de abril.
    O editor chefe, Evandro Klein, convida pesquisadores de todas as instituições e que trabalham com qualquer tema ligado às Ciências da Terra para submissão de trabalhos para os próximos volumes.  Klein lembra que o fluxo de submissão é contínuo. “Uma vez aceito, o artigo é publicado na primeira edição disponível e é imediatamente veiculado na página do JGSB”.
    Se você tem um artigo relevante sobre geociências, a revista  está recebendo contribuições que devem ser enviados para o seguinte endereço: editor_jgsb@cprm.gov.br
    Clique aqui para visualizar as orientações para o seu artigo.


  • quarta, 11 de abril de 2018 às 18:26



    A Superintendência Regional de Goiânia convida todos os empregados, terceirizados e estagiários para participarem do 2° INTEGRACPRM. 


    Haverá apresentações elaboradas pelas gerências, seguidas de debates sobre os resultados alcançados e novas perspectivas além de temas de interesse geral.

    O link para acessar a transmissão é https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/integra-cprm



    Confira a programação do INTEGRACPRM em Goiânia: 





  • quarta, 11 de abril de 2018 às 18:14




    O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Esteves Colnago, nomeou através do Ato n°100/PR/2018 do dia 05 de abril, dez empregados para compor os Comitês Regionais de Gênero, Raça e Diversidade da CPRM. O objetivo dos comitês regionais é reunir a empresa com o propósito de trabalhar em âmbito regional, as demandas do Comitê Nacional.



    Para Emília Hamann de Figueiredo, coordenadora do Comitê Nacional Pró-Equidade de Gênero e Raça da CPRM, a criação dos comitês regionais atenderá as demandas de cada região. “É importante que as questões de gênero e raça sejam trabalhadas em todo Brasil, para que através dessas pessoas recém nomeadas, o trabalho seja realizado de forma mais direta,  uma vez que é impossível conhecer as especificidades de cada região não estando presente fisicamente”, considera ela.

    Com a nova formação, o Comitê regional conta com representantes masculinos. Bruno Schoenwetter destaca a importância da isonomia quanto ao gênero, raça e respeito a diversidade e a necessidade da expansão do comitê na CPRM. “Percebi a oportunidade de participar do Comitê para discutir questões importantes como:  ações que viabilizem maior paridade nas funções de confiança, discutir a mão de obra negra e feminina contratada pela  empresa, discutir a extensão da licença paternidade, estudar meios de aumentar e incentivar a contratação de mulheres em postos de trabalho tradicionalmente considerados masculinos, entre outros temas importantes para que a CPRM se torne mais humana e com melhores condições de trabalho”, comentou o novo membro da equipe.


    Confira os membros regionais:

    NOME
    ESTADO
    CARGO
    Bruno Luiz Schoenwetter
    Rio de Janeiro
    Analista em Geociências
    Nathalia Winkelmann Roitberg
    Rio de Janeiro
    Técnica em Geociências
    Letícia de Barros Alves Peixoto
    Brasília
    Coordenadora Executiva
    Lila Costa Queiroz
    Belo Horizonte
    Pesquisadora em Geociências

    Rivane Fernandes Barbosa
    Belo Horizonte
    Técnica em Geociências

    Vicente Aparecido de Queiroz
    Goiânia
    Analista em Geociências
    Itani Sampaio de Oliveira
    Manaus
    Técnico em Geociências
    Luana Lisboa
    Manaus
    Pesquisadora em Geociências
    Maria Inácia de Assis Laranjeira
    Manaus
    Analista em Geociências
    Janis Linda Loureiro Morais
    Porto Alegre
    Coordenadora executiva




  • quarta, 11 de abril de 2018 às 16:34





    Em eleição realizada no dia 8 de março, os empregados do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), do Escritório do Rio Janeiro, elegeram os novos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) para a gestão de 2018 e 2019.  Com a participação de 200 votantes, foi eleito Bequeman Barros como vice-presidente da comissão.
    A Cipa tem como objetivo prevenir acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, buscando conciliar a ocupação profissional, a preservação da vida e a promoção da saúde de todos os trabalhadores. Entre suas atribuições constam: relatar as condições de risco no ambiente de trabalho e solicitar medidas para reduzir até eliminar os riscos existentes e/ou neutralizar os mesmos, além de, promover a Semana Interna de Prevenção de acidentes (Sipat).

    A comissão será formada também por Berenice Rosa Santos, Carlos Afonso Avila, Athadeu Ornellas, Eliete Fentanes das Neves e Paulo Marques Abreu.

    Assessoria de Comunicação
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  • terça, 10 de abril de 2018 às 11:46



    Apresentação no Salão Nobre do Escritório da CPRM no Rio de Janeiro

    Em homenagem ao Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, o Museu de Ciências da Terra (MCTer) promoveu uma palestra sobre Geologia Médica no Escritório do Rio de Janeiro. O evento, que ocorreu na última quinta feira (05), contou com a apresentação de Cassio Roberto da Silva, pesquisador em geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

    Dirigido por Fátima Nascimento e Adriana Gomes, geólogas e pesquisadoras da Curadoria de Rochas e Minerais, o evento teve como um dos objetivos expandir a ação do museu para além das exposições. Nathalia Roitberg, gestora do MCTer, destacou a necessidade de aproximar o trabalho do museu à sociedade, “O museu é o lugar onde podemos despertar as pessoas, não só para o conhecimento, mas também para o bem estar da humanidade”.

    Cassio da Silva explicou os conceitos fundamentais sobre geologia médica, disciplina que estuda a influência de fatores geológicos e ambientais na saúde humana e dos animais. Ele também destacou o caráter multidisciplinar da área, que tem diversas aplicações e trabalha em conjunto com outras profissões.

    Ao longo da palestra, foram expostos exemplos de doenças que tem nos fatores ambientais a principal causa de seu desenvolvimento. A deficiência de selênio, por exemplo, pode gerar doenças nos músculos cardíacos, além de distúrbio de formação óssea. Por outro lado, pesquisas vêm demostrando os benefícios do germânio para o ser humano.

    Cassio da Silva também mostrou os resultados das principais pesquisas geoquímicas desenvolvidas pela CPRM, que visam fornecer aos gestores da saúde pública informações sobre a relação entre as anomalias naturais ou antropogênicas do meio físico (ar, solo e água) e a incidência de endemias entre a população. “A aplicação do conhecimento geológico serve para ajudar na formulação de políticas públicas preventivas e, assim, manter a saúde das pessoas. É, sem dúvida, uma ação nobre da geociências”, salientou o geólogo.

    Os resultados parciais do Programa Nacional de Pesquisa em Geoquímica Ambiental e Geologia Médica (PGAGEM) e do Levantamento Geoquímico de Baixa Densidade no Brasil foram exibidos pelo geólogo. Efetuados pelo Departamento de Gestão Territorial (DEGET/DHT), as ações visam, respectivamente, fornecer dados, através da amostragem e análises de água, solo e sedimento para identificação de elementos essências ou nocivos à ingestão pela população. E, promover o conhecimento da distribuição dos elementos analisados e seus backgrounds (valores de referência) em todo o território brasileiro.

    Cassio da Silva, pesquisador em geociências da CPRM, palestrando sobre geologia médica

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  • terça, 10 de abril de 2018 às 10:48





    O pesquisador Eber Andrade em palestra no CREA/MG. Alice Castilho foi a moderadora da mesa de debates.
    Belo Horizonte- Para exercer a missão de disseminar o conhecimento geocientífico, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) está participando do II Simpósio Latino-Americano de Monitoramento das Águas Subterrâneas, em Minas Gerais, promovido pela Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), nos dias 8 a 11 de abril. Os pesquisadores da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial (CPRM) participam dos debates sobre a discussão das práticas de monitoramento hidrogeológico.


    Na abertura do Simpósio, o Chefe do Departamento de Hidrologia, Frederico Cláudio Peixinho, destacou a importância deste evento relembrando que há 12 anos foi realizado o I Simpósio do gênero, o qual representou um marco inicial para mudança de paradigma da abordagem integrada e sistêmica das águas superficiais e subterrâneas. Destacou ainda, que este Simpósio dará oportunidade para troca de experiências no plano técnico-científico, além de reforçar a conscientização sobre a importância da preservação da água.

    No segundo dia o pesquisador Eber José de Andrade Pinto ministrou a palestra “Estiagem Crítica na Região Sudeste do Brasil”. Eber falou sobre o trabalho que a CPRM vem fazendo desde 2014 na região sudeste, que levou a empresa a adotar uma nova metodologia de operação da rede hidrometeorológica nacional, aumentando a frequência de medições de vazões mínimas nas bacias afetadas pela estiagem severa e disponibilizando-as em tempo hábil, para a geração de relatórios e prognósticos de estiagens na região submetida a este tipo de fenômeno”.

    Os estados de Minas Gerais e São Paulo foram os primeiros a se beneficiar com esta dessa nova abordagem de disponibilização de informações relacionadas com eventos hidrológicos críticos. As SUREG´s BH e SP geraram relatórios e documentos que estão disponíveis gratuitamente no site da CPRM.

    A partir de então a CPRM se tornou pioneira no fornecimento de informações sobre o regime hidrológico de estiagens em formato de relatórios e prognósticos. “Esse foi um elemento muito importante para que as autoridades pudessem se embasar para a tomada de ações de curto e médio prazo para mitigar os efeitos decorrentes de estiagens e seca”, declarou Frederico Cláudio Peixinho.

    A partir da análise do comportamento climático, do regime hidrológico e das precipitações ocorridas nessas bacias ao longo de um dado período, as autoridades fazem prognósticos para os próximos meses e projetam cenários para os próximos anos. “É possível efetuar um acompanhamento dinâmico das estiagens, colocando à disposição dos planejadores e gestores informações valiosas para tomada de decisão. Atualmente pode-se dizer que houve uma melhoria no quadro de estiagens. As precipitações sobre as bacias entre out/2017 e mar/2018 alcançaram 80% da média histórica”, considera o pesquisador.

    Eber alerta que o cenário pode sofrer modificações constantes, por esse motivo o trabalho da CPRM em realizar as medições é imprescindível para que os dados se mantenham atualizados para embasar as autoridades e os usuários dos recursos hídricos na tomada de decisão.

    O II Simpósio Latino-Americano de Águas Subterrâneas acontece no auditório do CREA, em Minas Gerais e conta com 30 conferencistas convidados do Brasil e América Latina, além de expositores e palestrantes durante os quatro dias de evento. 

    Estande da CPRM no II Simpósio Latino-Americano de Águas Subterrâneas

      Confira a programação de terça-feira (10/04)

    10 DE ABRIL DE 2018 – TERÇA-FEIRA
    MONITORAMENTO HIDROGEOLÓGICO
    09:10 às 09:50 h
    Palestra 7 – Monitoramento Hidrogeológico em Aquíferos Fraturados
    Décio Antônio Chaves Beato, Pesquisador em Geociências do Serviço Geológico do Brasil – CPRM
    16:20 às 17:00 h
    Palestra 13 – Rede Integrada de Monitoramento de Águas Subterrâneas – RIMAS
    Maria Antonieta de Alcântara Mourão, Hidrogeóloga Sênior do Serviço Geológico do Brasil – CPRM

     Assessoria de Comunicação 
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  • segunda, 09 de abril de 2018 às 11:40





    Pesquisadora do Departamento de Hidrologia Marta Vasconcelos explica funcionamento da ferramenta Hybras

    O novo banco de dados hidrofísicos de solos brasileiros (Hybras) desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi apresentado na Empraba Solos, na semana passada, no Rio de Janeiro.  O Hybras permite a coleta de dados sobre retenção de água e condutividade hidráulica saturada em solos brasileiros, além de outros atributos do solo. 

    O projeto inédito foi apresentado à comunidade científica durante o Fórum Mundial da Água, que aconteceu no mês passado em Brasília.  O objetivo é fornecer informações para modelagens hidrológica, atmosférica e em solos apropriadas à realidade brasileira.

    A ausência de uma base de dados nacional de propriedades hídricas do solo dificultava a troca de informações dos pesquisadores da área e de avanços em estudos sobre a dinâmica da água em solos tropicais brasileiros. Segundo a pesquisadora do Departamento de Hidrologia Marta Vasconcelos Ottoni, responsável por coordenar o desenvolvimento da ferramenta, a “ausência de dados hidrológicos em solos brasileiros pode ocasionar erros de estimativa e conclusões não adequadas em estudos de modelagem nesses solos”.

    O projeto foi fruto da parceria entre especialistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) e a da Universidade do Arizona  (EUA).  Para Ottoni, ainda existe a necessidade de novas parcerias envolvendo outras instituições como  a Empraba para que a base de dados se torne mais eficiente. 

    O chefe-geral da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro, ressaltou que o banco de dados Hybras irá contribuir com o Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos), que executará o maior levantamento pedológico já executado no País. O pesquisador também destacou a importância da parceria com a CPRM. “Nos últimos meses tivemos uma intensa atuação conjunta em novas frentes, como a elaboração do programa nacional de solos e uma proposta de zoneamento agrogeológico para o País. Nossas atuações são bastante complementares.”

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  • segunda, 09 de abril de 2018 às 10:59



    O encontro reuniu representantes das duas instituições na capital mineira


    O diretor-presidente Esteves Colnago se reuniu na terça-feira (3/4), em Belo Horizonte, com o professor Evaldo Ferreira Vilela, presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Colnago estava acompanhado do chefe do NIT/Cedes, Noevaldo Teixeira, e do assessor Paulo Romano.


    Durante o encontro o diretor-presidente explicou as principais áreas de atuação do Serviço Geológico do Brasil e os desafios que a instituição enfrenta ao se aproximar do seu cinquentenário, ao mesmo tempo em que se mantém atualizada frente ao desenvolvimento tecnológico. Colgano citou a parceria firmada com a ANP e a Petrobras para promover a gestão integrada do conhecimento geológico nacional, a criação da ICT/SGB e seu Núcleo de Inovação (NIT), responsável por promover a gestão das atividades relacionadas à inovação, ciência e tecnologia.


    Noevaldo Teixeira, Esteves Colnago, prof. Evaldo Ferreira Vilela e Paulo Romano


    O diretor-presidente também destacou a importância do Serviço Geológico do Brasil se aproximar das universidades para desenvolver projetos de P&D nas áreas de geologia hidrologia.  O professor Evaldo Ferreira Vilela disse que a Fapemig está aberta para parcerias, uma vez que, está a procura de bons projetos para apoiar.

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  • sexta, 06 de abril de 2018 às 12:44



    Setores de Risco Alto e Muito Alto a inundação setorizados em Franca-SP

    Buscando a integração entre as equipes de geologia e hidrologia, a Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial, da Superintendência Regional de São Paulo promoveu, em março, o mapeamento de setorização de risco com equipe composta por um geólogo e um engenheiro hidrólogo.


    “A iniciativa de integrar as duas áreas da gerência teve como objetivo proporcionar a troca de experiências e conhecimentos que possibilitem aperfeiçoar o trabalho realizado, em especial, nas áreas de risco a inundações”, explica a gerente Vanesca Sartorelli Medeiros.
    O trabalho foi realizado entre 19 e 23 de março pelo Coordenador Executivo do DEGET, o geólogo Tiago Antonelli, e o engenheiro Caluan Rodrigues Capozzoli. Foram mapeadas pelos pesquisadores 8 áreas de risco alto ou muito alto no município de Franca, sendo 6 delas associadas com a ocorrência de inundações.

    Vanesca Medeiros lembra que essa integração entre as diferentes áreas de atuação sempre foi incentivada não só dentro da Gerência, como também pelos Departamentos de Hidrologia - DEHID - e de Gestão Territorial – DEGET - que compõem a Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial - DHT. “São profissionais com formações e com perspectivas diferentes sobre o meio físico, mas que se complementam e enriquecem o trabalho, resultando em melhorias em nossos produtos e projetos”, afirma.

    A chefe de Divisão de Geologia Aplicada do DEGET, a geóloga Sandra Silva, destaca a importância do trabalho executado. “A integração das equipes do DEGET e DEHID nos mapeamentos de risco a inundação fortalece o desenvolvimento das pesquisas voltadas a prevenção e gerenciamento de riscos, além de permitir a troca de conhecimento entre engenheiros e geólogos e aprimoramentos dos mapeamentos executados”.

    “No contexto dos projetos em desenvolvimento na DIGEAP, esperamos que a integração com os engenheiros do DEHID seja mais constante, tanto nos mapeamentos de risco, como nos projetos de suscetibilidade e perigo”, destaca Sandra.

    No âmbito das atividades desenvolvidas pelo DEHID, há outros projetos nos quais a integração entre as equipes de pesquisa em áreas superficiais e subterrâneas pode e deve ser promovida. As atividades de monitoramento de redes executadas no Departamento, mais especificamente as atividades de campo referentes ao projeto de operação da RHN e RIMAS deveriam promover a mesma experiência de integração realizada pela SUREG-SP.

    Além dessas, durante o Fórum Mundial da Água, foi firmado um protocolo de intenções para estabelecer parceria entre a CPRM e a ADASA (Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal) no monitoramento das águas superficiais e subterrâneas. Esse, sem dúvida, seria um importante projeto piloto para a realização do monitoramento integrado dos recursos hídricos no Distrito Federal, lembra a chefe de Divisão de Hidrologia Básica, a engenheira Ana Carolina Costi.


    Equipe da CPRM em trabalho de campo com o corpo de bombeiros 

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