ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • sexta, 13 de julho de 2018 às 10:52





    Palestra de Homero Reis
    Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), a Comissão de Sustentabilidade da CPRM promoveu a 6º Semana do Meio Ambiente com o tema “Lixo nos Mares: Ajude a reciclar essa ideia”. Ao longo de todo o mês de junho, foram realizadas diversas atividades em todas as unidades regionais. Buscando conscientizar os empregados sobre os perigos da poluição marinha, bem como, a importância da preservação ambiental, a programação do evento incluiu palestras, exibições de filmes e apresentações culturais.

    Belém- A Superintendência Regional de Belém (Sureg-BE) organizou, no dia 28/06, uma palestra sobre as consequências da presença de lixo nos mares com o pesquisador em geociências, Homero Reis de Melo Júnior. Houve também a realização da 3º Edição do Mingau na Caneca, evento que distribuiu mingau em canecas sustentáveis aos empregados da unidade.

    Rio de Janeiro – O Escritório do Rio de Janeiro, no dia 19/06, recebeu a apresentação do Geotales, grupo performático da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), que declamou poesias de Cora Coralina e Maria Rezende, dentre outros artistas. Os empregados também tiveram a oportunidade de assistir a reportagem Ameaça Global: Lixo nos Mares, do programa Matéria de Capa, da TV Cultura, que trata sobre o excesso de plástico nos oceanos e seus impactos na vida marinha.

    Porto Velho – Já a Comissão de Sustentabilidade da Residência de Porto Velho promoveu uma palestra com o tema “A poluição plástica e seus efeitos no ambiente aquático”, ministrada por Vivian Azevedo Ribeiro, engenheira ambiental e mestranda da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). O evento teve como objetivo discutir sobre a importância da sustentabilidade e responsabilidade socioambiental no cotidiano e ambiente de trabalho. Além disso, houve uma maior divulgação da horta colaborativa, criada pelos membros da Sustentabilidade para incentivar a alimentação orgânica e hábitos saudáveis dos empregados.

    São Paulo – No Dia Mundial do Meio Ambiente, foi exibida a reportagem “Ameaça Global: Lixo nos Mares”, do programa Matéria de Capa, da TV Cultura, no auditório da SUREG-SP. Após a exibição do vídeo foram feitos comentários a respeito de como podemos diminuir o uso de plástico no trabalho e em casa, além da divulgação de uma mostra de cinema ambiental que está acontecendo em São Paulo. 

    A SUREG-SP também apoiou a campanha para arrecadação de lacres de latas de bebidas para a confecção de cadeiras de rodas, que realizou  um evento para a entrega desses equipamentos.
     
    Belo Horizonte – Na SUREG-BH, a atividade da Semana do Meio Ambiente foi uma palestra de Katiane Brito do Instituto Mineiro de Gestão de Águas (IGAM), no dia 28/06. Brito falou sobre as áreas de atuação do IGAM e os resultados obtidos ao longo de mais de 10 anos de monitoramento da qualidade das águas dos rios no estado de Minas Gerais.  

    Manaus- Na Litoteca da SUREG-MA, ao longo de todo o dia 28/06, ocorreram atividades referentes ao Dia Mundial do Meio Ambiente como, por exemplo, palestras e exibição de filmes. Alessandro Sampaio, representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, apresentou sobre “Resíduos urbanos e sua relação com as queimadas urbanas”, destacando as atividades de fiscalização realizadas pelo órgão, as ações desenvolvidas em parceria com outras instituições e medidas de prevenção sobre a temática e suas consequências.

    Apresentação do grupo Geotales
    Palestra de Vivian Azevedo Ribeiro


    Exibição da reportagem "Ameaça Global: Lixo nos Mares"


    Katiane Brito proferindo sua palestra
    Palestra de Alessandro Sampaio, representante da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade


    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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  • sexta, 13 de julho de 2018 às 09:43



    Previsão de níveis no rio Madeira na estação em Porto Velho

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) deu início na sexta-feira, dia 06/07, à operação de monitoramento de estiagem da bacia do rio Madeira. O acompanhamento será realizado semanalmente até o fim do período de vazante, que ocorre normalmente no mês de outubro. A cada publicação, dados de monitoramento e previsão para os rios Madeira, Abunã, Guaporé e Mamoré, nos municípios de Pimenteiras, Costa Marques, Guajará Mirim, Porto Velho e Nova Mamoré serão atualizados.


    Segundo o primeiro boletim publicado, o período de estiagem se iniciou dentro da normalidade ou pouco acima da média histórica para o período. Ainda assim, o monitoramento irá acompanhar a evolução da estiagem ao longo dos próximos meses de modo que, em caso de intensificação ou prolongamento, a população possa ser bem informada. Órgãos de defesa civil, gestão de recursos hídricos, meio ambiente, navegação e geração de energia elétrica, são alguns dos usuários do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira (SAH Rio Madeira), que opera tanto em época de cheia quanto de seca.

    De acordo com o engenheiro hidrólogo da CPRM, Marcus Suassuna Santos, será feito o monitoramento dos níveis dos rios da região e a comparação desses níveis com o histórico de monitoramento. Além disso, serão feitas previsões de níveis para os 28 dias subsequentes, que até o monitoramento da estiagem de 2017 era de 14 dias. Além disso, na operação deste ano, serão apresentadas de modo mais sistemático, as incertezas da previsão. As previsões serão atualizadas semanalmente.

    Desde 2016, a equipe da CPRM vem desenvolvendo este monitoramento por meio de boletins que resumem a condição no período de vazante e realiza previsões para o comportamento hidrológico dos rios da região.

    Os dados do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira (SAH Rio Madeira), podem ser acessados, aqui.


     Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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  • terça, 10 de julho de 2018 às 16:09



    Audiência pública realizada na localidade de Santana, município de Urussanga, SC, para apresentação do 11º Relatório de Monitoramento dos Indicadores Ambientais da Bacia Carbonífera de Santa Catarina

    Na quinta-feira, dia 05/07/, na localidade de Santana, município de Urussanga em Santa Catarina, foi realizada Audiência Pública para apresentação do 11º Relatório de Monitoramento dos Indicadores Ambientais da Bacia Carbonífera de Santa Catarina. Na ocasião, o geólogo do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) Marlon Hoelzel, coordenador executivo do projeto Recuperação Ambiental da Bacia Carbonífera de Santa Catarina, apresentou dados referentes ao andamento da recuperação das áreas degradadas de responsabilidade da União, relacionadas à Ação Civil Pública nº 93.8000533-4 que estão sendo recuperadas pela CPRM.


    O evento, promovido pela 4ª Vara da Justiça Federal de Criciúma-SC, contou com a presença de representantes do Ministério Público Federal, da Advocacia Geral da União, da Agência Nacional de Mineração (ANM), da Fundação do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (FATMA), empresas de mineração do carvão, centros de pesquisa, e CPRM.

    Representando a CPRM, estavam presentes o superintendente regional de Porto Alegre Fernando Henrique Schwanke, o geólogo Jorge Pimentel representando o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial (DHT), Antônio Carlos Bacelar Nunes, o gerente de Hidrologia e Gestão Territorial Diogo Rodrigues da Silva, a gerente de Infraestrutura Geocientífica Ana Claúdia Viero, a engenheira hidróloga Andréa Germano, o advogado Gustavo Machado e membros da equipe técnica do núcleo de Criciúma. Estiveram ainda em Criciúma para discutir melhorias tecnológicas para o núcleo, o chefe do Departamento de Informações Institucionais (DEINF), Edgar Shinzato, e o chefe da Divisão de Informática (DIINFO) Ricardo Barcelos.


    Representantes da CPRM em visita as áreas degradadas pela mineração do carvão que serão objeto de recuperação ambiental

    Apresentação das atividades da recuperação das áreas degradadas de responsabilidade da União



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  • segunda, 09 de julho de 2018 às 15:55






    Em linha com o objetivo de promover um maciço programa de capacitação do corpo funcional do Serviço Geológico do Brasil, a Diretoria Executiva e a Câmara Técnico-Científica (CTC) trabalharam para regularizar a situação de todos os 79 colaboradores que participavam de mestrados e doutorados sem autorização da instituição e que buscaram o aval do SGB/CPRM.

    Foi aprovada ainda a participação de 26  empregados em cursos de mestrado e doutorado entre julho de 2017 e junho de 2018.

    Esse total de 105 cursos autorizados no período representa aproximadamente o dobro das 56  autorizações concedidas entre janeiro de 2014 (data da criação da CTC) e julho  de 2017.

    A Câmara Técnico-Científica avalia que está concluída a fase de regularizações. Todos os colaboradores que estavam fazendo curso sem autorização/conhecimento do SGB/CPRM, iniciados até o 2º semestre de 2017, foram devidamente autorizados, salvo caso em que o pesquisador manifestou não ter interesse em ficar em conformidade com as normas e casos não abrangidos pela norma, como cursos feitos por técnicos que dispõe de cargo de nível médio, de acordo com a CTC.

    “Portanto, cursos iniciados a partir do 1º semestre de 2018 sem avaliação da CTC e sem autorização do SGB/CPRM através de sua Diretoria Executiva serão considerados como em inconformidade com a norma RHU 01.03-01”, informa a CTC em relatório divulgado em março de 2018.

    A norma RHU 01.03-01 foi alterada pela Diretoria Executiva em setembro de 2017. As mudanças contemplam, por exemplo, aumento de periodicidade de processos seletivos, dar às diretorias poder para definir o número de vagas por processo seletivo e o novo rito processual para solicitação e aprovação de cursos de pós-graduação. (veja mais detalhes abaixo).

    Destaca-se que a CTC não aprova nem desaprova nenhum candidato. Ela recomenda e orienta a Diretoria Executiva para tomada de decisão.

    Atualmente, o Serviço Geológico do Brasil possui 323 mestres e 127 doutores em seu quadro funcional. Estão aprovados, em andamento ou com início no próximo semestre , 68 cursos de funcionários da DGM, 43 da DHT, 13 da DIG, 7 da DAF e 4 de colaboradores ligados à Presidência.


    Veja as principais mudanças após revisão da Norma RHU 01.03-01, que rege o Programa de Pós-Graduação do SGB/CPRM (PPG):


    1. Benefício financeiro futuro: Ainda que o pleito não contemple nenhum tipo de liberação de horário de expediente, nem apoio financeiro, o mesmo deve seguir integralmente as normas de aprovação estabelecidas pela CTC para que possa ter direito a qualquer tipo de benefício financeiro futuro concedido pela CPRM.

    2. Empregados ocupantes de cargos de confiança com funções gratificadas agora podem participar de cursos de pós-graduação.

    3. Fim do interstício entre cursos de pós-graduação.

    4. Processos seletivos passam a ser semestrais e não mais anuais.

    5. A quantidade de vagas disponíveis por processo seletivo agora será definida pelas diretorias.

    6. Autorização para cursos somente é válida se for decisão da Diretoria Executiva.

    7. A autorização dada ao pesquisador estará automaticamente cancelada se este nã for aprovado no processo seletivo da Universidade previamente informada.

    8. O pesquisador que solicitar alteração no início do período aprovado e/ou modificação da área de pesquisa e/ou mudança de universidade deverá submeter seu pedido para avaliação da CTC, do representante da diretoria do pesquisador na CTC e posterior deliberação pela Diretoria Executiva.

    9. Para detalhes sobre documentação e critérios requeridos para participação no PPG e critérios e procedimentos para avaliação das solicitações de participação no programa de pós-graduação – PPG, consulte o texto integral da norma que está disponível na Intranet, em Guias Orientativos/Documentação Normativa/RHU 01 – Planejamento de Pessoal. Acesse aqui!


    A Diretoria Executiva da CPRM também aprovou outras mudanças em relação aos ritos burocráticos:

    - A responsabilidade por solicitações e aprovações para submissão de resumos, resumos expandidos, artigos e outras publicações desta natureza, bem como decisão sobre participação em congressos, simpósios, conferências, fóruns e demais eventos dessa natureza passa a ser das chefias de departamento e suas diretorias.

    - Cabe a cada diretoria controlar a quantidade de publicações e participações em eventos de pesquisadores da sua área ao final de cada ano usando o fluxo usual da DIDEHU com elaboração da STR. Participações em cursos com mínimo de 360h, no Brasil ou no exterior, conforme prevê a norma RHU 01.03-01, permanecem com responsabilidade compartilhada com a CTC.

    - Foi transferida para a coordenação de capacitação do DERHU todas as tarefas referentes a normatização, comunicação com os participantes de treinamento, verificação de documentos, informações gerais, organização de relatórios, processo de seleção de candidatos, conforme prevê a Norma RHU 01.03-01, acompanhamento dos participantes durante os cursos e controle e encaminhamento de pedidos de ajustes, prorrogações, liberações e etc.

    Assessoria de Comunicação
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  • segunda, 09 de julho de 2018 às 11:05





    Geólogos da CPRM realizam estudo que amplia potencial mineral da região



    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) promoverá nos dias 19 e 20 de julho, em Peixoto de Azevedo, Mato Grosso, o 4º seminário das Províncias Metalogenéticas Brasileiras - Província Aurífera Juruena - Teles Pires. Serão 19 palestras técnicas e uma saída de campo para conhecer testemunhos de sondagens de alguns projetos em execução por empresas de mineração. O município escolhido para receber o evento alcançou a produção de ouro de origem legal de 5,4 toneladas em 2016 (fonte STN), representando mais de 60% da produção de ouro de origem garimpeira do Estado de Mato Grosso.

    O evento terá a presença de pelo menos 12 empresas de mineração que já atuam na região, além de universidades e consultores. Na oportunidade, serão apresentados os dados geológicos resultantes da investigação em andamento pela CPRM, que contribuirão para a reavaliação do potencial metalogenético da região. Serão apresentados os resultados da cartografia geológica de 9 mil km² no setor Nordeste do Mato Grosso em escala 1:100 000, 3 folhas em escala 1:50 000 da região de Aripuanã, além do mapa de integração geofísico-geológica de 16 folhas (1:100.000).

    Com apoio da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) e da Companhia de Mineração do Estado de Mato Grosso (Metamat), o evento tem inscrições gratuitas e vai abordar questões da geologia regional, tectônica, mineralizações, processos e gênese dos depósitos de ouro e metais-base, seus avanços, desafios e sugestões de trabalhos futuros. Será realizado no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil localizado na rua Pedro Alvares Cabral, nº 58, Centro, Peixoto de Azevedo.

    De acordo com o geólogo e superintendente da CPRM em Goiânia, Gilmar Rizzotto, a região norte de Mato Grosso foi e continua sendo importante produtora de Ouro e com perspectivas de início da produção de chumbo e zinco em Aripuanã. “A CPRM está apresentando produtos em uma região em que novas descobertas de alvos ricos em cobre e ouro elevaram o potencial mineral e a retomada de novos investimentos no setor mineral”, destacou. 

    A Província Aurífera Juruena - Teles Pires que engloba os estados do Mato Grosso, Amazonas e parte sul do Pará está inserida no contexto de dois compartilhamentos tectônicos: Província Rondônia-Juruena e Província Tapajós-Parima (Domínio Peixoto de Azevedo).

    DATA: 19.07.2018 – QUINTA-FEIRA

    8h30- Abertura do evento

    Representantes da CPRM, METAMAT, COOGAVEPE

    PROVÍNCIA RONDÔNIA-JURUENA

    9h- Palestra:  A pesquisa geológica e os recursos minerais na CPRM: o papel do Estado no fomento à indústria mineral" - Marcelo Almeida - Chefe Departamento de Recursos Minerais –CPRM/RJ

    9h30- Palestra: O Magmatismo Intraplaca Estateriano na Província Rondônia – Juruena – Gilmar José Rizzotto – CPRM (Sureg-GO)

    10h- Palestra: O Potencial Mineral da Porção Leste da Província Aurífera Juruena-Teles Pires – Francisco Rios - CPRM (Sureg-GO)

    10h30-  Coffe break 

    11h- Palestra: Geologia e Estilos de Mineralização no distrito de Apiacás- Província Aurífera Alta Floresta – Prof. Jayme Leite – UFMT

    11h30- Palestra: Mineralizações magmáticas – hidrotermais de ouro e metais de base na região centro-norte da província Juruena – Teles Pires e implicações tectônicas – Marcelo Galé/USP

    12h- Espaço para perguntas

    12h ás 14h- Intervalo para almoço

    14h- Palestra: Geologia do Grupo Roosevelt – Fernando Diener - CPRM (Sureg-GO)

    14h30- Palestra: Análise estrutural nos arredores do Depósito do Expedito, Aripuanã-MT – Gil Barreto- CPRM (Sureg-GO)

    15H- Palestra: Zona de Cisalhamento Canamã e o Lineamento Arinos-Aripuanã- Prof. Amarildo Ruiz – UFMT

    15H30- Palestra: Aspectos geológicos e guias prospectivos do ouro Eldorado do Juma, SE do Amazonas – Luis Goulart- CPRM (Sureg-MA)

    DOMÍNIO PEIXOTO DE AZEVÊDO (PROVÍNCIA TAPAJÓS-PARIMA)

    16h- Palestra: Geologia e Evolução Crustal das Rochas do Domínio Peixoto de Azevedo, Sul do Cráton Amazônico – Cleber Alves - CPRM (Sureg-GO)

    16h30- Coffee break

    17h- Palestra: Controle estrutural dos depósitos de ouro do setor leste da Província Aurífera de Alta Floresta: sobreposição de processos – Maria José Mesquita (UNICAMP)

    17h30- Palestra: As venulações relacionadas aos processos de alteração hidrotermal do depósito de Ouro do Paraiba – Diogenes Vial - PA GOLD Mineração e Metalurgia Ltda

    18h: Espaço para perguntas

    DATA: 20.07.2018 – SEXTA-FEIRA

    8h- Palestra: Vetorização mineral a partir de tecnologias espectrais: estudo de caso do depósito de Au-Cu Paraíba (MT) – Diego Fernando Ducart – UNICAMP

    08h30- Palestra: Deposit models for gold and base metals in the Alta Floresta Belt: just keep na open mind! – Eugênio Espada- EEX GeoConsulting - Mineral Exploration Geology

    9h- Palestra: “Novas entidades tectônicas e suas implicações: exemplos brasileiros de orógeno intracratônico e de metacráton” – João Orestes Santos- GeoAmazon PTY Ltda

    9h30- Palestra: Geocronologia doe Arcabouço Geológico do Depósito de Ouro da Faz. Figueira Branca, Sudeste da PAAF  - Max Junior - UFMT

    10h- Coffee break e sessão poster

    10h30- Palestra: Sistemas auríferos magmático-hidrotermais paleoproterozoicos da Província de Alta Floresta: modelos descritivos e geocronologia em minerais hidrotermais".Prof. Rafael Assis - USP

    11h- Palestra: “Empecilhos” ao Desenvolvimento da Mineração na Província Aurífera de Alta Floresta – Francisco Pinho/GEOMIN

    11h30- Palestra: Implementando sustentabilidade na mineração garimpeira e de pequena escala: o caso do distrito de ouro de Peixoto de Azevedo – Maria José Maluf de Mesquita – UNICAMP-Universidade CARDIFF

    11h30- Palestra: Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB): perspectivas para o biênio 2018-2019 - Roberto Xavier-UNICAMP/ADIMB

    12h- Espaço para perguntas

    12h30 ás 14h- Intervalo para almoço

    14h- Mesa Redonda

    Abertura: Palestra “Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB): perspectivas para o biênio 2018-2019” - Roberto Xavier-UNICAMP/ADIMB
     
    16h- Coffee Break e sessão poster

    16h30- Fechamento

    19h- Solenidade de encerramento

    DATA: 21.07.2018 – SÁBADO – VISITA DE CAMPO

    Manhã- Visita a casa da PA Gold em Peixoto para visita aos testemunhos de sondagem de alguns projetos na região, com acompanhamento dos geólogos das empresas

    -Filão do Paraiba (PA Gold)

    -Filão da Porteira (Gaucinho e BNM)

    -Filão do Ênio (União do Norte) (BNM e Mata Nativa)

    -Alvo Pé Quente (Gabren)

    Tarde- Visita técnica

    Amostra de veio de quartzo contendo aglomerados de ouro livre



    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
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  • quinta, 05 de julho de 2018 às 14:34



    O estado do Tocantins está na rota da pesquisa dos minerais estratégicos e agrominerais, mais ainda não possui os dados geológicos integrados do seu território acessíveis aos investidores. 



    Representantes do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do governo do Tocantins se reuniram no escritório do Rio de Janeiro, na quarta-feira (4/7), para discutir uma parceria voltada ao desenvolvimento de projetos nas áreas de geologia e recursos minerais, como levantamentos aerogeofísicos e o mapa geológico do Estado que vai integrar e atualizar os estudos já realizados pela CPRM e apontar novas áreas com potencial mineral no estado.


    O encontro teve a participação do subsecretário da Casa Civil do estado, Bruno Barreto, do diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, do diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Leonardo Andriotti, da chefe do Departamento de Geologia, Lucia Travassos e de  Marcelo  Almeida Esteves, chefe do Departamento de Recursos Minerais.

    O diretor-presidente Esteves Colnago destacou o interesse da empresa de trabalhar em conjunto com o governo do estado para alavancar o conhecimento sobre a geologia e também sobre os recursos hídricos do território tocantinense. Citou ainda algumas ações que a CPRM está desenvolvendo no estado como, por exemplo, o projeto de cobre, chumbo, zinco e ouro de Palmeirópolis, que será licitado este ano no mercado pelo Programa de Parcerias de Investimento (PPI), que busca a atração de novos investimentos em diversos setores da economia, inclusive de mineração.

    Colnago também comentou que a CPRM está desenvolvendo o projeto de materiais para construção civil, na região metropolitana de Palmas, que, de acordo com ele, é uma cidade jovem que precisa promover a gestão sustentável de insumos como argila, brita e cascalho. O estudo deverá ser concluído no final de 2019 e pretende analisar o cenário atual da produção e exploração mineral, cadastrar novas ocorrências, identificar produtores e principais consumidores, além de avaliar reservas potenciais e apresentar ensaios tecnológicos que vão indicar novas alternativas de aplicação, tendo como objetivo a ampliação e indicação de novas áreas favoráveis à exploração desses insumos.

    O subchefe da Casa Civil do governo do Estado do Tocantins, Bruno Barreto, disse que a parceria vai contribuir para desenvolver o setor mineral e diversificar a economia do Tocantins. No encontro, foi acertado que a CPRM e o governo do estado irão promover, em setembro, um seminário, no qual a CPRM vai apresentar seus estudos e projetos que podem atrair novos investimentos no setor mineral do estado.

    Assessoria de Comunicação
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  • quinta, 05 de julho de 2018 às 14:14





    Aproveitando o sucesso de bilheteria de Jurassic World: Reino Ameaçado, que levou quase 925 mil espectadores aos cinemas brasileiros, nossa equipe conversou com dois paleontólogos do Museu de Ciências da Terra (MCTer) para descobrir quais são as diferenças e semelhanças entre os dinossauros representados na tela grande e aqueles que dominaram a Terra há 65 milhões de anos.

    Começando pela polêmica envolvendo o astro principal dos filmes de Jurassic Park, a ausência de penas do Tiranossauro Rex. Já há estudos que indicam que essa espécie apresentava resquícios de penugem, principalmente no crânio e que suas características estavam mais próximas às das aves que conhecemos hoje, que possuem boa visão e ótimos sentidos de olfato e audição. “Você provavelmente seria devorado caso ficasse imóvel na frente dele”, conta Rodrigo Machado, paleontólogo do Museu de Ciências da Terra.

    Muitos dos dinossauros retratados no filme viveram no Cretáceo, o mais recente período da Era Mesozóica – entre 145 e 65 milhões de anos atrás, então por que não o título “Cretaceous Park”? Para o pesquisador, a justificativa talvez se dê pelo nome ser mais difícil de pronunciar do que “Jurassic Park”. Cabe ressaltar também que, tecnicamente, não seria correto usar Cretaceous, pois no filme também encontramos algumas espécies do jurássico. Machado brinca que no final das contas o título deveria ser “Holocene Park”, porque a história se passa nos dias atuais, época chamada de Holoceno.

    Os dinossauros despertam interesse nas pessoas desde que foram descobertos e nomeados, em meados do século XIX. Outros fósseis de animais gigantes, como mamutes e mastodontes, já eram conhecidos, mas enquanto estes eram claramente parecidos com os elefantes, os dinossauros eram diferentes de qualquer outro ser vivo já encontrado. “Na época, a ideia de que grupos inteiros de seres vivos podiam ser extintos ainda era controversa. Mais tarde, com a descoberta de esqueletos mais completos, suas montagens se tornaram grandes atrações dos já então populares museus de história natural”, explica Rafael Silva, paleontólogo do MCTer.

    Até a década de 1970, os estudos científicos classificavam os dinossauros como animais de “sangue frio”, lentos e reptilianos. Essa visão passou a ser questionada por novas evidências paleontológicas, resultando numa verdadeira revolução na ciência, o que inspirou o escritor Michael Crichton a criar seu famoso romance Jurassic Park, publicado em 1990. Segundo Rafael, Crichton de fato teve a consultoria de paleontólogos para redigir o livro. “Somado a isso, o primeiro filme (1993) gerou uma das maiores inovações da história do cinema, com a animação dos dinossauros sendo substituída pela computação gráfica, com resultados até hoje surpreendentes”.

    Porém, o pesquisador adverte que os filmes da franquia Jurassic Park podem causar certa confusão nos espectadores, que talvez acreditem que todos os animais ali representados são dinossauros. “Na verdade, os pterossauros e os mosassauros, por exemplo, não são enquadrados nessa categoria. Os pterossauros representam um grupo à parte com ancestrais em comum com os dinossauros, enquanto que os mosassauros são na verdade lagartos marinhos gigantes, parentes do Dragão-de-Komodo e do Lagarto-Monitor”, conta Silva.

    Os pterossauros não eram dinossauros, mas compartilhavam com estes o mesmo ancestral comum. (Fonte: Reprodução)
    Os mosassauros eram lagartos marinhos gigantes e foram os principais predadores dos oceanos no final do período Cretáceo (Fonte: Reprodução)


    Os filmes de Jurassic Park influenciaram gerações de paleontólogos. Houve um impacto positivo no sentindo de estimular a curiosidade das pessoas, que passaram a procurar saber mais sobre o assunto. “Ao mesmo tempo, cresceu o investimento e valorização nas pesquisas envolvendo dinossauros, com uma maior disponibilidade de financiamento de projetos e procura por cursos de pós-graduação”, comenta Rafael.

    Por outro lado, há também os impactos negativos, especialmente como a mídia retrata esses seres, de forma frequentemente equivocada ou sem embasamento científico. Silva lembra que quando o livro Jurassic Park foi publicado por Michael Crichton, ele incorporava as mais recentes descobertas científicas, como a relação filogenética dos dinossauros com as aves (que, a rigor, são de fato dinossauros) e o “sangue quente” desses animais (capacidade de gerar e controlar sua temperatura corporal).

    Segundo Rafael, o primeiro filme foi inspirado profundamente nesse livro, com algumas modificações na trama, mas a visão dos dinossauros era essencialmente a mesma. As sequências mantiveram o conceito de dinossauros, mas não refletiram os novos avanços da ciência nas telas de cinema, como o fato de muitas espécies terem o corpo recoberto por penas. “Talvez os grandes estúdios achassem que um Tiranossauro emplumado não fosse tão assustador”, brinca o paleontólogo.

    Mas e os dinossauros brasileiros? Será que é possível relacioná-los aos que aparecem nas obras cinematográficas? “Em nosso país, existem fósseis de espécies que pertencem à mesma família que o Spinosaurus (aquele grandão com uma vela nas costas que enfrenta e vence o Tyrannosaurusno último filme da trilogia original). Então, pode-se dizer que este dinossauro, ou algo parecido com ele, realmente habitou nosso território”, explica.

    Silva acredita que, aparentemente, nenhuma outra espécie brasileira pode ser identificada nos filmes porque alguns animais estão tão exagerados, distorcidos ou reinventados, que fica difícil reconhecer em quais espécies foram baseados. “Eu ainda não assisti ao último filme (Jurassic World: Reino Ameaçado), mas pude observar no trailer que o Carnotaurus, do Cretáceo da Argentina, está presente, da mesma forma como no livro de Michael Crichton, O Mundo Perdido, o que pode ser interpretado como outra contribuição da América do Sul ao universo cinematográfico sobre dinossauros mais famoso de todos os tempos”, diz o pesquisador.

    Texto: Jaques Lucas Cavalcanti
    Revisão: Cibele Pixinine
    Supervisão: Warley Pereira





  • quinta, 05 de julho de 2018 às 11:45



    Diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Leonardo Andriotti, palestra na 3ª Conferência Brasil-Alemanha de Mineração

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou da 3ª Conferência Brasil-Alemanha de Mineração e Recursos Minerais promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo). O evento ocorreu no dia 21 de junho na Fundação Dom Cabral, em Nova Lima (MG) e contou com a presença do diretor-presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago.


    O diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, José Leonardo Andriotti, foi um dos palestrantes, abordando o tema Serviço Geológico do Brasil - novas oportunidades para investimentos. Ele relatou que o evento destacou projetos de pesquisa realizados em parceria entre os serviços geológicos da Alemanha e do Brasil, sobre a reforma do setor de mineração no Brasil e apresentou tendências e tecnologias alemãs no ramo da mineração.

    Além do Serviço Geológico Brasileiro, participaram da conferência órgãos dos dois países como a Agência Alemã de Recursos Minerais (DERA), o Ministério de Economia e Energia da Alemanha (BMWi) e o Ministério de Minas e Energia do Brasil (MME). O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Vicênte Lobo, foi representado por Maria José Gazzi Salum, que falou sobre a política mineral brasileira. Entre as mineradoras participaram a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e a RWE Technology International.


    DGM José Andriotti e o diretor-presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago na abertura do evento
    Andriotti falou sobre novas oportunidade para investimentos

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  • quinta, 05 de julho de 2018 às 11:39



    Gerente de Hidrologia Diogo Rodrigues da Silva apresentou as ações de apoio à mitigação e prevenção de desastres naturais

    A convite do superintendente regional do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Fernando Schwanke, a cúpula da Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul foi recebida na Superintendência de Porto Alegre nesta terça-feira, dia 03/07, representada pelo Coronel Jarbas Tróis Ávila, subchefe da Defesa Civil do RS, do Tenente Coronel Roberto do Canto Wilkoszynski, chefe da Divisão de Assistência as Comunidades Atingidas e do Tenente Dimas Gottardo, coordenador do CODEC - Operações 24 horas. O encontro teve como objetivo aproximar as informações geradas pela CPRM com as ações de Defesa Civil do Estado do RS. 


    As ações desenvolvidas pelo Departamento de Gestão Territorial da CPRM sobre identificação de áreas de risco foram apresentadas pelo gerente de hidrologia Diogo Rodrigues da Silva, que expôs os trabalhos de desenvolvimento das cartas de setores de risco dos municípios, das cartas de suscetibilidade e do sistema de alerta hidrológico desenvolvido pela empresa.

    Conforme destacou Schwanke, todas ações apresentadas podem e devem ser integradas com as ações da Defesa Civil do Estado. “As informações foram muito bem recebidas e elogiadas pelos membros da Defesa Civil. Ficou acertada uma integração entre a área do Sistema de Alerta Hidrológico e a área de operações da Defesa Civil, pois as duas operam 24 horas. Também foram acertadas ações de capacitação da Defesa Civil do Estado e dos municípios, além de uma interação constante, o que trará benefícios para a sociedade gaúcha”, relatou.


    Representantes da Defesa Civil do Estado conhecem a sala de controle do Sistema de Alerta Hidrológico do rio Caí e Taquari

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  • terça, 03 de julho de 2018 às 16:14



    Gráfico do nível do rio Branco que transbordou em Caracaraí


    O nível do rio Branco em Caracaraí, terceiro município mais populoso do Estado de Roraima, atingiu a cota de inundação de 9,00 m neste domingo, dia 1º de julho. Nesta terça-feira, dia 03/07, chegou a 9,21 metros e continua subindo. O rio havia chegado a cota de alerta (8,50 metros) na quinta-feira, dia 28/06, quando foi emitido o primeiro Boletim Extraordinário do Sistema Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Branco pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) dirigido aos órgãos de defesa Civil.


    Na capital do Estado, em Boa Vista, o rio Branco está a 14 cm de atingir a cota de alerta e segue subindo. Nesta terça-feira, o Sistema de Alerta Hidrológico (SAH) do Rio Branco registrou o nível de 7,86 metros.

    Conforme a engenheira hidróloga da CPRM, responsável pelo SAH Rio Branco, Luna Gripp Simões Alves, os níveis do rio Branco e de seus principais afluentes estão sendo monitorados e, desde que o nível do rio atingiu alerta, estão sendo emitidos boletins diários com previsões para Caracaraí e Boa Vista. “O nível do rio Branco começou a subir expressivamente a partir da segunda quinzena de junho e desde então estamos acompanhando a sua evolução, nos preparando para o evento de cheia que está ocorrendo agora”, explicou.

    O rio Branco é formado pela junção dos rios Tacutu e Uraricoera. Na capital Boa Vista a previsão das cotas é realizada com 12 horas de antecedência. Em Caracaraí a previsão é ainda maior, com 24 horas de antecedência. Esta previsão pode mitigar perdas para uma população de 340 mil pessoas.


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  • terça, 03 de julho de 2018 às 12:55



    Alunos cegos e com baixa visão puderam tocar em peças de fósseis de milhões de anos


    Quando a falta de visão se torna uma limitação, é por meio dos outros sentidos que a pessoa com deficiência visual percebe o mundo ao seu redor. Pensando nisso, o Museu de Ciências da Terra (MCTer) abriu suas portas, nos dias 26 e 29 de junho, para a visita de estudantes do Instituto Benjamin Constant, centro de referência nacional na área da deficiência visual, que puderam interagir com amostras de rochas, minerais e fósseis do maior acervo de diversidade geocientífica da América Latina.


    Rompendo com a maneira convencional de conhecer um museu, a adaptações da exposição buscaram incentivar interações multissensoriais ao longo do passeio. Cerca de 60 alunos do sexto e sétimo ano do Ensino Fundamental tiveram contato com fósseis, minerais e rochas de texturas, odores e formatos diferentes. Para Priscila Marques, professora de ciências que acompanhou as turmas, a visita funciona como um complemento ao que é estudado na sala de aula. “Aqui eles puderam ver na prática tudo aquilo que estudamos na sala de aula. Eles têm essa curiosidade de tocar, já que muitos não enxergam, o toque se torna fundamental”, comenta a professora.


    Amostras de minerais foram pré-selecionadas para visita

    Ao longo do percurso, o grupo conheceu a história do universo, do Big Bang até os dias atuais, por meio da exposição interativa, que utilizou sons, cheiros e fósseis que marcam cada momento da história. Na segunda parte da visita, os alunos tiveram a oportunidade de manusear rochas e minerais, com a ajuda dos mediadores.

    “Eu achei a exposição muito legal! Gostei de tudo e recomendo muito para todo mundo”, exclama Irís Ramos de 11 anos. Já para Raquel Rosa, 13 anos, o ponto alto do passeio foi o manuseio das amostras do acervo do MCTer.  “Eu gostei de todo o passeio, mas minha parte favorita foi a do minerais, porque eu me interesso por essa área”, conta a estudante.

    De acordo com Rodrigo Machado, cooaborador do projeto, a ideia é que esta seja a primeira de muitas outras ações de aproximação com o Instituto Benjamin Constant. “Nosso desejo é que essa atividade faça parte da agenda do museu, já que o acervo daqui pode ajudar na complementação do ensino desses estudantes”, comenta Machado.



    Alunos e equipe do museu no primeiro dia de visitação (26/06)



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  • segunda, 02 de julho de 2018 às 16:10



    Representantes da Visiona apresentam o plano de satélites para a CPRM

    O diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Bacelar, recebeu os representantes da Visiona para discutir parceria entre o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a empresa desenvolvedora de satélites. O objetivo da reunião é instituir um acordo de cooperação que permitirá a disponibilização de dados aerotransportados ou orbitais para os bancos de dados da CPRM.


    Para o diretor Antônio Carlos Bacelar, a parceria com a Visiona é bastante relevante, pois auxiliará o Serviço Geológico a obter dados cada vez mais precisos, a serviço da população. “Estamos lidando com várias ocorrências, como a última que ocorreu a pouco no bairro de Pinheiro, em Maceió. A captação de dados com essa tecnologia vai nos ajudar a detectar as ocorrências em locais de difícil acesso, tanto como prevenção de desastres”, disse Bacelar.

    A empresa começa a construir o primeiro satélite 100% nacional com um protótipo de alta tecnologia e baixo custo. Segundo o presidente da Visiona, João Paulo Campos, o satélite tem capacidade para dar a volta na terra em uma hora e fará a coleta de dados através de rádio que permite a comunicação com o CEMADEM. Nesse sentido a proposta para a CPRM é coletar os dados hidrológicos e geológicos solicitados pela empresa para detecção, por exemplo, das cheias nos rios, praticamente em tempo real.

    Na primeira etapa do acordo, será criado um grupo de trabalho entre os técnicos da CPRM e da Visiona para elencar pontos de interesse de captação de dados da CPRM. O grupo se reunirá a partir de julho.


    João Paulo campos apresenta o protótipo do satélite da Visiona ao diretor Antônio Bacelar

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  • quarta, 27 de junho de 2018 às 10:00





    Rio em São Sebastião do Caí
     
    O Sistema de Alerta Hidrológico do Rio Caí (SAH Caí), operado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), emitiu nesta segunda-feira, dia 25/06, às 23h, o primeiro boletim de alerta de cheia de 2018 para bacia do rio Caí. O comunicado enviado para Defesa Civil e demais parceiros indicou, com uma previsão para 10h, que os níveis dos rios não atingiriam a cota de inundação, tranquilizando as comunidades da região.
     
    Na madrugada desta terça-feira, dia 26/06, o nível do Rio Caí chegou a 7,62 metros em São Sebastião do Caí. Foi o ponto máximo atingido após um total de chuva de quase 60mm, registrado nas ultimas 24h. Os boletins extraordinários começaram a ser emitidos pela CPRM com as previsões dos próximos níveis após o rio atingir a Cota de Alerta que é de 7 metros. Os problemas de inundação no município de São Sebastião do Caí iniciam na Cota de 10m; chamada de Cota de Inundação.

    “Trata-se do primeiro boletim após um grande período de estiagem na região Sul. A CPRM seguirá o monitoramento do rio e a qualquer momento podemos emitir um novo alerta”, explica a engenheira hidróloga da CPRM, Andrea Germano.

    O SAH Caí é formado por um conjunto de estações de monitoramento hidrológico que dão subsídios para a realização de previsões de nível de rios para áreas socialmente vulneráveis a inundações com o objetivo de mitigar eventuais prejuízos para vida e patrimônio da comunidade afetada.

    Os boletins extraordinários de alerta para enchente são repassados ao CEMADEN, CENAD, ANA, Defesa Civil estadual, defesas civis locais. Os dados transmitidos remotamente são armazenados e disponibilizados ao público, em tempo real, no portal da CPRM. Recentemente, o SAH Caí recebeu investimento de R$350 mil para aquisição e instalação de novos equipamentos.

    O Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE) da bacia do Rio Caí está disponível clicando
    aqui.

    Os dados hidrológicos utilizados nas previsões realizadas pelo SACE do Rio Caí são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional de responsabilidade da Agência Nacional de Águas (ANA), operada pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).


    Gráfico aponta nível de alerta pela primeira vez em 2018
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  • terça, 26 de junho de 2018 às 15:53



    Banca examinadora formada pelos profs. Francisco Egídio Pinho, Carlos J. S. Alvarenga, Elton L. Dantas (Orientador), Marcelo Ferreira da Silva (Doutorando) e Ricardo I. F. Trindade

    O pesquisador em Geociências Marcelo Ferreira da Silva, da Superintendência Regional de Goiânia (Sureg-GO) do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), defendeu em 29 de maio, pela Universidade de Brasília (UnB), a tese de doutorado “Evolução Tectônica de Rift para Margem Passiva da Faixa Paraguai-Mato Grosso, Brasil Central”.

    Silva analisou o desenvolvimento da Faixa Paraguai setentrional através de estudos geofísicos e de mapeamento geológico básico. A delineação de corpos magnéticos por meio da aerogeofísica de alta resolução permitiu, por exemplo, compreender a evolução da margem passiva do Cráton Amazônico, identificando assim os processos relacionados aos estágios iniciais da extensão do rifte responsável pela formação da Faixa Paraguai.

    Neste segmento geológico, foram identificadas rochas vulcânicas relacionadas a dois estilos de erupções piroclásticas: o Surtseyana determinado pelos derrames de lava de hialoclastitos e o Pliniano, relacionado às rochas ácidas tufáceas e ignimbríticas. A associação destas rochas às formações ferríferas bandadas e diamictitos está relacionada à primeira fase de ruptura do Rodínia, e, atribuída a glaciação Snowball Earth “Sturtiana”, inédita na Faixa Paraguai oriental.

    O geólogo também enfatizou a importância do entendimento da paleoarquitetura da Faixa Paraguai sob os sedimentos fanerozoicos das bacias do Paraná, Parecis e Bananal, e como esta margem passiva se desenvolveu nas bordas do Cráton Amazônico. O rifteamento proporcionou a formação e deposição de sucessões vulcanossedimentares associadas a relevantes depósitos minerais, e a identificação destas rochas propicia uma melhor compreensão da metalogenia existente na área, elucidando esta janela do embasamento na porção sudeste de Mato Grosso, Brasil Central.

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  • terça, 26 de junho de 2018 às 13:29



    Chefe do Departamento de Hidrologia (DEHID), Frederico Peixinho

    A Superintendência Regional do Recife do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) recebeu, entre os dias 13 e 15 de junho, o chefe do Departamento de Hidrologia (DEHID), Frederico Peixinho, e a coordenadora executiva Alice Castilho. A visita teve o objetivo de divulgar projetos em andamento, além de expor as perspectivas para o ano de 2019, como a realização de reuniões sobre projetos e propostas em desenvolvimento pela DIHEXP, e também sobre projetos da GEHITE-RE relacionados ao DEHID.

    Entre os projetos em desenvolvimento pela Divisão de Hidrogeologia e Exploração (DIHEXP), foram discutidos: RHUrucuia, PROREV, São Luis e Manaus, estes dois últimos em parceria com a ANA. Já as propostas em elaboração são o Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos nas bacias dos rios Carinhanha e Verde Grande, em parceria com a ANA, e o Mapa Hidrogeológico do Estado de Minas Gerais, em parceria com a SRH/MMA.

    Em sua apresentação, Peixinho mostrou que os projetos do DEHID estão divididos em três grupos: monitoramento de recursos hídricos, sistemas de Alertas de Eventos Críticos e Sistemas de Informações e pesquisa e estudos.

    No quesito Monitoramento de Recursos Hídricos, está previsto para 2019 a modernização de toda Rede Hidrológica Nacional (RHN), com a implantação gradual de novas estações da Rede Hidrológica Nacional de Referência (RHNR). Quanto a RIMAS está prevista a instalação de novos poços e a incorporação de outros através de cessão. Já o SIAGAS também irá receber o cadastramento de novos poços.

    O projeto de Sistemas de Alerta deverá receber a implantação de mais 2 novos sistemas, provavelmente nas bacias dos rios Pomba, em Minas Gerais, e Mearim, no Maranhão. 

    No quesito de Pesquisa e Estudos de Hidrologia destacam-se a continuidade dos projetos em curso como: Atlas Pluviométrico; Regionalização de Vazões; Bacias Representativas e Experimentais, e Hidrologia de Solos. 

    Quanto a Hidrogeologia, Estudos Integrados na Região do Urucuia, foi destacada a importância das parcerias tanto nacionais, quanto internacionais no desenvolvimento de alguns projetos como: Dinâmica Fluvial (Em parceria com IRD e Universidades Brasileiras); Cartografia Hidrogeológica (Mapa Hidrogeológico da América do Sul, com interveniência da OEA, Mapa Hidrogeológico de MG com SRH/MMA); Hidrologia Isotópica (parceira com AIEA), Monitoramento Integrado dos Recursos Hídricos do DF (parceria com ADASA); Estudos Hidrogeológicos Integrados (São Luis, Manaus, Carinhanha e Verde Grande, parceria com ANA).


    Equipe da Superintendência de Recife



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  • terça, 26 de junho de 2018 às 13:24



    Coordenadores dos comitês do MME e entidades vinculadas participaram do encontro

    Nos dias 18, 19 e 20 de junho, foi realizada a 35° Assembleia Geral Ordinária do Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade do Ministério de Minas e Energia e Entidades Vinculadas - COGEMMEV. O encontro aconteceu na Eletronorte e contou com a participação das coordenadoras do Comitê da CPRM Emília Hamman e Gabriella di Felício.


    A assembleia é resultado da Portaria 061/2018 assinada pelo ex-ministro Fernando Coelho Filho. O objetivo do encontro é a criação do plano estratégico do COGEMMEV, com a elaboração dos conceitos, objetivos e plano de ação para a promoção da igualdade de gênero, raça e diversidade, alinhada aos compromissos nacionais e internacionais assumidos a serem aplicados âmbito do MME e entidades vinculadas.

    Márcia Alves de Figueiredo, coordenadora geral do COGEMMEV, comenta que, a partir do encontro, será produzido um documento a ser encaminhado ao ministro de Minas e Energia. Esse será o manual que balizará as ações para os próximos dois anos.

    “Havia um trabalho intenso de todas as empresas vinculadas, mas não tinha uma formalização onde o MME pudesse se apropriar desse processo. Além disso, estamos atendendo um decreto presidencial da Secretaria de Políticas Para Mulheres, onde ele instrui que todos os ministérios deverão ter um comitê de gênero e raça”, destaca a coordenadora.

    Emília Haman, representante do Comitê da CPRM, diz que é a primeira vez que a assembleia acontece de forma tão dinâmica. “Todos estão colaborando com suas ideias em prol da formação do plano estratégico e essa integração é essencial para que os comitês possam propagar as ideias aqui debatidas”, declara Emília.

    Como resultado da assembleia, o COGEMMEV irá definir um regimento interno, com as definições e normas a serem adotadas por todos os comitês empresariais que o compõe, com a finalidade de ajustar e alinhar os trabalhos, comenta Gleide Brito, há 14 anos participando do comitê geral.

    Para a coordenadora do Comitê na CPRM, Gabriella di Felício, a reunião da COGEMMEV é um passo para que as reivindicações por mais equidade sejam atendidas. “O que se propõe é um plano estratégico de dois anos a ser adotado pelos membros dos comitês. A idéia é que nossas ações alcancem o maior número de empregados para continuarmos impactando as culturas organizacionais da empresa. Queremos passar o conhecimento adquirido nessa reunião para os nossos representantes regionais e assim possibilitar mais ações dentro da CPRM”, declara Gabriella.

    O COGEMMEV completará 15 anos em 2019, quando os Comitês se reunirão para as comemorações da data e apresentação do ato a ser assinado pelo Ministro.


    As coordenadoras do Comitê da CPRM, Emília Hamman e Gabriella di Felício

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  • terça, 26 de junho de 2018 às 11:43



     O assessor da diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, Thales Sampaio,  
    e o coordenador da Defesa Civil de Maceió, Dinario Lemos,  
     vistoriaram casas que apresentaram fissuras


    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) desencadeou uma ação emergencial que mobiliza uma força tarefa composta por pesquisadores de Brasília, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte e Recife, especialistas em risco geológico. Desde a semana passada, acompanhados pela Defesa Civil do município de Maceió, eles estão percorrendo o bairro Pinheiro e seus arredores, conversando com moradores e vistoriando ruas, casas e prédios em busca de evidências de movimentação de massa.

    Os primeiros registros desse fenômeno que causou afundamento de ruas e fissuras nos imóveis do bairro começaram após chuva em fevereiro e um tremor de terra em março, que foi sentido por moradores do bairro.  Assustados, eles acionaram a Defesa Civil, que entrou em alerta e recomendou aos moradores a desocupação de casas e prédios que apresentaram fissuras nas paredes e estão comprometidos.

    “Estamos apenas começando a investigação. É um bairro inteiro que apresenta indícios de movimentação de massa. Esse trabalho em campo de coleta de dados é essencial. Vamos fazer uma análise minuciosa e indicar para a Defesa Civil qual é o grau de risco dos pontos mapeados e quais precisam ser monitorados”, explica Thales Sampaio, assessor da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, que esteve em Maceió.

    Sampaio destaca que a CPRM está levantando uma série de informações sobre a geologia, incluído, geotécnica, hidrogeologia, estratigrafia e estruturas geológicas antigas e recentes (neotectônica). “Analisar e compreender de um ponto de vista sistêmico todas as informações integradas irá  auxiliar os pesquisadores na etapa seguinte, que é realizar o levantamento em detalhe com métodos geofísicos GPR e eletro-resitividade”.    

    “Ainda é cedo para fazer qualquer tipo de afirmação pela complexidade do fenômeno. Todas as hipóteses estão sendo avaliadas. Só depois dessa avaliação criteriosa é possível prever qual tipo de intervenção deve se feita no bairro”, afirma Sampaio.

    Sandra Fernandes, chefe da Divisão de Geologia Aplicada, que também está em Maceió levantando dados e evidências de movimentação de massa, conta que a equipe está mapeando e delimitando os pontos e abrangência das fissuras para informar à Defesa Civil quais devem ser monitorados. 

    Ela afirma que nos próximos dias especialistas da CPRM em geofísica desembarcam na cidade para ajudar na investigação.  “Esse diagnóstico inicial vai indicar quais equipamentos e métodos de geofísica são apropriados”.  A pesquisadora adianta que serão feitas varreduras rasas e profundas no subsolo do bairro para verificar se existem e onde estão localizadas zonas de fratura.

    O coordenador da Defesa Civil de Maceió, Dinario Lemos, diz que a presença dos pesquisadores da CPRM na cidade tranquiliza os moradores e contribui para solucionar o problema.  “Quando surgiram os primeiros relatos dos moradores a CPRM enviou dois especialistas. Com o agravamento da situação fomos a Brasília pedir ajuda e a CPRM prontamente nos atendeu”, afirma.

    Lemos conta que se reuniu com o diretor-presidente da instituição, Esteves Colnago, e com o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial, Antônio Carlos Bacelar, para explicar a gravidade da situação. “O diretor Bacelar esteve em Maceió para ver de perto o problema e prontamente articulou essa força tarefa que está na cidade para nos ajudar a decifrar esse fenômeno”.
     
    Equipe de pesquisadores da CPRM durante Briefing para definir
    quais locais do bairro do Pinheiro serão vistoriados
    Pesquisadores percorreram ruas do Bairro Pinheiro
    em busca para delimitar pontos de fissuras e afundamento


    Veja as matérias que saíram na imprensa: 


    1) G1

    Geólogos do Governo Federal iniciam novos estudos para tentar identificar causas de rachaduras no Pinheiro, Maceió

    2) A Gazeta


    Especialistas do Serviço de Geologia do Brasil avaliam rachaduras no Pinheiro

    Equipe de geólogos chega a Maceió

    Técnicos colhem informações no Pinheiro para investigar fissuras

    Equipe volta a fazer estudos no Pinheiro

    Pesquisadores chegam hoje para analisar rachaduras

    3) R7
     

    Geólogos iniciam mapeamento no Pinheiro nesta terça

     

    4) Tribuna
     

    Geotécnicos iniciam estudo no bairro do Pinheiro

    Geotécnicos chegam a Maceió para trabalhar em rachaduras e estudar tremor

    Geólogos vão criar banco de dados para estudar tremores de terra no Pinheiro


    Rachaduras nas ruas derrubam valor de imóveis no Pinheiro em até 20%


    5) Aqui Acontece
      

    Geólogos iniciam mapeamento no Pinheiro nesta terça (19)



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  • terça, 26 de junho de 2018 às 10:48




    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou da Semana de Estudos Geológicos do Paraná (SEGEPAR), que ocorreu entre os dias 04 e 08 de junho no auditório do Centro de Ciências Florestais e da Madeira (CIFLOMA) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
    Além do lançamento do Informe de Recursos Minerais do Projeto Materiais de Construção na Região Metropolitana de Curitiba elaborado pela CPRM, o evento contou com palestras e minicurso de diversos pesquisadores da empresa, bem como o lançamento do livro de bolso “Guia Geológico de Campo” da UFPR, cujo texto recebeu contribuições de geólogos do NUBA (Núcleo de Apoio Técnico de Curitiba) e da REFO (Residência de Fortaleza).


    Geóloga Mariane Brumatti apresentou as diversas formas de acesso aos produtos da CPRM



    O geoquímico Eduardo Duarte Marques, da CPRM de Belo Horizonte, explicou sobre geoquímica prospectiva no minicurso “Prospecção e Mapeamento Geoquímico” e durante sua palestra falou sobre os resultados da área entre o limite da Faixa Brasília e o Cráton São Francisco.

    A geóloga Mariane Brumatti, chefe do Núcleo de Apoio Técnico de Curitiba (NUBA), discorreu sobre a metodologia dos levantamentos geológicos básico e de recursos minerais realizados pela CPRM e apresentou as diferentes formas de acesso aos acervo digital e banco de dados da empresa.

    O geólogo Marcell Leonard Besser, também integrante do NUBA, palestrou a respeito do trabalho de campo realizado na Namíbia como parte de sua tese de doutorado sobre rochas vulcânicas ácidas do Grupo Serra Geral.

    A SEGEPAR é um evento anual organizado por alunos de graduação e pós-graduação do curso de Geologia da UFPR e tem como objetivo a divulgação do conhecimento em pesquisas e técnicas atuais das geociências no Brasil. Em 2018 o evento dirigiu atenção aos aspectos aplicados da área, abrangendo assuntos não vistos em sala de aula e melhor capacitando os futuros geólogos de maneira profissional e acadêmica.


    Geólogo Marcell Leonard Besser apresentou o Grupo Etendeka, na Namíbia e sua relação com o Grupo Serra Geral, no Brasil





  • segunda, 25 de junho de 2018 às 16:49



    Os pesquisadores Mickaelon Vasconcelos e Liano Veríssimo instruem o público na Feira

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou da II Conferência da Caatinga - Desenvolvimento Humano e Sustentabilidade, realizada Assembleia Legislativa do Ceará entre os dias 19 a 21 de julho.

    A empresa contou com um estande na Feira dos Saberes e das Culturas da  Caatinga, evento que aconteceu como parte da conferência. Os técnicos da CPRM mostraram ao público o trabalho da empresa na região do Bioma Caatinga.
    Foram destacados, por exemplos, os estudos hidrogeológicos, sobretudo os de poços, que podem garantir o abastecimento de água subterrânea para as comunidades locais do semiárido em períodos excepcionais de seca, além da importância dos trabalhos sobre a geodiversidade da Região Nordeste.

    Os mapas e livros de autoria da CPRM estavam em exposição no estande, incluindo o livro de Geodiversidade do Estado do Ceará.
    Para o hidrogeólogo Mickaelon Vasconcelos, a presença da CPRM no evento reforça a missão da empresa de disseminar o conhecimento e contribuir para a melhoria da qualidade de vida e desenvolvimento o sustentável do país.

    “O evento representa um mecanismo de divulgação das ações da CPRM, não somente realizadas no semiárido, como também as linhas de atividades em todo o Brasil. É uma forma de difundir o conhecimento através dos produtos apresentados para a comunidade e o papel institucional que temos na esfera governamental”, afirmou.

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  • segunda, 25 de junho de 2018 às 16:27



    Luiz Henrique Godinho – representante da Visiona, Edgar Shinzato, Osvaldo Luiz  de Moraes, diretor do CEMADEN,  e Jorge Pimentel 

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou da cerimônia de assinatura do Protocolo de Intenções firmado entre o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e a empresa Visiona Tecnologia Espacial para o desenvolvimento conjunto de sistemas e sensores de satélites de observação da Terra e coleta de dados para desenvolvimento de pesquisas e monitoramento e alerta de desastres geo-hidrológicos.  


    A solenidade ocorreu em 18 de junho, na sede do Cemaden, no Parque Tecnológico de São José dos Campos, em São Paulo.    A CPRM esteve representada pelo chefe do Departamento de Informações Institucionais, Edgar Shinzato, e pelo geólogo Jorge Pimentel. 

    Na ocasião, os representantes da CPRM realizaram visita às instalações do Cemaden e da Visiona e se reuniram ainda com o presidente da empresa, João Paulo Campo, e com o coordenador de Relações Institucionais do Cemaden, Carlos Frederico de Angelis, para  discutir  parceria entre as instituições.

    Os pesquisadores também se encontraram com a coordenadora de Relações Institucionais Regina Alvalá para conhecer a metodologia para a determinação da estimação da exposição da população frente aos eventos de movimentos de massa e inundações.


        Representantes da CPRM estiveram na sede da Visiona, onde foram recebidos pela presidente da empresa João Paulo Campos 


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  • segunda, 25 de junho de 2018 às 13:50





    Participantes da 10ª edição do Curso de Princípios Básicos em Cartografia Geológica no afloramento da Fazenda Capitão (Macambira-SE)

    Foi concluída nesta sexta-feira, dia 22/06, a 10ª edição do Curso de Princípios Básicos em Cartografia Geológica promovida pela Diretoria de Geologia e Recursos Minerais do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) no Centro Integrado de Estudos Geológicos Morro do Chapéu (CIEG), em Morro do Chapéu (BA) e na Faixa Sergipana. 


    No total, 15 geólogos da CPRM das unidades regionais de Belém, Porto Alegre, Porto Velho, Manaus, Natal, Recife, Salvador, Fortaleza, São Paulo e Teresina e três geólogos convidados da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) participaram do treinamento que teve início no dia 4 de junho.

    A apresentação dos procedimentos utilizados pela CPRM em técnicas de geologia estrutural, metodologia de mapeamento geológico, interpretação geofísica, sedimentologia/estratigrafia e procedimentos de campo aplicados para o mapeamento geológico integraram o conteúdo programático do curso, que incluiu ainda uma expedição na Faixa Sergipana, complementando as observações geológicas.

    No decorrer do treinamento, as aulas práticas e teóricas foram orientadas pelos geólogos da CPRM Erison Lima, Vladimir Medeiros, Roberto Gusmão e Reginaldo Alves (CBPM), os quais ressaltam a disposição e a colaboração dos participantes durante o aprendizado.

    Segundo o geólogo Carlos Eduardo Santos Oliveira da Residência de Porto Velho, o curso é muito importante para relembrar conceitos básicos em geologia e a padronização dos procedimentos de campo, com reflexo na melhoria da qualidade dos produtos da CPRM.

    Já o geólogo Eduardo Carrilho da CBPM, agradece a oportunidade em participar do treinamento e ressalta a troca de experiência com os colegas da CPRM. Ele ainda enfatiza que a parceria entre a CPRM e CBPM, deveria continuar para as próximas edições do curso.

    Na abertura do curso os alunos receberam boas-vindas do superintendente Regional de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, que ressaltou a importância do aprendizado adquirido durante o treinamento.

    Superintendente José Ulisses fazendo abertura do Curso de Cartografia Geológica Básica para geólogos da CPRM e CBPM

    Vladimir Medeiros (DIGEOB) iniciando o treinamento

    Geólogo Reinaldo Alves dos Santos (CBPM) ministrando aula de Geologia Estrutural

    Geólogos participantes do treinamento


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  • sexta, 22 de junho de 2018 às 14:16



    Ludmila Pereira mostra habilidade com a bola (Foto:Arquivo pessoal) 

    Em clima de copa do mundo, a Assessoria de Comunicação entrevistou duas geólogas do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) que dividem a paixão entre a geologia e o futebol. Mylène Berbert e Ludimila Pereira falam sobre suas experiências com o esporte.


    Ludmila Pereira é geóloga e trabalha na CPRM desde 2008. Com 41 anos, ela é amante do futebol e torce pelo América de Natal. Ela sempre vai ao estádio assistir às partidas do seu time do coração, mas não para por aí. Ludmila e suas colegas criaram um grupo na AABB que se reúne três vezes por semana para jogar. A brincadeira ficou mais séria e conseguiram um treinador. “Nossa meta é participar de alguns campeonatos, porém, ainda são raras as participações de mulheres, mas não desistimos”, comenta Ludmila.

    A geóloga relata que o esporte proporciona, além de momentos de descontração, uma melhora no seu condicionamento físico em diversas atividades, incluindo o trabalho na empresa. “O futebol melhora a minha saúde e me dá disposição para enfrentar o dia a dia na CPRM. Já chego disposta para mais um dia de trabalho e para encarar as viagens de campo, onde precisamos de uma boa forma”.


    “A idade não é um fator que restringe algo, tendo vontade faça o que te faz feliz”. – Ludmila Pereira

    Ludimila incentiva os filhos a praticar o esporte (Foto: Arquivo pessoal)

     A geóloga Mylène Berbert também tem a sua história ligada ao esporte. Criada em uma família com a maioria de meninos, ela relembra que passou a infância jogando bola. “O interessante é que como eu sempre fui magrinha, eu corria bastante e fiquei habilidosa na disputa com os meninos. Até que chegou um momento em que eu virei jogadora oficial do time da rua”, comenta Mylene

    Apesar de não jogar mais futebol, Mylene gosta de praticar esportes. Ela anda de skate e já fez escalada por um tempo. “Até hoje eu ando de skate e tenho afinidade com esportes de aventura como a escalada, por exemplo. Esses esportes me ajudaram no trabalho de campo com as cavernas, minha outra paixão”.

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  • sexta, 22 de junho de 2018 às 13:27






    Mesa Diretora da solenidade de 50 anos do IGEO, entre os quais os homenageados: Professora Yeda de Andrade e o ex-reitor e ex-governador Roberto Santos

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) participou terça-feira, dia 29/05, de reunião solene na Universidade Federal da Bahia (UFBA) em comemoração ao cinquentenário do Instituto de Geociências (Igeo) da universidade. Na ocasião, representando a diretoria da CPRM, o superintendente regional de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, entregou à diretora do Instituto, Olívia Maria Cordeiro de Oliveira, uma homenagem em forma de placa, parabenizando o IGEO pela data comemorativa. 



    José Ulisses Bandeira Pinheiro destacou a importância do Igeo como um dos mais destacados centros de ensino e pesquisa em geociências do país. Ressaltou ainda que grande parte dos técnicos e pesquisadores da Superintendência Regional de Salvador são oriundos da entidade, que teve início em 1968, com o objetivo de preparar profissionais para pesquisa e a extração de petróleo para atuar na reserva baiana de Lobato, a primeira a ser descoberta no país e explorada pela Petrobras.

    No encerramento do evento, foi lançado o livro Geofísica na Bahia – Estudos Geológicos e Exploração Mineral, dos professores Raymundo Wilson Silva e Edson Sarteri Sampaio.

    Superintendente Regional de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, faz entrega da placa alusiva ao evento à diretora do IGEO



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  • sexta, 22 de junho de 2018 às 09:09





     
    Primeira reunião de trabalho do projeto Mapeamento Geoquímico de Baixa Densidade da América Latina
    O Assessor da DGM (Diretoria de Geologia e Recursos Minerais) e geólogo da CPRM, João Henrique Larizzatti, participou, entre os dias 04 e 09 de junho, do primeiro “workshop” do projeto de mapeamento de baixa densidade da América Latina promovido pela UNESCO e IUGS (International Union of Geological Sciences) em Bogotá, na Colômbia.

    A iniciativa em escala global teve início em 1988. Atualmente, os Estados Unidos, a União Europeia, a Austrália e a China já concluíram seus mapeamentos geoquímicos de baixa densidade. A partir de 2016, a UNESCO iniciou o Programa Mapping Chemical Earth, cujo objetivo é dar suporte ao uso sustentável dos recursos naturais, ocupação do solo e à qualidade de vida do ser humano, animais e plantas.

    A viagem teve por objetivo promover a participação do Brasil no projeto e estreitar os laços com outras entidades latino-americanas de estudo geológico. “Conhecer os projetos de mapeamento geoquímico realizados em outros países é de fundamental importância para integrarmos o Brasil ao que se refere às metodologias de coleta, preparação e análise de amostras de água e solo. Este estudo tem aplicação na avaliação de áreas potenciais para novas jazidas minerais, em estudos ambientais e de gerenciamento do uso do solo”, explica Larizzatti.

    Além de reuniões técnicas, o evento também incluiu uma atividade de campo sobre coleta de amostras de sedimentos em planície de inundação e de águas fluviais, além de visitas aos setores técnicos do Serviço Geológico Colombiano, ao Museu Geológico Nacional José Royo Y Gómez e aos laboratórios da Universidade Nacional da Colômbia.

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  • quinta, 21 de junho de 2018 às 16:33




    Nesta terça-feira, dia 19/06, foram lançados na Superintendência Regional de Belo Horizonte, 12 mapas geológicos acompanhados de relatórios do projeto Vazante-Paracatu, além de dois mapas de cunho metalogenético acompanhados de informe mineral do Projeto ARIM Paracatu-Unaí, produtos que ampliam o conhecimento geológico das regiões noroeste de Minas Gerais e sudeste de Goiás.


    Geremi Marcelo Marinho

    O evento teve participação do diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), José Leonardo Andriotti, além de empregados da CPRM e profissionais representando empresas privadas e órgãos de governo. Na abertura, o superintendente regional de Belo Horizonte, Leandro Alves Lima, parabenizou a equipe pela dedicação e esforços na execução dos projetos. O diretor da DGM destacou a importância da CPRM na produção de cartografia geológica e da capacitação técnica, com investimento em treinamentos das equipes do Serviço Geológico do Brasil. Para ele, lançamentos de produtos como esses aumentam as possibilidades da CPRM ser vista pela sociedade.

    Os geólogos da SUREG-BH Júlio Murilo Martino Pinho e Paulo Henrique Amorim apresentaram os resultados dos trabalhos desenvolvidos ao longo dos anos nos projetos Vazante-Paracatu e Paracatu-Unaí, respectivamente. Ao final das apresentações, colegas que desempenharam relevantes funções para a execução do projeto de mapeamento e que irão sair no PDISP foram homenageados pela Superintendência por todo o acervo geológico gerado que muito contribuiu para o avanço do conhecimento da geologia da Bacia do São Francisco.

    Diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Andriotti


    GERINF da SUREG-BH Júlio Murilo Martino Pinho


    Geólogo Paulo Henrique Amorim


    Homenageado Manoel Pedro Tuller



    Homenageado Wilson Feboli



    Homenageado Nicola Signorelli





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