ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • sexta, 17 de agosto de 2018 às 17:18




    A pesquisadora Alessandra Elisa Blaskowski do Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SUREG-SA) realizou em julho de 2018, a convite da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), palestra sobre as perspectivas brasileiras nas pesquisas de remineralizadores de solos. Ela também apresentou dados de sua pesquisa de mestrado realizada nas rochas de descarte Mina Ipueira, que atua explorando minério de cromo desde a década de 70 no Município de Andorinha-BA.


    A pesquisadora Alessandra Elisa Blaskowski palestra na CBPM

    A pesquisadora destacou que o Brasil é protagonista na criação de uma nova rota tecnológica que abre alternativas ao uso de fertilizantes solúveis, através do uso de rochas como remineralizadores de solos, já que atualmente as rochas silicáticas com potencial para remineralização e condicionamento de solos foram incluídas na lei dos fertilizantes e passaram a ter a normatização específica.

    A apresentação destacouo potencial uso remineralizadores de solos (pós de rocha), a partir de uma perspectiva brasileira de desenvolvimento econômico-sustentável, com destaque para o aproveitamento de rochas de descartes de mineração.

    A pesquisa resultou na proposição de uma metodologia para prospecção de agrominerais envolvendo: escolha de alvos, análise de bancos de dados, análises mineralógicas (petrografia, DRX e MEV), análises litoquímicas, cálculos de volume além de considerar a realização de “mix”com diferentes tipos de rochas para serem utilizados posteriormente em ensaios agronômicos e de incubação com solos.

    Durante a palestra também foram abordados os resultados da pesquisa realizada nas rochas de descarte da Mina Ipueira, que configurou um estudo de caso com resultados interessantes para as pesquisas de remineralizadores de solos, tendo em vista que as rochas de descarte da mineradora tem potencial como fonte dos macronutrientes Ca, Mg, K e micronutrientes Fe, Mn, Si, B e Co, além de considerar que o aproveitamento de rochas disponíveis em pilhas de descartes da indústria extrativa mineral agrega sustentabilidade e contribui para diminuir o impacto ambiental da mineração. “Esta possível utilização traria um destino mais nobre aos materiais de descarte da atividade mineral, contribuindo para o desenvolvimento sustentável na região”, destaca Alessandra Blaskowski.


  • sexta, 17 de agosto de 2018 às 16:05



    Na próxima semana, o Serviço Geológico do Brasil irá apresentar seus trabalhos no 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Um dos palestrantes é o geólogo Cássio Roberto da Silva, que vai falar sobre o tema geologia médica. Cássio fala sobre a avaliação de ocorrências de metais/minerais e sua relação com a saúde. Confira a entrevista:


    Cássio Roberto da Silva.
    Cássio, o que é geologia médica?
    Geologia Médica é o estudo da interface das Ciências da Terra com a da Saúde, a distribuição, qualificação e quantificação dos elementos químicos que se encontram no solo, água, ar, poeira e alimentos, que são benéficos e/ou nocivos à saúde ambiental (aqui inclusos os efeitos/impactos em humanos, animais e vegetais).

    E como esses elementos podem influenciar a nossa saúde?
    O ambiente natural pode afetar nossa saúde de várias maneiras. A composição de rochas e minerais está presente no ar que respiramos, na água que bebemos e na comida que comemos.

    Muitas vezes esta presença de minerais e oligoelementos (elementos com quantidade reduzida, mas indispensável) são benéficas, sendo até mesmo a única fonte desses nutrientes, como cálcio, ferro, magnésio, potássio e outros. Porém, os materiais geológicos podem causar problemas de saúde por insuficiência de algum elemento essencial ou excesso de outros nocivos, como arsênico, mercúrio, chumbo e flúor.

    Ainda podem ser nocivas combinações gasosas ou abundância de partículas transportadas pelo ar, como é o caso de asbesto, quartzo, pirita, ou certos compostos orgânicos que ocorrem naturalmente.

    Qual é o profissional que estuda esse ramo da geologia?
    Não há habilitação especifica. Os profissionais que podem atuar em Geologia Médica são: médicos, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, toxicologistas, dentistas, veterinários, geólogos, geógrafos, agrônomos, dentre outras áreas relacionadas às duas ciências.


    Qual é a experiência da CPRM nesse ramo da geologia?
    A partir de 2003, a Geologia Médica teve importante impulso na CPRM quando foi criado o Programa Nacional de Pesquisa em Geoquímica Ambiental e Geologia Médica (PGAGEM) e a Rede Nacional de Pesquisa em Geoquímica Ambiental e Geologia Médica (REGAGEM).

    O PGAGEM estudou alguns casos com excesso de determinados elementos como metais pesados na água nos estados do Ceará, Goiás, na cidade de Parintins-AM, no nordeste do Pará, além de analisar a água de rios e de abastecimento público, sedimento de corrente e solo em nove estados brasileiros.

    Este trabalho detectou várias anomalias indicativas de potencialidade mineral e nocivas ao ser humano, como, por exemplo: os valores dos macro e micronutrientes em quantidades excessivas.

    Já a REGAGEM é uma rede de discussão sobre a Geologia Médica, criada em 2003, sob a coordenação do Professor Bernardino Figueiredo da UNICAMP, que atualmente tem mais 80 pesquisadores cadastrados.

    A partir de 2008, o Projeto Levantamento Geoquímico de Baixa Densidade no Brasil, em continuidade ao PGAGEM, foi criado para promover conhecimento sobre a distribuição dos elementos traço e compostos inorgânicos na superfície de todo o território brasileiro.

    A CPRM iniciou mapeamento geoquímico sistemático, segundo os critérios e padrões do Mapeamento Geoquímico Internacional. Os produtos desse trabalho são os Atlas Geoquímicos do Estado do Ceará, da Bacia do Rio Doce (Minas Gerais e Espírito Santo) e da Bacia do Rio Subaé (Bahia).

    Como esses estudos podem ajudar a fazer essa relação entre os minerais essenciais e nocivos aos seres humanos?
    Vou dar um exemplo. Essa relação é efetuada através das análises dos indicadores geológicos, como sedimento de corrente, solos, águas, poeiras e alimentos correlacionados com as análises dos indicadores toxicológicos como, sangue, urina, cabelo, tecidos e unha. Assim, caso ocorra valores dos minerais e arsênio na água acima do permitido pelos órgãos de saúde ou se as pessoas ingerem essa água e se detecta valores na urina dessas pessoas, indica que as mesmas estão expostas ao arsênio.

    A Geologia médica ainda não é reconhecida como atividade complementar pelo conselho de geologia. Como estão os avanços para esse grande acontecimento?

    Realmente não há esse reconhecimento pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA, mas acreditamos que esse reconhecimento virá com o tempo.

    Nossa preocupação é a transmissão desse conhecimento nas universidades, simpósios, congressos, mostrar a sua importância dessa integração de ciências visando o bem esta e segurança das populações.

    Qual a relação entre a geologia médica e a prevenção ou cura de doenças?
    Ao tomar conhecimento da água, solos, ar, poeira ou alimentos que contêm contaminantes prejudiciais à saúde, as autoridades são comunicadas. E ao diagnosticar que há determinada enfermidade ligada à exposição de minerais, os médicos/toxicologistas podem orientar as pessoas a não se expor mais a eles.

    Um exemplo desse trabalho foram os estudos de alumínio na região de Araçuarí em Minas Gerais. Os estudos feitos pela CPRM detectaram valores elevados de alumínio na cidade e que 60% das pessoas estavam com o Al alterado no sangue. Esse fator pode causar o mal de Alzeimer e a osteoporose. Após o nosso trabalho, as secretarias estaduais e municipais foram acionadas para trabalhar com a sociedade.     

    Geologia Médica é uma área recente da geologia que está em expansão?
    Sim, a Geologia Médica esta consolidada no Brasil e também em todos continentes, principalmente entre os profissionais das Ciências da Terra. Infelizmente, entre os profissionais da saúde ainda esta incipiente.

    No Brasil, as universidades têm disciplinas nos cursos de geociências - graduação e pós-graduação (linhas de pesquisas), em todos os congressos, simpósios regionais de geologia, semanas de geologia da graduação tem-se o tema Geologia Médica.


    Elementos químicos representados na tabela periódica que podem ser benéficos ou nocivos para a saúde.

    Ocorrência na década de 50 de bócio e cretinismo por falta de iodo na dieta alimentar, em Arraias-Tocantins.





                   










                   



  • quinta, 16 de agosto de 2018 às 16:17



    Sandbox é literalmente uma “caixa de areia” com sensores que mostram as diferenças de altura entre os montes de areia – usando, para isto, cores diferentes e realidade aumentada. Com sandbox, fica bem mais fácil entender conceitos de Geografia como curvas de nível.


    Dos alimentos para consumo humano ao combustível que move os meios de transporte, praticamente toda a sociedade depende dos recursos naturais disponíveis no planeta. Apesar disso, nem todos conhecem a relação e os impactos do homem no meio ambiente. Essas são algumas das questões que serão abordadas na exposição Explorando o Planeta, no Museu do Amanhã.

    A exposição, que acontece entre os dias 21 e 26 de agosto, é promovida pelo Museu de Ciências da Terra (MCTer). Fósseis de preguiça-gigante, minerais de vários tipos e equipamentos antigos de navegação fazem parte da exposição que está repleta de atividades para crianças e pessoas de todas as idades. 

    De acordo com Rodrigo Machado, paleontólogo do MCTer, a exposição busca demonstrar as consequências positivas e negativas da intervenção do homem no planeta. “Queremos mostrar o quanto o ser humano com sua capacidade de pensar e questionar revolucionou o ambiente ao seu redor e o quanto todo conhecimento produzido explorando o planeta foi importante no passado, continua sendo no presente e será essencial para o  futuro”.

    Os visitantes poderão fazer seu próprio experimento geológico e análises químicas com diferentes tipos de água. Será possível responder perguntas como, por exemplo, como a água da torneira, a água do mar e a água da baía de Guanabara são diferentes entre si em termos químicos.

    Outra novidade que Explorando o Planeta traz é a sandbox, atividade inédita no Brasil. Ela é literalmente uma “caixa de areia” com sensores que mostram as diferenças de altura entre os montes de areia – usando, para isto, cores diferentes e realidade aumentada. Com a visualização em uma sandbox, fica bem mais fácil entender conceitos de Geografia como curvas de nível, por exemplo.

     “A exposição é interativa e usa uma linguagem didática para explicar conceitos sobre geociências e sua importância no cotidiano das pessoas”, explica a historiadora Nathalia Roitberg, responsável pela gestão do MCTer.

    Nathalia conta ainda que cerca de 30 turmas de escolas do Rio de Janeiro já se inscreveram para visitar a exposição e participar de atividades educativas, como por exemplo, escavação de fósseis e oficina para conhecer os efeitos da luz nos minerais, além da exibição de vídeos didáticos.

    A exposição estará aberta ao público as 10h às 18h entre os dias 21 e26 de agosto no lounge do Museu do Amanhã e faz parte da Semana do Antropoceno.
    Acesse os vídeos  de mediação cientifica que serão exibidos na exposição 





    Serviço
    Início: Terça-feira, 21 de agosto de 2018
    Término: Domingo, 26 de agosto de 2018
    Local: Lounge do Museu do Amanhã 
    Contato: Warley Pereira (61) 98659-7240 / Cibele Pixinine (21) 97190-0701



  • quinta, 16 de agosto de 2018 às 12:11




    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), representado pelo Chefe do Departamento de Hidrologia Frederico Cláudio Peixinho e pelo Coordenador Nacional do projeto SIAGAS Valmor Freddo, além de equipes técnicas formadas por geocientistas da SUREG/SP, Núcleo Paraná e DEINF, realizaram reunião técnica com a equipe de especialistas do Instituto das Águas do Paraná, liderada pela coordenadora Jaqueline Dorneles de Sousa. O objetivo do encontro foi integração e intercâmbio de dados de águas subterrâneas.


    Equipe técnica da CPRM e o Instituto Paraná reunidos para intercâmbio de dados de águas subterrâneas

    Foram apresentados o SIAGAS, pela CPRM, e SIGARH, pelo Instituto do Paraná e foram definidas ações conjuntas em três grandes diretrizes. A assinatura de Acordo de Cooperação Técnica sobre o SIAGAS, transferência automática dos dados de poços para o SIAGAS e interação entre a CPRM e o Instituto no aperfeiçoamento do novo sistema desenvolvido por aquela entidade. Atualmente consta na base de dados administrado pelo SIAGAS, cerca de 28.000 poços no estado do Paraná.

    Conforme revelou Peixinho, na reunião, o estado do Paraná juntamente com o estado de São Paulo, estão na vanguarda da alimentação de dados no SIAGAS e soluções tecnológicas inovadoras de transferência de dados pode se iniciar com este Instituto e, por certo, servirá de referência para aplicação em outras áreas de interesse. Segundo o coordenador Valmor Freddo, a possibilidade de intercâmbio de informações e tecnologias com outras instituições é uma iniciativa muito importante para a continuidade das atividades do projeto e consolidação do SIAGAS como principal repositório de dados referentes às águas subterrâneas em nosso país. 


  • quinta, 16 de agosto de 2018 às 11:48




    Primeiro encontro de mulheres nas geociências da UFMG
    Na próxima semana, o Serviço Geológico do Brasil irá apresentar seus trabalhos no 49° Congresso Brasileiro de Geologia. Um dos destaques será a criação histórica da Sociedade Brasileira de Mulheres Geocientistas. A pesquisadora Lila Queiroz faz parte da mesa diretora e conta para nós um pouco sobre esse fato inédito.


    Confira a entrevista.

    Pesquisadora Lila Queiroz.
    Lila, como se deu a parceria para a criação da associação?

    Nos últimos cinco anos, em alguns estados, têm sido formados grupos de mulheres com o foco em lutar contra as desigualdades nas geociências. Vimos que essa necessidade também tinha surgido em Minas Gerais, sendo assim, um grupo de professoras, geólogas e alunas de geologia e geografia se reuniram em julho de 2018 na UFMG para iniciar o grupo de mulheres nas geociências.

    Nessa reunião, a Professora Lúcia Fantinel comentou que o último encontro nacional de mulheres nas geociências foi em um Congresso Brasileiro de Geologia em 1978. A partir disso, surgiu a ideia de realizar, 40 anos depois, um novo encontro nacional no CGB do Rio de Janeiro, com o objetivo de discutir as nossas dificuldades na profissão.

    Logo após a reunião na UFMG, uma das participantes criou um grupo de mensagens com lideranças de grupos de mulheres nas geociências de todo o Brasil. Nesse grupo surgiu a ideia de criar a Associação Brasileira de Mulheres nas Geociências (ABMG).
    Nossa primeira reunião foi online e as participantes dessa reunião formaram a diretoria da ABMG, que ficará na liderança até a estruturação da associação.

    E qual será o objetivo da ABMG?

    A pauta principal será a criação da “Associação Brasileira de Mulheres nas Geociências”, que terá por objetivo a promoção da equidade de gênero no âmbito das geociências. Dentre as atividades espera-se, além da estruturação da Associação, a aprovação de seu estatuto, a definição de diretrizes e de projetos iniciais.

    Quem pode participar da Assembleia?

    Todas as mulheres são convidadas! O edital de convocação da Assembleia convida todas as mulheres para fazer parte da primeira reunião. É preciso estar inscrito no Congresso para participar.

    Quem faz parte dessa primeira formação da Assembleia?

    As integrantes da diretoria provisória são Lila Queiroz (CPRM-MG), Rosaline Silva (UFMG), Letícia Freitas (USP), Mariana Ferreira (Brasília?), Larissa Lago (UERJ?), Luciana Felicio (CPRM-Brasília) e Aline Tavares (UFMG).

    Você também faz parte do Comitê Proequidade de Gênero e Raça da CPRM, que luta por mais igualdade de gênero. A Associação pretende trabalhar em parceria com o Comitê?

    A Associação tem vários grupos que são parceiros dos Comitês de Gênero. Acredito que quanto mais nos unirmos para que as nossas causas sejam debatidas mais força nós teremos para avançar em busca de uma sociedade mais justa para todos. E para isso contamos com a ajuda não só do Comitê, mas de todas as empregadas da empresa.

    E quais serão as primeiras ações da ABMG?

    Nossa primeira ação será a oficialização da ABMG, que terá sua assembleia constituinte no CGB, onde vamos apresentar a proposta de estatuto para discussão e aprovação. Ainda no CGB, vamos lançar a semente da nossa primeira ação como associação, que é a consolidação de uma carta de reinvindicações que já iniciamos, com colaboração de participantes de todo Brasil.

    Essa carta será direcionada para empresas e nela solicitamos a implementação de políticas de igualdade desde a entrevista, contratação e atuação de mulheres nas geociências.
    Existem inúmeros relatos de situações de discriminação, assédio e abuso em empresas. Queremos lutar contra essas situações e dar apoio às mulheres que se encontram em situações vulneráveis. Vamos lutar pelo aumento de mulheres em cargos de liderança, onde elas ainda são quase inexistentes em empresas e órgãos que atuam nas geociências.

    Serviço
    Assembleia Constituinte da Associação Brasileira de Mulheres nas Geociências
    Data- 21/08
    Horário- 15h40 às 17h40
    Local: Congresso Brasileiro de Geologia- Sala Leme
    Clique aqui para acessar o edital

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 16 de agosto de 2018 às 11:27



    Reunião com o pesquisador William Griffin no CCFS.

    A Pesquisadora em Geociências Lynthener Bianca Takenaka divulgou o trabalho de otimização do sistema LA-ICP-MS (Sistema de Laser acoplado ao Espectrômetro de Massas) que vem sendo realizado pela DIGEOD no evento “Geoanalysis 2018” promovido pela IAG (International Association of Geoanalysts) em julho na cidade de Sydney.

    A conferência reuniu profissionais de várias instituições internacionais para discussões sobre os avanços, protocolos e necessidades no âmbito das técnicas analíticas aplicadas às Geociências. Segundo a pesquisadora: “Foi de extrema importância divulgar a metodologia de calibração do instrumento. Equipamentos como estes são amplamente utilizados pela comunidade científica para quantificação pontual de elementos químicos em materiais como minerais e rochas e a boa qualidade dos resultados apresentados garante a confiabilidade das pesquisas”.

    Além disso, foram abordados assuntos importantes para as atividades laboratoriais da CPRM, como a possibilidade de participação no programa G-Probe, teste analítico de proficiência da IAG em conjunto com o Serviço Geológico Americano (USGS) e uma futura parceria para desenvolvimento de materiais certificados de referência.

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • quinta, 16 de agosto de 2018 às 10:34




    Técnicos da Secretaria de Estado de Minas e Energia visitaram nesta terça-feira, dia 14/08, a Superintendência Regional do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O objetivo do encontro, realizado a convite do superintendente regional da CPRM, Fernando Schwanke, foi a apresentação pelos pesquisadores da CPRM do potencial mineral do RS e os projetos de mineração em andamento para os representantes do governo do Estado que estão elaborando o Plano Estadual de Mineração. 


    Reunião entre CPRM e Secretaria de Estado de Minas e Energia do RS

    A gerente de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, Lucy Takehara, listou projetos de mineração em execução no Estado. O projeto Retiro em São José do Norte para exploração de titânio e zircônio recebeu licença de instalação. O projeto Santa Maria para mineração de chumbo, zinco e cobre, localizado em Caçapava do Sul ainda sem licença prévia já efetuou audiências públicas. O projeto Fosfato Três Estradas, localizado em Lavras do Sul, está em fase de obtenção da licença prévia, com perspectiva de obter em 2019 licença de instalação. Este projeto prevê a produção de metade da demanda do Estado de fósforo como insumo agrícola. 

    Sobre o potencial mineral do Estado, relatou que a CPRM fez na década de 80 pesquisa para carvão identificando jazidas que colocam RS como maior reserva do país. Hoje, em processo de cessão de direitos minerários, com projeção para licitação de área em Candiota ocorrer em dezembro. Em relação a insumos para agricultura, principais substâncias são calcário, turfa e dolomito. Relatou que a CPRM identificou nova área potencial para Gemas no Estado para ágata e ametista na fronteira com Uruguai, alternativa aos depósitos já bastante exauridos em Ametista dos Sul e no Planalto Médio. Disse que quanto a rochas ornamentais existem vários empreendimentos em andamento. Citou ainda bens metálicos ferrosos e metálicos nobres, especialmente ouro em pequenos depósitos, além de rochas e minerais industriais. Todos os dados e mapas simplificados foram entregues aos representantes do Estado.

    “O Estado tem uma diversidade de commodities para explorar. Como foge ao alcance da CPRM a viabilidade da mineração, apenas a identificação das potencialidades, uma aproximação entre Estado e setor privado pode impulsionar o setor mineiro do RS”, avaliou Lucy. “A CPRM vem atuando para identificação de novas potencialidades, mas existem dois grandes desafios hoje para a mineração no Estado: o licenciamento ambiental e a logística. A interferência do Estado para superar esses entraves pode facilitar novos empreendimentos e alavancar o setor, que gera impostos e desenvolvimento com mais empregos no RS”, destacou o superintendente Fernando Schwanke.

    O analista em Planejamento e Gestão Paulo Roberto Dias Pereira, da Secretaria de Estado de Minas e Energia, relatou que está previsto a inclusão de recurso no Orçamento para o próximo ano para buscar desenvolver o potencial mineral do Estado, com o enfoque do que é possível explorar economicamente. Relatou ainda sobre o andamento do projeto do Polo Carboquímico, que visa potencializar investimentos no setor. 



  • quarta, 15 de agosto de 2018 às 14:27



    Integrantes da CIPA da Sureg-BH apresentaram as ações planejadas para atuação na gestão 2017/2018


    Foi realizada entre os dias 06 a 10 de agosto a Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho (Sipat) da Superintendência Regional de Belo Horizonte do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Na programação diversos temas visando a prevenção de acidentes e a promoção da saúde do trabalhador foram abordados. O coordenador do Centro de Saúde Ocupacional da CPRM, Rubem Bentes Nahmias Jr, foi um dos palestrantes e apresentou como está sendo realizado o trabalho de implementação do Sistema de Gestão de SSO e os resultados obtidos até o momento pela CPRM. A Sipat teve como tema Saúde e Prevenção de Acidentes no Trabalho, Seja um funcionário ativo e consciente. Vista você também esta camisa!

    Rubem Bentes Nahmias Jr. recebe certificado de participação da Sipat 2018 de Belo Horizonte


    Rubem palestra sobre a Implementação do Sistema de Gestão de SSO e Panorama dos Resultados obtidos


    Na segunda-feira, após a solenidade de abertura da Sipat, os integrantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Sureg-BH apresentaram as ações planejadas para atuação na gestão 2017/2018. Em seguida, teve início ciclo de palestras, que ocorreram durante toda a semana. O tema Como Funciona o Sistema de Telemetria e seus Benefícios para a Segurança e Prevenção de Acidentes de Veículos, foi abordado pelo instrutor Rodrigo da Decla Track. A Importância do Check-list do Veículo na Segurança dos Funcionários e como Preenchê-lo Corretamente, pelo coordenador da frota veicular da Sureg BH, Alisson.

    Médica do trabalho da Sureg BH, Letícia, falou sobre DST's e Vacinação de Adultos

    Na terça–feira, o tema foi saúde, com palestra sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's) e Vacinação em Adultos com a médica do trabalho da Sureg BH, Letícia. Na quarta-feira, O Plano de Ação da Brigada de Incêndio da Sureg-BH, foi exposto pelo chefe da Brigada Sureg-BH, Macdowell. Prevenção em Acidentes de Trânsito com Foco em Valores Morais, foi abordado por Clécio, instrutor CWS. Na quinta-feira, A Implementação do Sistema de Gestão de SSO e Panorama dos Resultados obtidos, por Rubem, coordenador CSO da CPRM e A Ergonomia na Saúde do Trabalhador com exercícios práticos, com a fisioterapeuta Simone. Na sexta-feira ocorreram aulas experimentais de Pilates. Foi realizado sorteio de camisetas no final das palestras.

    Exercícios práticos durante a palestra A Ergonomia na Saúde do Trabalhador com a fisioterapeuta Simone

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    (61) 2108-8400



  • quarta, 15 de agosto de 2018 às 13:51




    Local onde o corpo kimberlítico Santa Fé-3 foi encontrado. O corpo ocorre sotoposto a uma camada de solo residual com aproximadamente 50 cm de espessura. Blocos escuros, no segundo plano da foto, correspondem a olivina basaltos


    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) identificou a existência de um novo corpo de afinidade kimberlítica na Província Borborema, uma rocha com potencial para conter diamantes. A descoberta fica localizada na localidade de Sítio Riacho Salgado, município de Fernando Pedroza, no Rio Grande do Norte. O corpo foi denominado de Santa Fé-3 pela proximidade com outros dois corpos conhecidos na região. A identificação ocorreu no âmbito do projeto Diamante Brasil a partir da investigação de uma área com presença de minerais indicadores de Kimberlitos.


    As informações sobre localização, dimensão, contexto geológico e característica de campo do novo corpo estão descritos no Informe Técnico nº 14. A publicação está disponível no site da CPRM. Contém ainda o mapa geológico simplificado do Rio Grande do Norte, com localização das intrusões kimberlíticas, destacando o corpo Santa Fé-3.

    O projeto Diamante Brasil já concluiu o levantamento da existência de 20 campos diamantíferos, 1.095 ocorrências e 142 garimpos de diamantes, além de 42 campos e 1.365 corpos kimberlíticos. Iniciado em 2010, atualizou banco de dados e utilizando técnicas de mapeamento identificou novas áreas potenciais.


    Acesse o Informe Técnico 14 aqui

    Sondagem realizada ajudou na identificação e amostragem do corpo kimberlítico Santa Fé-3


    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 14:12



    Parte da capa do Atlas Geoquímico do Estado de Roraima.



    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vai lançar, durante o 49º Congresso de Geologia, o Atlas Geoquímico do Estado de Roraima. O produto, de responsabilidade do geólogo José Luis Marmos (SUREG-MA) será apresentado no estande da CPRM, na Sala Lapa, no dia 21/08, durante a Sessão de Geologia Médica, coordenada pelo pesquisador Cassio Roberto da Silva.



    Parte da série Atlas Geoquímicos Estaduais do Brasil, o produto busca permitir a identificação de áreas com potencial mineral. O trabalho pode ser usado em estudos sobre a distribuição de elementos químicos, substâncias naturais e antropogênicas (aquelas resultado da ação humana), relacionados a diferentes áreas do conhecimento, como a agricultura, veterinária, saúde pública e monitoramento ambiental.

    O trabalho tem cunho regional e faz parte do Levantamento Geoquímico de Baixa Densidade. Esta ação já cobriu 40% do território brasileiro e busca abranger sua totalidade.

    Segundo o pesquisador em geociências Eduardo Viglio, responsável por outras edições do Atlas, o principal impacto da série é definir o padrão de distribuição dos elementos químicos no solo e os sedimentos de fundo de rios e águas.

    A partir dessas informações, pode ser efetuado um planejamento que defina a melhor gestão para o uso racional e ecologicamente correto das áreas ainda não ocupadas, além de apontar problemas das áreas já ocupadas. “Definir as regiões com concentrações anômalas de alguns elementos, mesmo em áreas ainda não habitadas, pode auxiliar no planejamento de ocupação futura”, afirma Viglio.

    Devido à restrição de acesso a terras indígenas, a amostragem geoquímica foi realizada em apenas 56% do território roraimense. Foram coletadas 429 amostras de sedimento de corrente, 427 de água superficial e 160 de solos. Também foram coletadas 43 amostras de águas de abastecimento (superficiais e subterrâneas), abrangendo as 14 sedes municipais do interior de Roraima e algumas comunidades indígenas.

    O Atlas é apresentado em meio digital, com mapas geoquímicos e textos explicativos. Cem CDs com o conteúdo serão distribuídos aos interessados no estande da CPRM no dia do lançamento.



  • terça, 14 de agosto de 2018 às 12:08




    Crianças e seus pais observam amostras de rochas e minerais. 

    A Superintendência de Salvador do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), representada pelos funcionários Gustavo Carneiro, José Amaral, Ivanara Pereira, Andrea Machado e Lucas Marquezini participou no dia 4 de agosto, na na capital baiana, a convite da escola Girassol, da 2ª Feira de Ciências do ensino fundamental para crianças com idade entre 6 e 10 anos.

    Estudantes no estande  da CPRM na feira de Ciências

    No estande disponibilizado pela escola foram exibidas publicações, amostras de rochas e minerais com descrição, equipamentos de trabalho dos geólogos, simulação de vulcão e anaglifos, além de pôster com alusão a rochas e minerais usados nas residências. A exposição foi organizada pela GERINF e GEREMI da Superintendência Regional.

    Estudantes tiveram contato com as principais áreas de atuação da empresa 

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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 11:32




    Gerar e disseminar conhecimento geocientífico faz parte da missão do Serviço Geológico do Brasil. É com esse objetivo que a empresa vai participar do 49° Congresso Brasileiro de Geologia, maior evento da área na América Latina, que será realizado entre os dias 20 a 24 de agosto no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro.

    Com o tema central “Geologia: Conhecer o Passado para Construir o Futuro”, os organizadores esperam reunir cerca de 4 mil profissionais das diversas áreas de conhecimento das Ciências da Terra. O evento está dividido entre sessões temáticas, grandes temas, palestras temáticas, reuniões paralelas e uma programação especial no Museu do Amanhã, com exposição Explorando a Terra, promovida pelo MCTer.

    O diretor presidente Esteves Colnago,  que estará da mesa de abertura do congresso conta que durante os cinco dias do evento, a CPRM irá participar de mais de 100 atividades. “O Serviço Geológico do Brasil terá novamente uma participação importante no congresso, com grande número de pesquisadores apresentando trabalhos,  além   do suporte institucional ao evento”.

    Colnago destaca ainda que o Museu de Ciências da Terra vai promover  exposição no Museu do Amanhã que busca aproximar a instituição da sociedade. “O Congresso coincide com o mês de aniversário da nossa instituição que está completando 49 anos. A Exposição do MCTER é uma das atividades que marcam o início das comemorações do nosso cinquentenário”. 

    Os pesquisadores da instituição vão debater sobre os grandes temas das geociências, em sessões técnicas, orais, pôsteres, mesas redondas, minicursos, além do tradicional estande na feira, que vai apresentar ao público os principais produtos e serviços desenvolvidos pela empresa. Ao todo serão 163 participantes apresentando 63 trabalhos orais e 53 trabalhos na sessão pôster.

    João Larizzatti, representante da CPRM na Comissão organizadora do congresso, fala sobre a ampla participação da empresa no evento. “Vamos participar da coordenação temática de sessões de geodiversidade, geologia ambiental e médica, riscos geológicos, geotecnia, geologia do quaternário, a sessão do arqueano e proterozóico geologia estrutural e geocronologia, mostrando assim o envolvimento científico da empresa em várias áreas das geociências”, comenta Larizzati.

    A CPRM ainda vai participar das mesas redondas sobre geociências e segurança, risco geológico e processos perigosos, defesa das instituições públicas de geologia e da ciência brasileira, geologia médica e apresentação sobre o processo de licitação de direitos minerários incluídos no PPI.

    O estande da CPRM na feira terá uma programação especial com conteúdo audiovisual   e palestras sobre atuação da empresa em diversas áreas como, por exemplo, a recuperação ambiental da Bacia Carbonífera em Santa Catarina e remineralizadores e solos no Brasil.

    A CPRM vai participar da Assembleia Constituinte que criará a Associação Brasileira de Mulheres nas Geociências.

    Programação Paralela -  Também será realizado o 9º Simpósio do Cretáceo do Brasil e do 7º Simpósio de Vulcanismo e Ambientes Associados, haverá outras atividades paralelas, como minicursos, excursões e concurso de fotografia.

    Exposição Explorando Planeta - O Museu de Ciências da Terra vai apresentar a exposição interativa “Explorando o Planeta”, sobre a relação do ser humano com o meio ambiente no Museu do Amanhã.  A exposição, que acontece entre os dias 21 e 26 de agosto faz parte das comemorações aos 50 anos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e se tornará uma exposição permanente no MCTer.

    Clique aqui e confira a programação completa.

    Clique aqui e confira a programação do estande da CPRM

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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 11:06




    Superintendente regional do RS e SC da CPRM, Engº Fernando Schwanke, palestra no III Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas

    O superintendente regional do RS e SC do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Engº Fernando Schwanke, foi convidado a palestrar no III Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas, que aconteceu em Belo Horizonte nos dias 9 e 10 de agosto. O III Evento Internacional de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas teve o objetivo de divulgar as proteções de propriedade industrial e possibilitar a troca de experiências com IGs nacionais e internacionais.

    O evento foi realizado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Instituto Nacional da Propriedade Industrial da França e o Ministério de Agricultura e Abastecimento (MAPA).

    O superintendente Fernando Schwanke é um dos maiores especialistas neste tema no país, sendo autor de várias publicações sobre o tema e tendo desenvolvido vários projetos no Brasil, dentre os quais a Indicação de Procedência do Mármore de Cachoeiro do Itapemirim.

    Schwanke salienta que "este tipo de proteção tem reconhecimento mundial e é cada dia mais valorizado como importante ferramenta de mercado contra usurpações de nomes vinculados a produtos de forma indevida, ou seja, falsificações. É uma forma dos produtores se protegerem, utilizando uma ferramenta jurídica reconhecida."

    O setor mineral possui alguns registros já efetuados no INPI. Além dos mármores de Cachoeiro do Itapemirim, também são registradas a denominação de origem das rochas ornamentais de Santo Antônio de Pádua no Rio de Janeiro e a Indicação de Procedência das Opalas de Pedro II no Piauí, onde a CPRM participou cedendo dados e estudos realizados pela companhia.

    Participaram do evento especialistas do Brasil, França, México, Guatemala, que durante o evento discutiram formas de ampliar a divulgação do tema para a sociedade em geral, mas principalmente para produtores que necessitam deste tipo de proteção.

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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 10:54




    Reunião dos gestores da Superintendência Regional de Goiás, juntamente com representantes das Secretarias de Estado e empresários do setor mineral de Goiás.

    A Superintendência Regional de Goiânia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) promoveu no início de agosto duas reuniões com a participação de empresários do setor mineral de Goiás, da Superintendência de Mineração da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Goiás e da Agência Nacional de Mineração (ANM).

    Os encontros contaram com a presença do superintendente de Goiânia da CPRM, Gilmar José Rizzotto, do gerente de Geologia, Marcelo Ferreira, e dos supervisores Cléber Alves e Felipe Martins e do chefe de projeto, Joffre Lacerda.

    “O objetivo das reuniões foi discutir a situação do setor mineral do Estado de Goiás, por meio de diálogo aberto e construtivo, no intuito de juntar e elencar propostas para o planejamento de projetos de pesquisa geológica, a serem inseridas na programação da CPRM, no período de 2019 a 2022”, explica o superintendente Gilmar José Rizzotto.

    Rizzotto conta que essa demanda surgiu com solicitação da Câmara Setorial de Mineração da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, que encaminhou ofício à CPRM elencando as demandas prioritárias do setor mineral que possam contribuir com o desenvolvimento do Estado de Goiás.

    Mesa-redonda com exposição, discussões e planejamento visando o desenvolvimento do setor mineral de Goiás.
    "Com essa iniciativa esperamos identificar, delinear e divulgar as oportunidades de investimentos relacionadas aos bens minerais de Goiás, através de estudos e serviços prospectivos de pesquisa mineral, análises químicas e tecnologia mineral”, destaca Rizzotto.

    De acordo com o superintendente, na construção do planejamento das atividades a serem conduzidas pela CPRM nos próximos anos foram destacadas algumas áreas para serem investigadas, visando acelerar a retomada da atividade mineral, atrair investidores e criar um ambiente favorável a mineração no Estado de Goiás.

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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 10:32




    O superintendente Regional de Manaus, José Maia, destaca a relevância do projeto.

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), por meio da Superintendência Regional de Manaus, apresentou nesta terça-feira (07/08), o 1º Seminário do projeto Estudos Hidro geológicos da Região Metropolitana de Manaus.


    O seminário teve como objetivo apresentar os resultados parciais das pesquisas realizadas e fomentar discussões sobre as próximas etapas do projeto que levanta dados sobre as águas superficiais e subterrâneas da capital amazonense.

    Em discurso de abertura, o Secretário Executivo de Meio Ambiente, Adilson Cordeiro parabenizou a iniciativa e afirmou que os estudos serão utilizados para balizar as políticas de controle e utilização do recurso mineral. “Hoje o Estado sofre com a falta de informações principalmente sobre as águas subterrâneas: perfurações indiscriminadas; contaminação e falta de práticas para monitoramento dessa utilização e perfuração”, afirmou.

    O superintendente Regional de Manaus, José Maia, destacou a relevância do projeto por se tratar de um dos dezessete objetivos da agenda 2030 das Nações Unidas (ONU) para transformar o mundo. “Os dados levantados são para assegurar a disponibilidade e gerir de forma sustentável, a água, um bem que logo será escasso. Nesta agenda da ODS estão também importantes medidas para erradicação da fome, assegurar saúde educação básica”, ressaltou.

    Janaína Miranda fala sobre as fontes de poluição.
    Foram realizadas sete palestras pelos pesquisadores que coordenam as ações do projeto, divididos por categoria de estudos. As apresentações mostraram os resultados preliminares dos produtos esperados: 4 relatórios; 2 seminários; 1 relatório técnico e 1 relatório com linguagem popular.

    O evento contou ainda com uma mesa redonda formada por autoridades dos órgãos de pesquisa, reguladores e fiscalizadores de águas superficiais e subterrâneas do estado do Amazonas, município de Manaus, iniciativa pública e privada e das universidades. Entre os assuntos debatidos estavam as fontes de poluição das águas subterrâneas por necrochorume e a prevenção de poluição de poços artesianos.

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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 09:54




    O diretor presidente Esteves Colnago, ao lado do superintendente da CPRM em Porto Alegre, Fernando Schwanke.
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realizou na última sexta-feira (10/08) a terceira audiência pública sobre o processo de licitação de áreas de mineração em Palmeirópolis (TO) e Candiota (RS).

    Veja os documentos sobre a consulta pública: http://www.cprm.gov.br/publique/Informacao-Publica/Consulta-Publica-5136.html

    Representantes de seis empresas do setor estiveram no evento, que aconteceu no escritório de Porto Alegre da CPRM e teve como foco as áreas de Candiota.

    “Estiverem aqui presentes importantes representantes do setor, que demonstraram interesse e tiveram algumas questões previamente respondidas”, afirmou o diretor presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago, que destacou o ineditismo dessa iniciativa.

    “Nossa missão aqui hoje é dar publicidade, transparência e legitimidade a esse processo licitatório, que será um marco histórico na área de mineração”, disse Colnago.

    As minutas do edital e dos contratos referentes ao processo de cessão foram colocadas em consulta pública no dia 25/07. A consulta acaba no dia 20 de agosto. A expectativa é que a licitação seja realizada no dia 14 de dezembro.

    “Já recebemos importantes contribuições, mas nenhuma dúvida, sugestão ou crítica que não possa ser superada. Não houve nenhuma manifestação contrária à realização dessa licitação. As empresas têm demonstrado interesse nas áreas”, disse Marcio José Remédio, coordenador da CPRM no Programa de Parceria de Investimentos (PPI).

    Arthur Lima (EPL), Bruno Eustáquio (SPPI) e Marcio Remedio (CPRM) respondem a questões sobre o processo de cessão
    Serão oferecidos aos investidores títulos minerários de carvão em Candiota, região próxima à fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, divididos em quatro lotes, e os direitos sobre jazidas de metais como cobre, chumbo e zinco em Palmeirópolis, sul de Tocantins.

    Essas áreas fazem parte da carteira de ativos da CPRM, empresa pública que tem as atribuições de Serviço Geológico do Brasil e está vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Os direitos são resultado de pesquisas feitas nas décadas de 1970 e 1980 pela instituição.

    Podem participar do leilão apenas empresas ou consórcios formados por companhias de mineração ou de pesquisa mineral, nacionais ou estrangeiras. Como a área de Candiota (RS) está próxima à fronteira com outro país, nesse caso, excepcionalmente, a empresa ou consórcio vencedor deverá ter no mínimo 51% de capital nacional.

    O leilão deve representar uma arrecadação de R$ 15,372 milhões. No período de exploração desses recursos, as empresas ainda devem repassar R$ 550 milhões em pagamentos de royalties para a CPRM.

    Clique aqui e confira a apresentação.

    Clique aqui para saber mais.

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  • terça, 14 de agosto de 2018 às 09:06




    A pesquisadora em Geociências Fatima Nascimento e a estagiária Talita Aquino durante o evento.
    De 22 a 27 de junho, o Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas acolheu dois eventos simultâneos, o VIII Simpósio Nacional de Ensino e História de Ciências da Terra / EnsinoGEO-2018 e a 8th International Conference on Geoscience Education da International Geoscience Education Organization (IGEO) / VIII GeoSciEd 2018.

    Promovidos pela Sociedade Brasileira de Geologia, os eventos tiveram como objetivo expor, debater e formar um quadro atual do estado da educação em Ciências da Terra no mundo, no Brasil e na América Latina, com relatos originais, experimentos e contribuições.

    A Curadoria de Rochas e Minerais do Museu de Ciências da Terra – MCTer  participou do evento com quatro trabalhos científicos, sendo três em formato de apresentação oral e um em formato painel, produzidos pela gestora do MCTer, Nathalia Winkelman Roitberg, pelos pesquisadores em Geociências Diogenes de Almeida Campos, Adriana Gomes de Souza e Fatima Maria do Nascimento e pelas estagiárias Talita Aquino, Daiane Pontes.

    A gestora do MCTer, Nathalia reafirma a importância do evento. “A experiência proporcionou uma grande satisfação de apresentar a história da nossa divulgação científica de 110 anos para o público nacional e internacional, além de conferir o sucesso das apresentações excelentes de nossos colaboradores, um momento de divulgação do nosso trabalho, integração e capacitação da nossa equipe.”

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  • sexta, 10 de agosto de 2018 às 13:20




    Claiton e Fernanda trabalharam juntos na CPRM
    O geólogo Claiton Piva Pinto começou a trabalhar no Serviço Geológico do Brasil no ano de 1987. Por mais de uma década foi GEREMI-BH. Ele é pai da Fernanda Merljak Pinto, que hoje é técnica em geociências, lotada na Sureg-BH/Gerafi, setor de compras.

    Fernanda sempre acompanhou a empresa de perto, na época ela tinha 10 anos. “Eu estudava perto da CPRM e em muitas vezes meu pai me trazia para cá e eu ficava esperando o expediente terminar. Desde criança conhecia os colegas dele”, lembra Fernanda.

    Ela cresceu, se formou em jornalismo e iniciou sua carreira até surgir o concurso de 2006. Fernanda passou em 5° lugar para técnica em geociências, para o orgulho do seu pai. “Eu não cheguei a influenciar a Fernanda a fazer o concurso, mas como ela já conhecia a empresa e gostava do ambiente de trabalho optou por fazer a prova e passou”, comenta Claiton.

    Família reunida na despedida do Claiton
    Mesmo com a forte ligação familiar, pai e filha buscavam separar as relações. “Como ela passou no concurso para o mesmo local que eu, o meu comportamento com ela sempre foi profissional aqui dentro. Costumava dizer que da porta para dentro nossa relação era de colegas. Lá fora pai e filha”, relembra Claiton.

    Dois andares separaram pai e filha por quase 9 anos até que o Claiton saiu no PDISP em janeiro de 2018. Mas as lembranças e histórias boas correm até hoje nos corredores e nas rodas de conversa. “Meu pai acompanhou a minha gravidez desde o primeiro momento. Nós nos víamos todos os dias, sem falar que o meu filho é a cara do vovô! Todos os dias algum colega me encontra e manda abraços pro meu pai. Ele sempre foi muito querido, respeitado e exemplo profissional para muitos geólogos”.

    Sobre o netinho de apenas 3 anos, Fernanda conta que os colegas de trabalho também conhecem o pequeno e o apelidaram de “Claitinho”. “Como o meu pai, vou deixar meu filho escolher a profissão dele. Mas se ele optar pela CPRM sabemos que seguirá um bom caminho, além de marcar gerações na empresa que completará 50 anos”.

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  • quinta, 09 de agosto de 2018 às 14:09



    Profissionais da CPRM, UFF e PUC no mirante em Buzios.
    Entre os dias 30 de julho a 03 de agosto, na região litorânea norte do Estado do Rio de Janeirom, foi realizado o curso de Geomorfologia Costeira e Processos Dinâmicos Associados, ministrado pelos professores Guilherme Borges Fernandez (UFF) e Sérgio Cadena de Vasconcelos (PUC – RJ).

    Com duração de 40 horas, o curso foi fornecido pela DEGET/DHT e teve como objetivo a capacitação de técnicos da CPRM na variação da linha de costa, processos geológicos associados e seus impactos no ordenamento territorial. Para isso, ocorreu uma prática de campo que abrangeu assuntos como: reconhecimento dos compartimentos geomorfológicos formadores dos ambientes costeiros da porção norte do Estado do RJ, sua origem, alterações e forma de monitoramento em relação às mudanças da linha de costa.

    A Pesquisadora em Geociências, Maria Adelaide Mansini Maia fala do objetivo do curso e comemora o primeiro passo da CPRM em relação à ocupação das zonas costeiras.

    “Este curso marca o início das atividades da CPRM nas questões relacionadas à ocupação das zonas costeiras brasileiras, que constituem ambientes recentes do ponto de vista geológico e extremamente sensíveis com relação à variação do nível do mar. Ele visou o início da capacitação de profissionais da DIGATE, DIGEAP e DIGEOM, propiciando uma visão integrada sobre a temática.”

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  • quinta, 09 de agosto de 2018 às 09:40




    Diretor-presidente explica a importância da iniciativa para atração de novos investimentos no setor mineral brasileiro

    Rio de Janeiro - “Agora é o momento de discutir esse modelo com a sociedade”, afirmou Esteves Colnago, diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), na abertura da segunda audiência pública sobre o processo de cessão de direitos minerários em Palmeirópolis (TO) e Candiota (RS), realizada no Escritório do Rio de Janeiro. 


    A sessão contou com a presença de representantes do setor público e privado que apresentaram contribuições ao processo de consulta pública, iniciado em 25 de julho deste ano. A terceira audiência acontece na sexta-feira (10/8), em Porto Alegre.

    “Nossa missão aqui hoje é ouvir vocês e dar publicidade, transparência e legitimidade a esse processo licitatório, que será um marco histórico na área de mineração”, disse Colnago.

    O diretor-presidente destacou também que a CPRM tem entre os seus valores públicos colaborar para o desenvolvimento das atividades do setor mineral brasileiro. E essa perspectiva baliza o trabalho da empresa na realização da primeira licitação de promessa de cessão de títulos minerários ao setor privado.

    Segunda audiência pública reuniu representantes do setor público e privado

    Colnago lembrou que a empresa possui cerca de
    370 direitos, que por ser uma iniciativa inédita, a empresa está trabalhando para valorizar essas áreas e chegar a um modelo de licitação. “Este é um esforço conjunto que estamos realizando com vários órgãos de governo e de controle”, disse Colnago. 

    O diretor-presidente avaliou ainda que o sucesso da licitação que acontece em dezembro é fundamental para que a empresa possa no futuro, licitar outras áreas que fazem parte do seu portfólio de direitos minerários e contribuir para atração de novos investimento e retomada do crescimento do setor mineral.

    Luiz Mauricio, presidente da Associação Brasileira das Empresa de Pesquisa Mineral (ABPM), disse que a iniciativa da CPRM em oferecer suas áreas à iniciativa privada é um incentivo para novos investimentos em pesquisa mineral. “Vamos fazer um documento técnico de recomendação para incentivar a participação de empresas brasileiras e internacionais nesse processo de licitação. ”

    Durante a audiência, Marcio José Remédio, coordenador da CPRM, no Programa de Parceria de Investimentos (PPI) explicou os principais pontos da minuta do edital, como o modelo de negócio e o cronograma para realização da licitação em dezembro.  

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    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
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  • terça, 07 de agosto de 2018 às 16:14



    Funcionária conferindo o resultado da sua Bioimpedância.

    Durante os dias 30 de Julho e 03 de Agosto foi realizada na sede da CPRM, em Brasília, a segunda edição da SIPAT 2018 – Semana de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Foram realizados desde palestras a treinamentos de prevenção e combate a incêndio.
    A SIPAT é uma semana voltada à prevenção, tanto no que diz respeito a acidentes do trabalho quanto a doenças ocupacionais. Faz parte das atividades obrigatórias para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPA) e deve ser realizada uma vez por ano. Suas atividades ocorrem durante o horário de trabalho.

    O evento vai além da prevenção, incluindo temas como consciência corporal e coaching coletivo. Entre as atividades realizadas, houve sorteios de brindes e a campanha de vacinação contra a Febra Amarela. No último dia, os funcionários também tiveram a oportunidade de aferir, gratuitamente, sua pressão arterial e realizar a Bioimpedância, exame que avalia a composição corporal.

    A pesquisadora em Geociência e membro da CIPA, Loiane Gomes de Moraes, falou sobre a importância da SIPAT para a melhoria do ambiente de trabalho.

    “Acredito que o empregado que participa das ações propostas durante a SIPAT se torna mais interessado em conquistar melhorias para si mesmo e para seu ambiente de trabalho. Sinto que é um evento que proporciona a aproximação dos empregados e que deixa o ambiente mais harmonioso.”




    Clique aqui para ver a galeria do evento. 



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  • terça, 07 de agosto de 2018 às 11:00



    Consulta pública ocorre nos dias 6, 8 e 10 de Agosto.


    Serão realizadas nos dias 6, 8 e 10 de agosto, três audiências públicas referentes ao processo licitatório de títulos minerários do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). O evento é aberto à imprensa e ao público geral.

     A primeira audiência será realizada no auditório do Ministério de Minas e Energia (MME), em Brasília (DF) na próxima segunda-feira (6). O segundo encontro está marcado no Rio de Janeiro (RJ) no escritório da CRPM. A capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, será a sede do último encontro no dia 10. Estão previstas audiências de três horas de duração, entre 14h e 17h. (veja abaixo os endereços)

    As audiências fazem parte da consulta pública aberta para receber contribuições para minutas do edital e contratos referentes ao processo de cessão dos direitos minerários do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) incluídos no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). A expectativa é que a licitação seja realizada entre os dias 13 e 17 de dezembro de 2018. Os documentos do processo licitatório estão disponíveis desde o dia 25 de julho: AQUI

    Serão oferecidos aos investidores títulos minerários de carvão em Candiota (RS) e o um depósito Polimetalico (cobre, chumbo, zinco e outros minerais) em Palmeirópolis (TO). A expectativa é que a licitação seja realizada entre os dias 13 e 17 de dezembro de 2018.

    Essa inciativa faz parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), criado pelo governo para ampliar e fortalecer a relação entre o Estado e a iniciativa privada por meio de novos investimentos em diversas áreas, como infraestrutura  e mineração.

    INSCRIÇÕES

    As inscrições de interessados em se manifestar verbalmente nas audiências deverão ser realizadas até às 18h do dia anterior ao da sessão, por meio do Formulário de Inscrição (o mesmo formulário obrigatório a todos que queiram acessar os documentos em consulta pública na internet:
    http://www.cprm.gov.br/publique/Informacao-Publica/Consulta-Publica-5136.html). O formulário deve ser encaminhado para o endereço eletrônico ppi.mineracao@CPRM.gov.br ou entregue em um dos protocolos da CPRM, no local da audiência.

    Cada exposição estará limitada ao tempo determinado pelo presidente da audiência e obedecerá à ordem de inscrição. O número de expositores será definido em função das inscrições realizadas e do tempo total previsto.

    Inicialmente, será permitida a manifestação de pessoas físicas e de um representante de cada entidade. Na hipótese de haver defensores e opositores da matéria sob apreciação, inscritos ou não como expositores, o presidente da audiência procederá de forma que possibilite a oitiva de todas as partes interessadas, observado o período por ele definido para tanto. Os membros da mesa poderão interpelar o depoente sobre assuntos diretamente ligados à exposição feita, sendo permitido o debate esclarecedor.

    Todas as manifestações serão registradas por meio eletrônico, de forma a preservar a integridade de seus conteúdos e o seu máximo aproveitamento como subsídios ao aprimoramento do ato regulamentar a ser expedido.

    Veja a programação e o local das audiências

    As Audiências Públicas ocorrerão:
    - Dia 06/08/2018, das 14h às 17h, no Auditório MME, Esplanada dos Ministérios - Bloco U - Brasília/DF.
    - Dia 08/08/2018, das 14h às 17h, no Auditório do Escritório do Rio de Janeiro – ERJ da CPRM, situado na Avenida Pasteur, nº 404, Urca - CEP 22.290-255, Rio de Janeiro – RJ.
    - Dia 10/08/2018, das 14h às 17h, no Auditório CPRM, Rua Banco da Província, nº 105 - Santa Teresa, Porto Alegre - RS.

    A programação terá o mesmo rito nas três localidades:
    14h00 - 14h30 - Recepção de expositores e registro de participantes
    14h30 - 14h45 - Abertura das atividades  da Audiência Pública
    14h45 - 15h00 - Exposição do tema (membro da mesa)
    15h00 - 16h45 - Pronunciamento dos inscritos por ordem de recebimento de inscrições
    16h45 - 17h00 - Comentários finais e encerramento

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  • terça, 07 de agosto de 2018 às 09:56



    Marcio Felix, secretário-executivo do MME, afirmou que a licitação dos ativos da CPRM  é um marco  para o setor mineral do país
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em conjunto com o Ministério de Minas e Energia, a Agência Nacional de Mineração (ANM) e a Secretaria do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), realizou nesta segunda-feira (6) a primeira audiência pública do processo de cessão de direitos minerários em Palmeirópolis (TO) e Candiota (RS).

    Durante a sessão, realizada na sede do ministério, em Brasília, representantes do setor público e do setor privado puderam apresentar sugestões e fazer questionamentos em relação ao processo de consulta pública, iniciado em 25 de julho deste ano.

    O conteúdo da audiência estará disponível para a sociedade na página da CPRM na internet por meio da ata do encontro.

    Estiveram presentes à audiência 39 pessoas. Se inscreveram para apresentar sugestões oralmente Fernando Cançaado, representante do Grupo Bemisa, o consultor Marco Tulio Naves e Carlos Nogueira da Costa Junior, do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC):

    Estão previstas ainda a realização de mais duas audiências como parte do processo de consulta pública, que vai até o dia 20 de agosto: na próxima quarta-feira (8), no Rio de Janeiro, e na sexta-feira (10), em Porto Alegre.

    Também está agendada, para os dias 14 e 15 de agosto, no Palácio do Planalto, a realização de “roadshow” e reuniões com interessados no processo de licitação.

    Os documentos da consulta pública podem ser encontrados no seguinte endereço na internet: http://www.cprm.gov.br/publique/Informacao-Publica/Consulta-Publica-5136.html

    MARCO PARA O SETOR - Na abertura da audiência, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Felix Carvalho Bezerra, afirmou que a licitação desses ativos é um marco para o setor mineral do país. Citou ainda uma série de outros leilões também programados para este ano nas áreas de energia elétrica e óleo e gás.

    O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do ministério, Vicente Lôbo, também citou o simbolismo desse processo de licitação, que irá colocar à disposição da sociedade títulos minerários de importante valor para o país.

    Ao falar sobre os projetos, o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil ( CPRM), Esteves Pedro Colnago, afirmou que, há décadas, o setor de mineração demanda a disponibilização dessas áreas para realização de pesquisas e investimentos. “O sucesso desse processo será fundamental para que possamos, no futuro, oferecer ao setor privado outras áreas que fazem parte de nossa carteira.”

    O secretário de Articulação de Políticas Públicas do PPI, Pedro Bruno Barros de Souza, afirmou que o processo de consulta pública tem como objetivo aprimorar ainda mais os documentos que foram disponibilizados e servirá de referência para a licitação de outros projetos da carteira da CPRM.

    O geólogo Paulo Ribeiro de Santana, ouvidor da Agência Nacional de Mineração (ANM), afirmou que o órgão  está atendendo com prioridade estas demandas CPRM, a fim de contribuir com o processo.

    Clique aqui e veja apresentação.

    Clique aqui para ver a galeria de fotos do evento.

    CONFIRA A PROGRAMAÇÃO E O LOCAL DAS PRÓXIMAS AUDIÊNCIAS

    - Dia 08/08/2018, das 14h às 17h, no Auditório do Escritório do Rio de Janeiro – ERJ da CPRM, situado na Avenida Pasteur, nº 404, Urca - CEP 22.290-255, Rio de Janeiro – RJ.

    - Dia 10/08/2018, das 14h às 17h, no Auditório CPRM, Rua Banco da Província, nº 105 - Santa Teresa, Porto Alegre - RS.

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  • sexta, 03 de agosto de 2018 às 16:33



    Pesquisadores percorreram o bairro coletando dados e evidências

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) encaminhou à Prefeitura de Maceió o relatório técnico elaborado a partir do último levantamento realizado no bairro que busca identificar as causas do surgimento de fissuras na região do Pinheiro, em junho. O relatório foi apresentado pelo geólogo Thales Sampaio, que representou o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Carlos Bacelar.  



    Sampaio explicou as recomendações do relatório à gestão municipal, que indica a necessidade de levantamentos mais aprofundados, com sugestões de estudos detalhados de geologia, geofísica e hidrogeológia. “É importante  enfatizar que para o entendimento e elucidação das possíveis causas é necessário uma interpretação sistêmica e integrada de todas as dimensões propostas nos estudos”.

    O relatório é decorrente do plano alinhado pelo grupo de trabalho criado em Brasília com a participação de órgãos do governo federal e prefeitura. O documento traz informações técnicas de acordo com o levantamento realizado entre os dias 19 e 25 de junho, período em que uma equipe da CPRM coletou evidências nas vias públicas e edificações, levando em consideração também o relato de moradores.

    Os levantamentos realizados em campo e a integração dos dados permitiram a caracterização de três graus de intensidade das fissuras, considerando a quantidade, a abertura e a persistência nos locais mapeados. O relatório enfatiza que ainda não é possível identificar e caracterizar o processo causador do fenômeno, por isso, a sugestão de novos estudos.

    O documento esclarece também que, conforme depoimentos colhidos dos moradores, a existência dos indícios de instabilidade é muito anterior ao abalo sísmico ocorrido no dia 3 de março deste ano. Nesse sentido, há o registro de ocorrência de fissuras em um período entre cinco e dez anos.

     O titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds), da qual faz parte a Defesa Civil de Maceió, Gustavo Acioli Torres explica que o relatório sugere que Prefeitura continue com o monitoramento por meio da instalação de réguas, além de recomendar o levantamento de dados técnicos. O objetivo, segundo justifica o relatório, é acompanhar se houve ou não evolução do processo nas diferentes regiões do Pinheiro, algo que já vem sendo realizado pela equipe da Defesa Civil em contato com os moradores do bairro.

    “O suporte do Serviço Geológico do Brasil é crucial neste trabalho para que, conjuntamente, possamos chegar a uma conclusão sobre o que de fato acontece no Pinheiro. É uma situação que, sem este apoio, nenhuma cidade brasileira teria condições de buscar esclarecimentos, em razão da insuficiência de instrumental técnico e de equipamentos, levando em consideração a complexidade do fenômeno”, comenta o secretário.

    O secretário adjunto da Defesa Civil Municipal, Dinário Lemos, afirma que o grupo de trabalho criado para monitorar o bairro do Pinheiro segue mobilizado. “Mantemos o monitoramento constante da área. Estamos trabalhando de forma integrada com órgãos do governo federal e, nas próximas semanas, iremos a Brasília para que possamos alinhar as próximas etapas”, informa.

    O documento destaca a qualidade técnica do trabalho desenvolvido pela Defesa Civil Municipal e propõe a ampliação e reestruturação do órgão, com suporte da Defesa Civil Nacional, para aperfeiçoar o monitoramento de dados. Além disso, também recomenda a implantação de núcleos comunitários para facilitar a comunicação entre a população e a gestão municipal e um levantamento de vulnerabilidade social da população da área afetada.


    Em relação ao estudo geofísico sugerido no relatório, o Serviço Geológico explica que este método de pesquisa tem a finalidade de investigar possíveis estruturas em subsuperfícies que possam ter influência na desestabilização do terreno. Sobre o estudo hidrogeológico, o relatório aponta que o intuito é entender as características do aquífero existente na região e suas possíveis influências no processo.

    Os dois estudos exigem corpo técnico especializado e equipamentos, cuja viabilidade de recursos e pessoal necessário à execução será discutida nas próximas semanas em Brasília com representantes da Prefeitura, ministérios da Integração Nacional e das Cidades.

     Confira galeria de fotos aqui.

    Ascom Semds – Maceió                                                                
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • sexta, 03 de agosto de 2018 às 16:07





    A posse da nova Diretoria da CONAE reuniu empregados no Rio de Janeiro.

    O presidente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Esteves Colnago, participou nesta quarta-feira (1/8), no escritório do Rio de Janeiro, da posse da nova diretoria da Coordenação Nacional de Empregados (CONAE). Foram empossados os pesquisadores Jônatas de Sales Macedo Carneiro, como presidente; Paulo Roberto Bastos Leite, como vice-presidente; Elem Cristina dos Santos Lopes, como diretora trabalhista, Diego Guilherme da Costa Gomes, como diretor financeiro e Ana Cristina Bonfim Peixoto, como diretora-secretária.


    Durante seu discurso, o diretor-presidente agradeceu e parabenizou a Diretoria anterior pelo trabalho realizado em defesa dos interesses dos empregados. Ele destacou a importância da valorização do corpo técnico, que  é o maior patrimônio da empresa.  Citou investimentos em capacitação, tecnologia e comunicação visando o aumento da produtividade, a integração das unidades regionais e, ainda, o incentivo a saúde e segurança dos empregados em campo.
    Colnago citou a necessidade de parcerias estratégicas, como a  estabelecida com a ANP/Petrobras, e lembrou que a empresa, prestes a completar 50 anos, vive um momento importante de sua história. Ele convidou os funcionários a uma reflexão sobre os novos caminhos que a empresa precisa trilhar para se aproximar cada vez mais da sociedade e mostrar a relevância de suas ações.
    O diretor-presidente destacou, ainda, a importância dos projetos com valor público, aqueles que impactam de maneira positiva a vida dos brasileiros, como o mapeamento de áreas de risco e o monitoramento dos principais rios do país. Ele terminou o discurso desejando êxito à nova diretoria, e colocando-se à disposição para dialogar em busca de consenso para questões que envolvem os interesses dos empregados e da empresa.
    Para o novo presidente da CONAE, Jônatas de Sales Macedo Carneiro, a diretoria anterior conduziu a Coordenação de maneira muito positiva, assertiva e corajosa, especialmente no estabelecimento de canais de comunicação na empresa. Para ele, o grande desafio é envolver os funcionários da CPRM nas questões que tangem a instituição. “Queremos colaborar para lembrar que esta empresa é formada por pessoas”, afirmou.
    A nova Diretoria da CONAE destaca que o grande desafio é envolver os funcionários nas
    questões que tangem a instituição.

    O diretor-presidente convidou os funcionários a uma reflexão sobre os novos caminhos que a empresa precisa trilhar para se aproximar cada vez mais da sociedade e mostrar a relevância de suas ações.

    A posse da nova Diretoria da CONAE reuniu empregados no Rio de Janeiro.




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