ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS E ENGENHEIROS DA CPRM
  • terça, 25 de setembro de 2018 às 15:47




    Lúcia Travassos é a única representante da empresa indicada à premiação

    A chefe do Departamento de Geologia do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) Lúcia Travassos está concorrendo ao prêmio Personalidades do Ano no Setor Mineral pelo trabalho de reconhecimento de áreas na Reserva Nacional de Cobres e Associados (RENCA). A votação é aberta ao público e estará disponível até o dia (28) deste mês no site.


    A premiação, promovida pela revista Brasil Mineral, é uma forma de reconhecimento aos profissionais que se destacaram em distintas áreas da atividade. Travassos disputa o prêmio na categoria Exploração Mineral.

    No total são 24 candidatos divididos em oito categorias, entre elas: minerais ferrosos, minerais não ferrosos, metais preciosos, minerais industriais e fertilizantes, agregados/minerais para construção, exploração mineral, engenharia/tecnologia mineral e pioneiros da mineração.

    Clique aquipara votar.


    Laryssa Oliveira Sales
    Revisão: Pedro Henrique Santos
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • terça, 25 de setembro de 2018 às 10:38



    Gráfico com a previsão de níveis do Caí em São Sebastião do Caí e Montenegro


    Nas últimas 48h em virtude do expressivo volume de chuva, em média 50 mm, na bacia do rio Caí, o Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Caí (SAH-Caí), operado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), entrou em status de alerta, iniciando monitoramento intensivo da bacia e emissão de boletins com previsões de níveis para as cidades de São Sebastião do Caí e Montenegro.


    Conforme o engenheiro hidrólogo da CPRM, Emanuel Duarte, nas próximas horas a previsão é que o rio tenha uma leve redução dos níveis, voltando a subir conforme o retorno da chuva à região, prevista para os próximos dias, a emissão dos boletins continua de forma ininterrupta, enquanto o status permanecer de alerta, fornecendo previsões com 10 horas de antecedência.

    A previsão para as próximas 10 horas é que o rio Caí possa atingir 6,78 m em São Sebastião do Caí e 4,29 m em Montenegro. Os problemas de inundação no município de São Sebastião do Caí iniciam na cota de 10 m.

    O SAH Caí é formado por um conjunto de estações de monitoramento hidrológico que dão subsídios para a realização de previsões de nível de rios para áreas socialmente vulneráveis a inundações com o objetivo de mitigar eventuais prejuízos para vida e patrimônio da comunidade afetada.

    Os boletins extraordinários de alerta para enchente são repassados ao CEMADEN, CENAD, ANA, Defesa Civil estadual, defesas civis locais. Os dados transmitidos remotamente são armazenados e disponibilizados ao público, em tempo real, no portal da CPRM. O Sistema de Alerta de Eventos Críticos (SACE) da bacia do Rio Caí está disponível AQUI

    Janis Morais

    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • terça, 25 de setembro de 2018 às 10:32



    Andriotti se reúne com a equipe da GEREMI/SUREG-BE

    Com objetivo de discutir questões ligadas à Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM), o diretor José Leonardo Silva Andriotti visitou a Superintendência Regional de Belém, nos dias 18 e 19 de setembro.

    Como parte da programação, o diretor se reuniu com o Superintendente Regional de Belém Jânio Nascimento, o GEREMI César Chaves, além dos gerentes Homero Melo (GEHITE), Sônia Cavalcante (GERAFI), e Cristiane Sousa (GERINF) e da chefe do Departamento de Geologia (DEGEO), Lúcia Travassos da Rosa Costa, para discutir assuntos operacionais da SUREG-BE e demandas da GEREMI-BE.

    O diretor também participou de uma reunião com a equipe da GEREMI, onde explicou mais sobre as ações da DGM na sua gestão e apresentou o estado da arte dos projetos em execução na unidade regional.

    Laryssa Oliveira Sales
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • segunda, 24 de setembro de 2018 às 16:07




    Vista do rio Madeira na Praça da Estação Madeira Mamoré em Porto Velho

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) divulgou novo informe de previsão e monitoramento de estiagem da bacia do rio Madeira. Trata-se do 12º boletim semanal com dados atualizados para os rios Madeira, Abunã, Guaporé e Mamoré, nos municípios de Pimenteiras, Costa Marques, Guajará Mirim, Porto Velho e Nova Mamoré. Divulgou também o 8º informe de previsão e monitoramento de estiagem na bacia do Rio Acre em 2018 para os municípios de Assis Brasil, Brasiléia, Xapuri e Rio Branco.

    De acordo com o engenheiro hidrólogo da CPRM, Marcus Suassuna Santos, o modelo de previsão da CPRM aponta tendência de continuidade da estiagem do rio Madeira. “Para reverter esta tendência, chuvas mais significativas previstas sobre a parte boliviana da bacia precisam ser confirmadas” relatou. “Ainda que chuvas tenham sido observadas por meio de estimativas de satélite, seus efeitos ainda não foram sentidos nos rios da bacia do Madeira”, complementa.

    A situação do Madeira é diferente do rio Mamoré e Guaporé, onde período de vazante apresenta níveis acima da média histórica para este período do ano. “Tal fato é resultado de chuvas acima do normal registradas na bacia nos últimos 30 dias”, destacou. Na estação Pimenteiras, o nível observado é o máximo registrado para este período do ano ao longo do histórico. Nessas bacias, são esperadas chuvas moderadas nos próximos 14 dias. Também no rio Ji-Paraná foram observadas chuvas acima das previstas, ocasionando repiquetes nos trechos monitorados. Ainda há previsão de chuvas para os próximos dias.

    Os boletins descrevem pontos monitorados, monitoramento de níveis, previsão de níveis e acompanhamento de chuvas, tendo como principais usuários os órgãos de Defesa Civil. Neste período de estiagem, de acordo com a Defesa Civil do Amazonas 21 municípios estão em alerta por causa da estiagem, além disso, o transporte pelo rio Madeira foi reduzido em 50% e a navegação à noite proibida para evitar colisões com bancos de areia e de pedra.

    O rio Acre, dada a ocorrência de chuvas na última semana, está um pouco acima do nível de atenção para secas. Para as duas semanas seguintes, existe previsão de chuva na região. Caso elas se confirmem, o rio deverá se afastar da condição mais crítica. O rio já está no período em que 95% das vazões mínimas foram observadas ao longo do histórico de monitoramento.

    Os dados aqui apresentados compõem o Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira (SAH-Madeira), que pode ser acessado em: www.cprm.gov.br/sace/madeira. Os dados que compõem o Sistema de Alerta Hidrológico do Rio Acre estão disponíveis em www.cprm.gov.br/sace/acre.

    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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  • segunda, 24 de setembro de 2018 às 14:57




    Os bibliotecários  Flasleandro Oliveira (Rio de Janeiro),Gabriela Leitão (Brasília) e  Nelma Ribeiro (Belém)
    que integram a equipe de produção do JGSB, também participaram do evento

    A  equipe qui editorial e de produção do Journal of the Geological Survey of Brazil (JGSB), periódico científico  do Serviço Geológico do Brasil  (CPRM)  participaram de  11 a 14 de setembro, em São Paulo, de encontro nacional promovido  pela Associação Brasileira de Editores Científicos ( ABEC).   O evento deste asno debateu  cenários futuros para a publicação científica.

    O encontro contou com palestras, mesas redondas, minicursos, oficinas e rodas de conversa, permitindo troca de experiência e compartilhamento de conhecimento sobre as melhores práticas editoriais internacionais e as ferramentas utilizadas, contribuindo para a formação de profissionais envolvidos com a produção de um periódico científico.

    Segundo o editor chefe do JGSB, Evandro Klein, o evento foi de extrema importância para a equipe de um periódico que ainda está dando os seus primeiros passos. “Temas como formação e modificação de corpo editorial, transparência, ética e boas práticas na tramitação de artigos, envolvendo todos os atores do processo: autores, editores, revisores, equipe de produção, critérios de autoria, direito autoral, acesso livre, plágio, autoplágio, fraude, indexação em bases de dados, sistema Qualis da CAPES, e estratégias de divulgação  foram tratados no encontro”, explica Klein. 



  • segunda, 24 de setembro de 2018 às 12:05



    O diretor-geral da RNP, Nelson Simões da Silva, o diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, e o diretor de Infraestrutura Geocientífica da CPRM, Fernando Pereira de Carvalho.

    O Serviço Geológico do Brasil assinou nesta quarta-feira (19) contrato com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) para ampliar a capacidade dos sistemas de tecnologia e comunicação da CPRM. A parceria também vai viabilizar o estímulo à inovação e a melhoria dos processos que suportam as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na empresa.
    Entre os benefícios que estarão disponíveis estão o link de dados avançado de alta performance que varia de 1Gb/Seg até 100Gb/Seg, conexão de internet, WI-FI com velocidade de 1 Gbps, implantação de Voz sob IP (VOIP) e independência da internet em relação ao Escritório do Rio de Janeiro.


    O acordo prevê a melhoria na infraestrutura dos escritórios de Brasília, do Rio de Janeiro e de todas as superintendências e residências da CPRM.

    O documento prevê a elaboração e execução de um plano de trabalho de 12 meses, que inclui estudos e prestação de serviço da RNP com foco em fortalecer e estimular a inovação, além de aperfeiçoar os serviços tecnológicos prestados pela instituição aos seus colaboradores e sociedade.

    De acordo Edgar Shinzato, chefe do Departamento de Informações Institucionais - DEINF, a expectativa é que, nessa primeira fase, as Sureg´s e residências estejam conectadas à RNP em um prazo de oito meses e que a empresa reduza significativamente seus gastos com internet e telefonia. Na outra etapa poderão ser incluídas outras unidades.

    “O Serviço Geológico do Brasil é, por natureza, uma empresa ‘big data’, onde são produzidos grandes volumes de dados tanto em escritório quanto em campo e laboratórios. A conectividade avançada vai dar uma luz maior aos nossos dados tendo um impacto direto na sociedade”, afirmou Shinzato.

    Equipamentos padronizados das Salas Técnicas de TI
    De acordo com Ricardo Barcelos, Chefe da Divisão de Informática - Diinfo, a RNP vai coincidir com o projeto de reestruturação da Ti já em andamento na CPRM, com foco nas unidades regionais e padronização.  Já foram entregues sete salas técnicas abrangendo as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Além disso, foram adquiridas e implantadas rede WI-FI de alta velocidade nessas unidades e “Storages” híbridos com 105 Terabytes por unidade regional, sendo expansível até 3,4 PetaBytes.

    Os equipamentos para conexão com a RNP dentro dos novos padrões já foram instalados em Brasília, Rio de Janeiro, Goiânia, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador. Nas próximas semanas, serão concluídos os trabalhos em Porto Velho e Teresina. Até o final do ano, também estarão ligados ao sistema Manaus, Belém, Recife e Fortaleza.
    Com a RNP haverá a implantação do VoIP (incluso equipamentos e instalação) nas superintendências e residências, o que permite ligações gratuitas entre as unidades da CPRM e também para outras 1.200 instituições públicas que já fazem parte da RNP, como universidades e órgãos de governo.

    Durante a cerimônia de assinatura, em Brasília, o diretor-presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago, destacou o trabalho da Diretoria de Infraestrutura Geocientífica (DIG), do DEINF e do DIINFO no último ano para tornar possível a conexão com a RNP.

    “Temos unidades em quase todos os Estados e não podemos prescindir da oportunidade de integração com a rede para que as nossas ações possam rapidamente chegar à sociedade. Esse era um sonho da empresa. Agora, nós vamos voar”, afirmou. “A RNP tem os braços delas no Brasil e também no exterior e querem seguir nesse mesmo caminho.”
    “Durante muitos anos a gente perseguiu esse objetivo, era uma meta de toda a diretoria e um desejo dos pesquisadores dessa empresa”, afirmou o diretor de Infraestrutura Geocientífica da CPRM, Fernando Pereira de Carvalho.

    O diretor-geral da rede, Nelson Simões da Silva, afirmou que a hospedagem do conteúdo da CPRM e o aumento da interação com a empresa irá acrescentar muito à RNP. “Como o Serviço Geológico do Brasil, que desenvolve trabalhos em áreas importantes para as políticas públicas e que possui uma quantidade tão grande de dados, não estava na nossa rede? Era algo que estava faltando. Esse é um momento muito feliz para a RNP.”

    Equipes da CPRM e da RNP durante a cerimônia de assinatura de contrato

    Eduardo Cucolo
    Assessoria da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    eduardo.cucolo@cprm.gov.br
    (61) 2108-8480


  • quarta, 19 de setembro de 2018 às 14:22



    Andriotti se reuniu com funcionários para fazer um balanço das ações da diretoria.


    O diretor de Geologia e Recursos Minerais (DGM), José Leonardo Silva Andriotti, juntamente com a chefe do Departamento de Geologia (DEGEO), Lúcia Travassos da Rosa Costa, e o chefe do Departamento de Recursos Minerais (DEREM), Marcelo Esteves Almeida, reuniram-se com os empregados da Superintendência Regional de Goiânia na manhã do dia 13 de setembro.

    Na ocasião, Andriotti fez um balanço geral das ações da diretoria e, junto com os chefes de departamento, apresentou os projetos e propostas da DGM. Os funcionários aproveitaram este momento para tirar dúvidas e sugerir melhorias em processos relacionados à geologia e recursos minerais.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • quarta, 19 de setembro de 2018 às 10:46




    Turma que concluiu o curso de ENVI
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) realizou entre os dias 10 e 14 de setembro em Porto Alegre treinamento do software ENVI, programa computacional de processamento digital de imagens de sensoriamento remoto. O treinamento ENVI avançado contou com conteúdo programático personalizado para aplicações geocientíficas da CPRM e foi ministrado gratuitamente pela empresa Sulsoft, representante exclusiva do ENVI no Brasil. Participaram da primeira turma, pesquisadores, pesquisadoras e analistas experientes das três diretorias técnicas. Dos 20 participantes, 7 mulheres e 13 homens, respeitando a distribuição de gênero na empresa, que é de aproximadamente 65% de homens e 35% de mulheres.  

    O curso teve como objetivo capacitar profissionais experientes em processamento de dados de sensoriamento remoto no software ENVI para emprego de funcionalidades recentemente introduzidas na versão 5. O ENVI 5.5, lançado em 2018, apresenta interface moderna e amigável, ferramentas de análise aperfeiçoadas, e recursos de automação capazes de ampliar a capacidade de extração de informações de imagens ópticas, de radar ou laser, com aplicação nas diversas áreas do conhecimento geocientífico.

    Segundo a pesquisadora em geociências e especialista em sensoriamento remoto da DGM, Mônica Perrotta, o processamento digital de dados de sensoriamento remoto na CPRM, desde 1995, tem sido desenvolvido, principalmente, no software ENVI, que é também a solução mais empregada por instituições de pesquisa, nacionais e internacionais, que desempenham atividades relacionadas à observação remota da Terra. Ela acrescenta que o ENVI incorpora ferramentas robustas de classificação e interpretação de dados complexos, como os 2.500 km² de imagens ópticas hiperespectrais obtidas em aerolevantamentos realizados pela CPRM, possibilitando a extração de informações mineralógicas e o mapeamento de áreas favoráveis para conter depósitos minerais.

    Soma-se a isso a importância do módulo SARscape, adquirido após o grave episódio de deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro em 2011, que permite, a partir de dados de radar, a avaliação de movimentos de massa e detecção sistemática de mudanças temporais no uso e ocupação da terra, auxiliando na identificação e redução de riscos geológicos, e na gestão territorial. “Os dados de sensoriamento remoto, adequadamente processados, são muito importantes para a geração de produtos eficazes no reconhecimento de padrões geológicos e ambientais, especialmente em áreas recobertas por florestas da região amazônica, onde somente os dados indiretos permitem a espacialização dos esparsos dados obtidos em campo”, destacou Mônica.

    Para Edgar Shinzato, chefe do Departamento de Informações Institucionais (DEINF), a capacitação em Sensoriamento Remoto é um dos pilares para o desenvolvimento dos estudos geocientíficos do Serviço Geológico do Brasil. “Vivemos em uma era de avanços tecnológicos exponenciais e com o Sensoriamento Remoto chegamos a lugares onde nenhum ser humano tinha pisado antes e nos ajuda a compreender melhor os fenômenos naturais, chegando a fornecer inteligência global em tempo real”.

    De acordo com o chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto e Geofísica (Disege), Luiz Gustavo Rodrigues Pinto, as atividades de qualificação que a CPRM vem oferecendo agregam valor aos produtos desenvolvidos pela empresa e motivam profissionalmente os seus colaboradores. “Este é mais um treinamento que tem por objetivo a qualificação e atualização dos profissionais da CPRM com o que há de mais moderno na tecnologia geocientífica, uma importante ação para nos mantermos na vanguarda das produções científicas no Brasil”.

    Na abertura do curso, Michael Steinmayer, diretor-presidente da Sulsoft, deu as boas-vindas aos participantes do curso: “Estamos muito felizes em receber os técnicos da CPRM e apresentar as novas ferramentas do software ENVI para processamento automatizado de imagens óticas e dados SAR, e as novidades na aplicação de processamento em nuvem e Machine Learning, celebrando os mais de 20 anos de ótima parceria com a CPRM”.

    Conforme o diretor de Geologia e Recursos Minerais, José Andriotti, a CPRM utiliza o software ENVI há mais de 20 anos. “Nesse período, o ENVI tem se mostrado muito útil para as equipes. Além disso, sempre acompanhamos o processo de atualização do software com a aquisição de versões novas e com o treinamento avançado dos profissionais, de forma que a utilização do ENVI é uma cultura bem disseminada em toda a CPRM”, destacou.



    Pesquisadores e analistas da CPRM realizam curso de ENVI em Porto Alegre


    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    asscomdf@cprm.gov.br 
    (61) 2108-8400



  • terça, 18 de setembro de 2018 às 16:52



    2ª etapa do Integra homenageou colaboradores por tempo de serviço.

     As atividades da segunda edição do Integra CPRM de Manaus foram realizadas durante um passeio de barco na maior bacia fluvial do mundo, a do Rio Amazonas, na última segunda-feira (14/9). O projeto, que ocorre duas vezes por ano, realiza encontros temáticos para aproximar empregados e colaboradores da empresa.

    Demonstração dos equipamentos utilizados no processo
    de medição de vazão de grandes rios
    Além da tradicional entrega de certificados por tempo de serviço, os funcionários também tiveram a oportunidade de fazer uma excursão de barco, assistir a uma demonstração de análise de concentração de sedimentos realizada pela equipe LAMIN e aprender sobre os equipamentos usados na medição de vazão em grandes rios com a coordenação da Gerência de Hidrologia (GEHITE).


    Cerca de 60 funcionários, incluindo o Superintendente de Manaus, José Maria da Silva Maia, e o gerente e supervisor da GERAFI, Evandro Silva Caldeira, foram levados para conhecer uma das grandes belezas de Manaus, o encontro das águas do Rio Negro com o Solimões.
    A técnica em Geociências Itani Sampaio de Oliveira afirmou que o passeio permitiu uma melhor observação da “importância do monitoramento de uma bacia hidrográfica, tanto para sua preservação como para sua utilização sustentável”.

    Técnicos Itani Oliveira, Fábio Dias e Priscila Lopes durante a excursão de barco.
    Nilda Gorethe Palma Pantoja, uma das responsáveis pelo evento e gerente de Infraestrutura Geocientífica (GERINF), afirmou que o Integra melhora o relacionamento interpessoal e promove o conhecimento das atividades realizadas, “é um momento para a integração dos colaboradores e uma oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido nas diversas unidades”.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • terça, 18 de setembro de 2018 às 10:18




    Gravuras rupestres no morro das figuras.

    A região sul do Estado do Maranhão, onde se localiza a Chapada das Mesas, possui riquezas inestimáveis para a manutenção da biodiversidade brasileira. Considerando esse importante aspecto, o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial do Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB), Antônio Carlos Bacelar, se reuniu com representantes da Câmara Municipal de Carolina-MA, para discutir o inventário do patrimônio geológico do município e entorno. O objetivo do encontro foi apresentar os estudos para viabilizar a criação do geoparque Vale das Águas.

    O diretor Antônio Carlos Bacelar e equipe visitam
    o Cânion do Santuário Pedra Caída, em Carolina (MA)
    O projeto tem como princípio a identificação, o levantamento, a descrição e o diagnóstico das áreas com potencial para futuros geoparques, incluindo o inventário e quantificação de geossítios, que representam parte do patrimônio geológico do País. A comitiva foi composta pelo diretor Bacelar, o geólogo Carlos Shobbenhaus, e os pesquisadores em Geociências  José Sidiney ,  e Valter Marques.

    Para Bacelar, a iniciativa trará possibilidades de avanço para a região. “Ainda não existe uma proposta para criação de um geoparque no estado e acreditamos que esses estudos viabilizarão o surgimento de novos nichos de mercados, estimulando investimentos locais voltados ao geoturismo”, declarou o diretor.

    Segundo o geólogo Carlos Schobbenhaus, a CPRM fará o projeto em parceria com outras instituições. “Essa atividade deverá ser desenvolvida pela CPRM em parceria com universidades e outras instituições federais e estaduais”, declarou.


    Vale das Águas - Um dos maiores agrupamentos de blocos por colisões continentais do planeta, o Vale das Águas teve sua origem no intervalo Permiano-Triássico, recebendo o nome de Pangea, que se estendia de pólo a pólo.

    A Mudança de clima de glacial para um clima quente com forte aridez e a maior extinção em massa da fauna e/ou flora marinha e terrestre marcam bem essa passagem, para além da elevação das regiões centrais do continente com subsequente recuo da linha de costa responsável por significativas alterações paleoambientais e paleogeográficas.

    Registros geológicos demonstram as mudanças nas zonas climáticas, com intenso magmatismo  básico entre o Jurássico e o Triássico, marcando bem o evento relacionado à fissão do supercontinente Pangea e abertura do Oceano Atlântico Central.

    Dados como estes, para além das belezas cênicas, riqueza cultural, arqueológica, dentre outras, conferem à região do Vale das Águas uma importância geológica no contexto local, regional, nacional e mundial significativa.

    Representantes da CPRM e dos Municípios de Carolina e entorno discutem a criação do geoparque Vale das Águas.

    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    (61) 2108-8400


  • terça, 18 de setembro de 2018 às 09:32



    Diretor-Presidente, Esteves Colnago, fala durante palestra no CONFEA.
    A atuação do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) foi tema de palestra realizada na última sexta-feira (14) na abertura da reunião plenária dos conselheiros do Confea, em Brasília.

    O diretor-presidente da CPRM, Esteves Pedro Colnago, afirmou que a palestra faz parte da iniciativa de aumentar o conhecimento do público geral sobre as atividades realizadas pela empresa.

    O encontro foi transmitido ao vivo pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) em seu canal no YouTube e compartilhado pela CPRM em sua página no Facebook.

    Clique aqui para assistir ao vídeo.

    “Precisamos ter a oportunidade de fazer com que a sociedade, através de diversos mecanismos possa nos conhecer. Os senhores são líderes de opinião, e o assunto mineração merece destaque. Nesta casa e nos CREAs estaduais se reúne grande parte dos profissionais com os quais militamos”, afirmou o diretor- presidente da CPRM.

    Colnago e o diretor Fernando Pereira de Carvalho (DIG/CPRM) aproveitaram o encontro para responder perguntas dos conselheiros sobre questões como licitação de direitos minerários, materiais para construção civil, minerais estratégicos, sustentabilidade do setor mineral e segurança no trabalho.

    O Plenário do Confea é formado por um presidente e 18 conselheiros federais veja aqui a composição do órgão, representando mais de 1,5 milhão de trabalhadores, entre eles, 308 mil engenheiros civis, 105 mil engenheiros agrônomos e mais de 10 mil geólogos e técnicos em geologia, veja aqui a lista por título de profissional.

    Eduardo Cucolo
    Assessoria da Presidência
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    eduardo.cucolo@cprm.gov.br
    (61) 2108-8480


  • segunda, 17 de setembro de 2018 às 16:35



     Paulo Dias ministra palestra no Seminário de Fluorescência

    A aplicação da tecnologia de fluorescência de Raio-X portátil na mineração vem sido ampliada em todo o mundo e, para aprimorar os conhecimentos dessa prática, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SBG) promoveu entre nos dias 10 e 11 de setembro, em Belo Horizonte, o I Seminário de Fluorescência e Difração de Raios-X Portáteis. O seminário teve o objetivo de capacitar os técnicos da empresa com novas práticas sobre a tecnologia e contou com a participação de especialistas da CPRM e de empresas nacionais e internacionais.

    A ideia de criar um debate sobre o tema foi iniciativa da Divisão de Geoquímica (DIGEOQ) da CPRM, ligada à Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM/CPRM). Segundo o chefe da divisão, Cassiano Castro, a empresa possui 13 equipamentos distribuídos nas unidades regionais, de diferentes modelos e marcas.

    “Houve a necessidade de fazermos um levantamento sobre esses equipamentos para verificar como eles estavam sendo utilizados. Logo vimos a importância de convidar as empresas que fornecem os equipamentos e atuam no exterior para demonstrar os novos procedimentos e equipamentos mais modernos, além de compartilhar experiências”, comentou Cassiano.

    O Seminário foi dividido em dois momentos. O primeiro, com a exposição das palestras dos especialistas convidados que aconteceu no auditório da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG). O debate contou com 16 palestrantes que também esclareceram dúvidas dos participantes.

    Curso prático para os técnicos da CPRM foi ministrado
    pela CEO da Olympus

    No segundo momento 12/09 foi realizado um mini-curso prático (FRXp e DRXp) voltado para os técnicos da CPRM e de empresas com a participação da CEO da Olympus, Jennifer Caban, que fez uma apresentação prática para os pesquisadores da CPRM. A pesquisadora veio dos Estados Unidos para ministrar o curso.”

    No dia 13/09 foi realizado uma reunião exclusiva da CPRM. Na parte da manhã ocorreram apresentações dos representantes de todas as unidades da CPRM sobre a situação, utilização, rotina, aplicações e os problemas com o equipamento na CPRM.

    No dia 14/09, os técnicos e geólogos da CPRM foram para a Litoteca de Caeté da CPRM realizar uma atividade prática com os equipamentos de FRXp e DRXp.

    No período da tarde foram apresentadas e discutidas as propostas para criação do Procedimento Operacional Padrão e do Manual Orientativo da FRXp, referente aos equipamentos da CPRM.

    Os palestrantes da empresa Reflex, vieram do Peru para compartilhar os conhecimentos utilizados no país. Para o representante da empresa Henrique Perseguini, a iniciativa da CPRM contribui para ampliar o debate sobre a tecnologia. “O seminário é essencial para que possamos discutir técnicas e meios para disseminar e desmistificar as limitações para utilizar esse equipamento em campo”, declarou.

    Para Paulo Dias, pesquisador em geociências e um dos palestrantes do seminário, o debate trouxe mais conhecimento e clareza para os funcionários. “Uma das vantagens de se utilizar a fluorescência de raio x portátil é que com essa tecnologia a amostra não é descartada. Outro fator importante é o tempo de entrega  dos resultados. Isso otimiza o trabalho do pesquisador no campo”, ressalta o Paulo Dias.

    Figura ilustrativa mostrando os principais itens e funcionamento dos equipamentos de FRXp

    Para Taís Fernandes, especialista em laboratórios da empresa CSN Mineração, o evento foi importante para integrar pessoas que estão utilizando os equipamentos. “A melhor forma de difundir essa técnica é ouvir as experiências de quem já trabalha com esse equipamento”, ressalta Taís Fernandes. 

    Outro participante do Seminário, o técnico em geociências Ramon Darwin comentou sobre o curso. “O Brasil é o país que tem mais resistência em utilizar equipamentos de análise portátil, e esse seminário é essencial para que possamos discutir técnicas e meios para disseminar e desmistificar as limitações para utilizar esse equipamento em campo”.

    Segundo Cassiano Castro, o próximo passo será homologar um procedimento padrão de utilização dos equipamentos e a criação de um manual para auxiliar os técnicos da empresa.

    Para visualizar a galeria de fotos do evento, clique aqui.





  • segunda, 17 de setembro de 2018 às 10:58




    Equipe da CEDES apresenta à Presidência projetos de P&D para o PAT 2019.

    A equipe do CEDES (Centro de Desenvolvimento Tecnológico) do Serviço Geológico do Brasil apresentou à SUPLAM (Superintendência de Planejamento e Métodos) um resumo de seus projetos e atividades. Cabe ao CEDES gerenciar a Parceria Petrobras-SGB/CPRM-ANP e formatar projetos científicos que dão suporte aos projetos de P&D de infraestrutura como previsto no Protocolo de Intenções assinado entre as três instituições em março deste ano.

    Durante a reunião, a SUPLAM orientou o CEDES a inserir seus projetos no próximo Plano Plurianual (2020-2023) e a apresentar seus indicadores de avaliação referentes ao Plano Estratégico do SGB/CPRM 2017-2021 até o dia 21 de setembro deste ano.
    A equipe do CEDES já apresentou dentro dos prazos previstos o orçamento para o PLOA 2019 e está formatando seus projetos de P&D para o Plano Anual de Trabalho (PAT) 2019, que foram apresentados no início de setembro e discutidos com a Presidência.
    Anualmente, o CEDES apresenta seu portfólio de projetos à Presidência e, posteriormente, às diretorias. Tal sequência de procedimentos em nada difere das outras diretorias. As equipes dos projetos do CEDES devem ser compostas por pesquisadores das várias áreas do SGB/CPRM e podem ser complementadas por especialistas de outras instituições, sempre que necessário.
    Os projetos do CEDES não concorrem com os da área operacional, financiados com recursos do Tesouro. Eles devem ser cientificamente inovadores e capazes de atrair parceiros do setor produtivo. É esperado que os resultados desses projetos atraiam capitais de risco privados, principalmente para as atividades de exploração na área de metais e óleo e gás.
    As atividades do CEDES englobam ainda a coordenação da CTC e o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). O primeiro é responsável pelo programa de capitação da empresa, e o segundo gerencia e aplica a política de inovação e tecnologia do ICT do SGB. Uma das principais atribuições do NIT é zelar pela manutenção da política institucional de estímulo à proteção das criações, licenciamento, inovação e outras formas de transferência de tecnologia.
    Parceria Petrobras-SGB/CPRM-ANP entra em nova fase
    Os coordenadores da parceria com a Petrobras e a ANP, Paulo Romano e Noevaldo Teixeira, fizeram nas últimas semanas uma série de apresentações sobre o andamento desses trabalhos e o conteúdo dos projetos de P&D de infraestrutura, que constituem o objeto do protocolo de intenções assinado neste ano entre as instituições citadas.
    Um dos encontros reuniu assessores, chefes de departamentos e chefes de divisões da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais (DGM), além da equipe do escritório de projetos da SUPLAM, no Rio de Janeiro. Uma nova reunião com a DGM está prevista para esta semana.
    Apresentação sobre a parceria Petrobras-SGB/CPRM-ANP e atividades do CEDES a representantes da DGM e da SUPLAM, no ERJ. l

    Também foram realizadas novas apresentações sobre a parceria ao Conselho de Administração e à Diretoria Executiva, por ocasião do cadastramento dos projetos de P&D de infraestrutura  no SIGITEC (Sistema de Gestão de Investimentos em Tecnologia). Os projetos passarão agora por avaliações técnico-científicas e enquadramento nas regras para liberação de recursos de royalties de petróleo destinados a P&D.
    As iniciativas contemplam os Projetos de P&D do Museu de Ciências da Terra, o Projeto de P&D do Centro de Referência em Geociências e os três projetos da Rede de P&D com Rochas e Fluidos das bacias petrolíferas (unidades Manaus-AM, Pojuca-BA e Rio de Janeiro-RJ).

    Eduardo Cuculo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • sexta, 14 de setembro de 2018 às 14:51



    O diretor de Administração e Finanças (DAF), Juliano de Souza Oliveira falou aos funcionários da SUREG/SA

    Com o objetivo de discutir questões administrativas, o diretor de Administração e Finanças (DAF), Juliano de Souza Oliveira, visitou a Superintendência Regional de Salvador entre 28 e 30 de agosto.

    O diretor se reuniu com o superintendente José Ulisses Bandeira Pinheiro e os gestores Maria da Conceição Gonçalves (GERAFI), Valter Sobrinho (GEREMI)­, Gustavo Carneiro (GERINF), Miguel Cidreira (GEHITE), além do advogado da COJUR, Pedro Felipe Rodrigues e Alberto Lacerda (AECPRM/SA).

    Na ocasião, Juliano Oliveira tomou conhecimento de diversos assuntos administrativos da superintendência. Além disso, recebeu representantes do Coletivo de Mulheres e da Associação dos Empregados da CPRM da unidade regional.


    O diretor também participou de encontro com todos os empregados no Auditório da Agencia Nacional de Mineração (ANM), onde apresentou os próximos passos do Sistema Eletrônico de Informações e as propostas do Acordo Coletivo de Trabalho. Ele ainda tirou dúvidas sobre o processo do PCCS e anotou sugestões de melhorias para as próximas avaliações. 

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
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    (61) 2108-8400



  • sexta, 14 de setembro de 2018 às 13:37



    Auditório do CREA/GO reuniu empresários e  pesquisadores durante o lançamento

    Goiânia -
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou nesta quinta-feira (13/9), no auditório do CREA, mapas geológicos que mostram com precisão o potencial mineral do estado. Foram analisados mais de 135 mil km² nos em Goiás e Tocantins e identificados indícios e ocorrências de ferro, manganês, cobre, calcário, fosfato, zinco, chumbo, rocha ornamental, brita e argila para cerâmica.
    O estudo aponta que Goiás têm importantes depósitos de minerais polimetálicos, rochas e minerais industriais, além de pedras preciosas e semi-preciosas como a esmeralda, água marinha, diamante, quartzo, sodalita, zirconita e ouro.
    “Ao entregar esses produtos que, certamente, trarão fomento para as empresas de mineração e consequente aumento do crescimento econômico para a região, nós estamos, também, contribuindo para a economia local e, dessa forma, dando um retorno do nosso trabalho para a sociedade”, destacou José Leonardo Silva Andriotti, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, que esteve em Goiânia para participar do lançamento.
    Andriotti explicou que a CPRM é uma empresa pública e reafirmou a importância do trabalho realizado pela instituição para atrair novos investimentos ao setor mineral brasileiro.
    De acordo com o superintendente regional da CPRM em Goiânia, Gilmar Rizzotto, o avanço do conhecimento geológico da região constitui um instrumento indispensável para o planejamento e a implementação da atividade mineral, além de políticas públicas voltadas para o aproveitamento sustentável dos recursos minerais e hídricos superficiais e subterrâneos.  
    Rizzoto anunciou que a CPRM está buscando parcerias com instituições de pesquisa para alavancar estudos nos estados.  “Nós estamos formalizando um convênio com a Universidade Federal de Goiás, que é uma importante instituição de pesquisa. Já temos alunos da UFG trabalhando conosco e essa parceria será importante para gerar e disseminar o conhecimento geológico.”
    Os mapas trazem dados de mais de 135 mil km² dos estados de Goiás e Tocantins.
    Os produtos cartográficos lançados descrevem as características geológicas da região, sendo que a maior parte está inserida no contexto geotectônico da Província Tocantins. No total foram mapeados cerca de 45 municípios.
    Acesse as fotos do evento clicando aqui.
    Letícia Peixoto
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 13 de setembro de 2018 às 15:50





    Os mapas do aplicativo são atualizados em tempo real (Foto: Prefeitura de Ouro Preto)

    Brasília -
    A nova tecnologia vai facilitar a comunicação da Defesa Civil com a população, alertando sobre possíveis alterações geológicas, situações de risco e até mesmo informações sobre chuvas na região. Pelo aplicativo, é possível clicar em qualquer local do mapa e saber quantas casas e pessoas residem ali, quais os riscos, visualizar fotos e dados.

    O aplicativo conta com um sistema de manutenção colaborativo, no qual a população pode auxiliar a Defesa Civil com o envio de possíveis eventos geológicos, relatando o problema por meio de mensagens de texto, inserindo fotos e ainda enviando as coordenadas geográficas diretamente para a equipe do órgão. 

    Foi lançado na terça-feira (11/9) durante o curso de gestão de risco promovido pela prefeitura, que contou com a presença de lideranças comunitárias. “A ideia é divulgar para a população as áreas de risco da cidade e também de alguns distritos” explica o gerente de TI da prefeitura de Ouro Preto, Rafael Gomes, que participou do desenvolvimento do aplicativo.

    Apresentação do aplicativo durante o evento de gestão de risco. (Foto: Prefeitura de Ouro Preto)
    Os dados usados para alimentar a ferramenta foram coletados pelos pesquisadores da CPRM durante o mapeamento de áreas de risco no município. Segundo Gomes, Ouro Preto conta com aproximadamente 6.500 pessoas morando em setores de alto risco. “Diante desse cenário, a equipe de TI da prefeitura, em uma ação conjunta com a coordenadoria de Defesa Civil, idealizou e desenvolveu a ferramenta tecnológica para alertar a população.”

    Pesquisadores da CPRM mapeando áreas de risco em Ouro Preto, 2016.

    A chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes, explica  que entre 2016 e 2017 a empresa  atualizou o mapeamento  de áreas de risco no município, o que permitiu definir um quadro real das áreas de risco. “Saber que eles estão utilizando nossos dados mostra que nosso trabalho não para com a entrega de relatórios e mapas, e que esses dados também são  utilizados como instrumento gestão”.



    Para acessar o aplicativo na PlayStore (Android), clique aqui.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 13 de setembro de 2018 às 14:25



    Participantes criaram cenários a partir dos conhecimentos teóricos do curso.

    Durante os dias 27 a 31 de agosto de 2018 foi realizado o curso “Cenários Aplicados ao Planejamento Estratégico Territorial” em Salvador, ministrado pelo geólogo Valter Marques da SUREG-BE. O curso tem como objetivo apresentar e transmitir parte do conhecimento sobre cenários, adquirido ao longo dos mais de quarenta anos de atuação na CPRM.

    Participaram do curso os funcionários das Superintendências Regionais de Salvador, Belo Horizonte, Belém e do Escritório do Rio de Janeiro, além de um geólogo da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral - CBPM. Durante o evento foram tratados diversos tipos de cenários, tanto no âmbito mundial quanto local.  Como atividade prática os participantes elaboraram dois cenários, o primeiro sobre “O futuro do Serviço Geológico do Brasil” e o segundo sobre o “Aquífero Urucuia na Bahia para os próximos 20 anos”.

    Gustavo Carneiro, pesquisador e Gerente de Infraestrutura Geocientífica, afirmou que o curso “gera uma visão integrada das variáveis ambientais, econômicas e sociais atuantes sobre os geossistemas” e lembrou a importância de debater e apontar caminhos alternativos, tendo em vista o contexto de mudanças e incertezas que vivemos. 

    No final do evento, a Superintendência prestou uma homenagem ao geólogo Valter Marques e à geóloga Suely Serfaty Marques, concedendo uma placa de reconhecimento. Para a homenagem estiveram presentes o Superintendente de Salvador, José Ulisses Bandeira Pinheiro, e os ex-empregados da SUREG-SA José Carlos Vieira Gonçalves e Inácio de Medeiros Delgado.

    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400


  • quinta, 13 de setembro de 2018 às 09:51





    A chefe do Departamento de Geologia Lúcia Travassos entrega proposta de parceria ao governador do Tocantins, Mauro Carlesse, na presença do diretor José Leonardo Andriotti e do superintendente de Goiânia Gilmar José Rizzotto

    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM/SGB) entregou ao governo do Tocantins nesta terça-feira (11) proposta de parceria para elaboração do Mapa Geológico e de Recursos Minerais e de levantamentos aerogeofísicos no Estado.


    A proposta teve a assinatura do diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM/SGB, José Leonardo Andriotti, e dos chefes de departamento Lúcia Travassos (Geologia) e Marcelo Esteves (Recursos Minerais).

    As duas partes se comprometeram a trabalhar na elaboração de um acordo de cooperação no qual a CPRM/SBG desenvolveria o Projeto Geologia e Recursos Minerais do Estado do Tocantins. Em contrapartida, o governo do Tocantins realizaria levantamentos aerogeofísicos em parte da sua área territorial, com suporte técnico da CPRM/SBG.

    A chefe do Departamento de Geologia Lúcia Travassos entrega proposta de parceria ao governador do Tocantins, Mauro Carlesse, na presença do diretor José Leonardo Andriotti e do superintendente de Goiânia Gilmar José Rizzotto

    O Projeto Geologia e Recursos Minerais do Estado do Tocantins já consta no Programa de Trabalho de 2019 da CPRM e será desenvolvido pela Superintendência Regional de Goiânia, sob coordenação nacional do Departamento de Geologia/DGM.

    Com duração de três anos, está prevista a entrega dos produtos Mapa Geológico e de Recursos Minerais do Estado do Tocantins, Arquivos vetoriais que compõem o Sistema de Informações Geográficas do referido mapa e relatório final do projeto, onde constarão todas as informações sobre geologia e potencial mineral.

    Em relação aos aerolevantamentos geofísicos (hoje cerca de 50% do Estado dispõe desses dados), foram apresentadas duas propostas ao governo do Estado, que ficaria responsável pela contratação do serviço junto a empresas especializadas.

    A CPRM/SGB estima que o trabalho (magnetometria e gamaespectrometria) para complementar a cobertura apenas na área de embasamento cristalino, que tem maior atratividade para o setor privado na busca por recursos minerais, especialmente os de natureza metálica, teria custo de R$ 19,3 milhões (137.806 km lineares) para o governo local.

    Em outro cenário, que prevê complementar a cobertura do território do Tocantins, incluindo áreas de embasamento cristalino e bacias sedimentares, o custo é estimado em R$ 44,3 milhões (316.530 km lineares). Esse trabalho mais amplo amplia o potencial para agrominerais, minerais industriais, minerais metálicos e minerais estratégicos (como lítio, grafita e cobalto).

    Nos dois cenários, a CPRM/SBG teria a atribuição de ajudar na definição de parâmetros técnicos para formulação do termo de referência para contratação do serviço e ficaria responsável pelo acompanhamento e fiscalização técnica da empresa contratada. A companhia também irá disponibilizar as informações gratuitamente em seu banco de dados GeoSGB (geosgb.cprm.gov.br), assim como acontece com todos os dados obtidos em projetos realizados pela instituição.

    “A aerogeofísica ainda precisa ser feita em algumas regiões do Tocantins. É um investimento alto, mas tem o poder de mudar o cenário para a mineração na região”, afirmou o diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM/SBG.

    A entrega do documento ocorreu após a realização do 3º encontro de Mineração do Tocantins – Potencial e Perspectivas.

    No evento, o diretor de Geologia e Recursos Minerais falou para a uma plateia de cerca de 80 pessoas, formada principalmente por representantes do governo local e de estudante.

    “Precisamos dizer a essa comunidade que o nosso trabalho aqui do Tocantins não é novo, só que agora temos o convite para apresentar nossos produtos e nossas propostas para a região. Neste momento, estamos concluindo alguns projetos que pretendemos entregar com muita brevidade”, afirmou Andriotti, que deu como exemplo o levantamento de recursos minerais para uso na construção civil na região metropolitana de Palmas.

    O gerente de Geologia e Recursos Minerais da Sureg-GO, Marcelo Ferreira da Silva, fez uma apresentação sobre os trabalhos já desenvolvidos na região e afirmou que são necessários mais estudos para que seja possível se alcançar no Tocantins o mesmo nível de conhecimento que existe no Estado vizinho de Goiás.

    Segundo Marcelo, há contextos geológicos no Tocantins que se estendem para a porção norte de Goiás. No entanto, a diferença de nível de pesquisa e conhecimento entre os Estados, que se reflete na produção mineral, deve-se a maiores investimentos ocorridos em Goiás.

    O geólogo Pedro Sérgio Estevam Ribeiro, também da Sureg-GO, falou sobre o potencial mineral do Estado e destacou que a infraestrutura logística é um fator que pode tornar viável a exploração de novas regiões. Ao destacar o potencial para os agrominerais, disse que o Tocantins é uma das maiores fronteiras agrícolas do país, o que requer maior utilização de fertilizantes agrícolas.

    Eduardo Cucolo
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomcprmdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • quarta, 12 de setembro de 2018 às 15:47



    O encontro entre a Diretoria Executiva e os representantes da Conae buscou
    entendimentos que vão ajudar a preparar a empresa para o futuro

    Brasília
     - Representantes da Coordenação Nacional das Associações de Empregados da CPRM (Conae), convidados pelo diretor-presidente Esteves Colnago, participaram, na segunda-feira (10/9), de reunião da Diretoria Executiva que acontece quinzenalmente. A iniciativa busca reforçar o diálogo da empresa com os representantes dos empregados. 

    Durante o encontro, o presidente da Conae, Jônatas de Sales Macedo Carneiro, Paulo Roberto Bastos Leite, vice-presidente e Elem Cristina dos Santos Lopes, diretora trabalhista, apresentaram à Diretoria Executiva os principais pontos de atuação da entidade em defesa dos interesses dos empregados.

    Entre eles, os representantes destacaram a importância de preparar a empresa para o futuro,  necessidade de melhorar a divulgação interna, transferência, revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), e acordo coletivo de trabalho.

    “Nossa atuação busca fortalecer a representatividade dos empregados, pois entendemos que a empresa é muito mais do que projetos. Ela é formada por pessoas que precisam de capacitação continuada para que possam desenvolver suas habilidades de gestão”, disse Jônatas Carneiro.

    “É importante ouvir o que a Conae tem a dizer  pois ela representa nossos empregados. Assim,  podemos criar entendimentos e preparar a CPRM para os desafios do futuro”, avaliou o diretor-presidente Esteves Colnago, que sugeriu reuniões semestrais com a entidade para que o dialogo seja constante.

    Warley Pereira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomcprmdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400




  • quarta, 12 de setembro de 2018 às 09:42



    Geólogo Rafael Silva Ribeiro com o Prêmio Lorenz Dobereiner
    Pela primeira vez um pesquisador em Geociências do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) ganhou o Prêmio Lorenz Dobereiner. Rafael Silva Ribeiro, geólogo que atua na Divisão de Geologia Aplicada, recebeu a premiação destinada ao reconhecimento de associados da ABGE, com menos de 35 anos de idade, que apresentem indicações promissoras na carreira profissional em relação ao desenvolvimento da Geologia de Engenharia e Ambiental e aos objetivos da Associação.

    O prêmio foi entregue na última quinta-feira (6) durante a realização do 16º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental (CBGE), em São Paulo (SP). “É uma honra ter recebido o prêmio Lorenz Dobereiner. Desde 2007, venho atuando nessa ciência. Fico feliz e grato com o apoio ao meu nome e reconhecimento do meu trabalho na instituição por parte de outros pesquisadores. Acredito que a premiação aumentou minha responsabilidade como pesquisador em geociências”, afirmou Ribeiro.

    Elton Andretta durante exposição de estudo 
    No Congresso, que ocorre a cada dois anos, também foram apresentadas pesquisas desenvolvidas pelos geólogos da CPRM Dianne Fonseca, Elton Andretta, Iris Bandeira e Sheila Gatinho. Entre elas, destacam-se: A utilização de batimetria no mapeamento de áreas sujeitas à erosão fluvial na Amazônia; Metodologia proposta para mapeamento geotécnico da zona de expansão urbana de Manaus (AM); Caracterização geológico-geotécnica dos sedimentos marginais da comunidade de São Braz, município de Porto de Moz (PA) e sua relação com suscetibilidade à erosão fluvial (terras caídas); e Influência de parâmetros hidrológicos no processo de erosão fluvial na região de Santarém (PA).

    Pesquisadoras em Geociências da CPRM Iris Bandeira, Dianne Fonseca e Sheila Gatinho

    O 16º CBGE, cujo tema foi “Geologia de Engenharia e Ambiental, onde estamos e para onde vamos”, teve início no dia 2 e término 6 de setembro. O evento possui caráter multidisciplinar voltado para discussão, divulgação e aprimoramento das pesquisas e do conhecimento técnico. Pesquisadores e acadêmicos tiveram a oportunidade de apresentar estudos, discutir evoluções de métodos e formas de desenvolver pesquisas voltadas à avaliação de impactos ambientais, gestão ambiental, gerenciamento de riscos e temas que debatem desafios e soluções frente às solicitações de obras e projetos.

    Clique aqui e confira as fotos registradas pela equipe da Divisão de Geologia Aplicada!

    Pedro Henrique Santos
    Colaboração: Sandra Silva
    Assessoria de Comunicação 
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    (61) 2108-8400


  • terça, 11 de setembro de 2018 às 12:05




    As Pedras das Guaritas são um imponente conjunto de morros testemunhos onde a elevação media do terreno fica acima dos 200 metros, e parte de seu nome e utilizado para denominar essa região.
    O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) vai apresentar no dia 12/09 em Caçapava do Sul o relatório da proposta de criação do Geoparque Guaritas-Minas do Camaquã. O estudo realizou o inventário dos geossítios e sítios de geodiversidade do território e foram selecionados 30 pontos entre afloramentos geológicos e paisagens geomorfológicas. No projeto foi utilizado VANT para fazer imagens da área de estudo e fotografias com alta qualidade. A palestra será às 18 h, na UNIPAMPA.

    De acordo com o coordenador do estudo, geólogo da CPRM Carlos Augusto Brasil Peixoto, o projeto teve como principal objetivo inventariar, quantificar e qualificar os geossítios e sítios de geodiversidade que representam a história geológica da área selecionada para implantar o geoparque. “Cada geoparque tem sua marca geológica e geomorfológica o das Guaritas-Minas do Camaquã tem suas atrações únicas, por isso que a geodiversidade da Terra é tão singular. A proposta do geoparque é que cada região do mundo, que possua paisagens ricas e importantes, delimite territórios para preservar para as próximas gerações”, explicou.

    De todas as belezas da região, o geólogo elegeu dez geossítios mais representativos para constituição do geoparque: Pedra do Segredo, Pedra das Guaritas, Minas do Camaquã, Toca das Carretas, Toca do Sapateiro, Gruta da Varzinha, Rincão do Inferno, Pedra Pintada, Galpão de Pedra e Cerro da Angélica.

    O território da proposta do geoparque é reconhecido por sua rica e complexa geologia com exposições de rochas metamórficas, plutônicas vulcânicas e sedimentares do Neoproterozóico (Criogeniano e Ediacariano) ao Cambriano. As variedades dos tipos litológicos, modelados por processos tectônicos e erosivos, refletem-se na formação da paisagem compondo com a vegetação peculiar da região um cenário único. A principal área do proposto geoparque centra-se nas Minas do Camaquã e na beleza natural do seu entorno. As Minas do Camaquã, atualmente paralisadas (1870-1996), é importante sítio geológico-metalogenético, marco na história da mineração do cobre no Brasil. O seu entorno inclui geoformas esculpidas em psamitos, psefitos e secundariamente pelitos cambrianos de grande beleza cênica, referidas como Guaritas do Camaquã.

    Após a apresentação do relatório, o próximo passo é construir um plano para implantação do parque. “O projeto que está sendo entregue para a sociedade local colabora para fomentar o desenvolvimento sustentável baseado na preservação do patrimônio geológico e do meio ambiente além de valorizar a cultura local”, destacou.

    A proposta de Geoparque Guaritas-Minas do Camaquã faz parte do Projeto Geoparques Brasil da CPRM. Iniciado em 2013, foi desenvolvido com reuniões locais, trabalho de campo e inventariação dos dados com uso do aplicativo desenvolvido pela CRPM o Geossit. Hoje o Brasil só possui o geoparque de Araripe (CE), como integrante da Rede Global de Geoparques da Unesco.

    O que é um geoparque?
    Geoparque é uma marca atribuída pela Rede Global de Geoparques da UNESCO a uma área onde sítios do patrimônio geológico representam parte de um conceito de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Deve ter um conjunto de afloramentos e paisagens que mostram a história geológica da região. Estes pontos e locais devem ter valor científico de nível internacional, atraindo interessados em observar paisagens como cerros, grutas, cavernas, cachoeiras e morros e aprender mais sobre as geociências;

    Em suma, um geoparque, no conceito da Unesco, deve:


    1.  Preservar o patrimônio geológico para futuras gerações (geoconservação).
    2.  Educar e ensinar o grande público sobre temas geológicos e ambientais e prover meios de pesquisa para as geociências.
    3. Assegurar o desenvolvimento sustentável através do geoturismo, reforçando a identificação da população com sua região, promovendo o respeito ao meio ambiente e estimulando a atividade socioeconômica com a criação de empreendimentos locais, pequenos negócios, indústrias de hospedagem e novos empregos.
    4.  Gerar novas fontes de renda para a população local e a atrair capital privado.


    Os 10 geossítios mais destacados da região:
    • Pedra do Segredo
    • Pedra das Guaritas
    • Minas do Camaquã
    • Toca das Carretas
    • Toca do Sapateiro
    • Gruta da Varzinha
    • Rincão do Inferno
    • Pedra Pintada
    • Galpão de Pedra
    • Cerro da Angélica

    O geossítio Minas do Camaquã – Cava Uruguai mostra uma extensa área minerada para extração de cobre em rochas sedimentares; suas operações foram encerradas em 1996. Nesse ponto, a altitude e de 215 metros. Na cava a céu aberto, devido as águas da chuva acumuladas ao longo dos anos, e pela estabilização do nível do lencol freático, formou-se um lago de cor azul.

    A Pedra do Segredo e um morro testemunho com altura aproximada de 145 metros; sua denominação e baseada em lendas que contam a existência de tesouros escondidos nas cavernas e cavidades, ou no seu entorno.

    O Rincão do Inferno é um grande maciço rochoso com elevação aproximada de 245 metros, formado por um conjunto de morros testemunhos, paredões, lajeados, blocos e matacões, separado por um cânion; no fundo do vale escoa o arroio Camaquã Chico, afluente do rio Camaquã.

    A Gruta da Varzinha e uma caverna extensa e pouco profunda, localizada na base do talude, e modelada por processos erosivos que formaram a cavidade, e as infiltrações nas fraturas das rochas sedimentares originaram um conjunto de espeleotemas.

    Serviço:
    Lançamento do relatório da proposta Geoparque Guaritas-Minas do Camaquã
    Data: 12/09
    Horário: 18h
    Local: Auditório do campus de Caçapava do Sul.
    Endereço: Av. Pedro da Anunciação, 11. Vila Batista

    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400



  • segunda, 10 de setembro de 2018 às 15:04




    Apresentação do pesquisador Eduardo Rezende: geologia geral
    A Superintendência Regional de Goiânia recebeu na manhã do dia 03/09/2018 a turma do 1º ano do 2º grau do Colégio Simetria, situado no Bairro Feliz em Goiânia (GO).

    Esta visita, coordenada pelo professor de geografia Paulo Henrique Gomes da Silva, teve como objetivo mostrar aos alunos algumas áreas de trabalho do Serviço Geológico do Brasil, através de apresentações das equipes de Geologia e Recursos Minerais, de Risco Geológico, de Água Subterrânea e de Hidrologia.

    Na área de geologia e recursos minerais alguns conceitos básicos e de interesse coletivo foram abordados pelo geólogo Eduardo Rezende, seguido de uma aula prática sobre minerais e rochas. Nesta abordagem, os estudantes tiveram a oportunidade de visualizar lâminas petrográficas no microscópio, cristais de zircão na lupa binocular e de comparar os níveis de radioatividade das rochas com o cintilômetro portátil. A pesquisadora Sheila Knust mostrou um mapa geológico finalizado, e destacou a utilização de ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas na etapa pré-campo (fotos aéreas, imagens de satélite e de geofísica), incluindo a prática no estereoscópio de mesa com as fotos aéreas.
    Aula prática sobre minerais e rochas

    A equipe de risco, composta pelos pesquisadores Vivian Fernandes, Rodrigo Fernandes e Deyna Pinho, mostraram aos alunos alguns vídeos de desastres naturais no Brasil e no mundo, seguido do conteúdo da “Cartilha Comunidade Mais Segura” da CPRM.

    O geólogo Maurício Rocha apresentou o vídeo institucional da ANA sobre hidrogeologia e fez um experimento prático no qual ressaltava a diferença de permeabilidade em diferentes tipos de rocha.

    Na sequência, o engenheiro hidrólogo José Alexandre Pinto Coelho Filho discorreu sobre a necessidade do monitoramento das variáveis hidrológicas para o conhecimento e gerenciamento dos recursos hídricos no Brasil.

    Apresentação da equipe de risco

    Segundo o professor Paulo Henrique, a visita foi muito além da expectativa inicial. A didática dos palestrantes e o conteúdo exposto despertou muito interesse e curiosidade dos alunos, criando inclusive interesse profissional na área de Geologia.

    “Ficamos muito empolgados com esta visita e quero fazer uso mais vezes do ambiente super didático do Serviço Geológico do Brasil. Saio muito satisfeito e realizado e este também é o sentimento de nossos alunos. Agradeço toda equipe que nos proporcionou um dia magnífico de conhecimento científico, que vai fazer toda diferença na vida dos nossos alunos”, disse Paulo Henrique.

    Apresentação e prática sobre hidrogeologia




  • segunda, 10 de setembro de 2018 às 14:44



    O geólogo Joffre Valmório falou sobre a geologia da região
    A cidade de Campos Verdes (GO) recebeu, no dia 01 de setembro, a V Feira Internacional das Esmeraldas. Os geólogos da CPRM/SUREG-GO apresentaram palestras técnicas no evento que foi promovido pela Prefeitura de Campos Verdes e contou com o apoio do Governo do Estado e da Cooperativa dos Mineradores e Garimpeiros de Esmeralda de Campos Verdes COOP-CAMP. 

    O geólogo Joffre Valmório de Lacerda Filho apresentou a palestra “Potencial Geológico do Garimpo de Esmeraldas de Campos Verdes”, na qual discorreu sobre a geologia da região e os principais controles das mineralizações de esmeralda. Ressaltou a importância de implementar ações com o objetivo de viabilizar a retomada das atividades de pesquisa, extração e beneficiamento das esmeraldas. Para o pesquisador, a retomada da produção de esmeraldas trará diversos benefícios para a população da região, pois possibilita a inserção da região no contexto do comércio nacional e internacional de gemas, além de fomentar o turismo na região norte de Goiás.

    A palestra “A Importância da Mineração no Brasil” apresentada pelo geólogo Francisco Sene Rios fez uma abordagem da mineração no Brasil no passado, no presente e as perspectivas futuras do setor. Também falou sobre os problemas que a área enfrenta e os empecilhos que fazem com que o país não se torne uma grande potência mineral apesar do seu potencial, como a dificuldade em agregar valor aos produtos finais.

    A participação da CPRM no evento buscou contribuir com o Arranjo Produtivo Local (APL) de Gemas e reafirmar sua importância para o desenvolvimento regional, incitando pesquisas futuras que possibilitem o avanço no conhecimento geológico e de novas descobertas desse bem mineral.

    Para mais informações, acesse o site do evento: http://feiradasesmeraldas.com.br/site/

    Banner do evento disponível no site
    Laryssa Oliveira
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM
    asscomdf@cprm.gov.br
    (61) 2108-8400

  • segunda, 10 de setembro de 2018 às 09:53



    O 1º seminário vai ocorrer em Minas Gerais nos dias 10 e 11 de Setembro


    O Serviço Geológico do Brasil vai realizar o primeiro Seminário de Fluorescência e Difração de Raios-X Portáteis, onde haverá um amplo debate sobre a utilização desses equipamentos.
    O evento acontecerá entre os dias 10 e 11 de setembro, no auditório da FIEMG, em Belo Horizonte (MG). A participação é gratuita e as vagas são limitadas.

    A cerimônia de abertura será no dia 
    10 de setembro às 9 horas,  com programação variada incluindo temas como "O uso do FRPx nos Projetos de Exploração Mineral", "Análise de elementos de terras raras nas amostras dos perfis de solo", "Aplicação da Fluorescência de Raios - X de bancada em amostras de solo, rochas e sedimentos de corrente", entre outros assuntos.

    As inscrições podem ser feitas pelo e-mail 
    eventos.cerimonial@cprm.gov.br

    SERVIÇO
    I Seminário Fluorescência e Difração de Raios-X Portáteis
    Data: 10 e 
    11 de Setembro
    Horário: 09 às 17h
    Local: Auditório da FIEMG- Avenida do Contorno 4520, Belo Horizonte (MG)
    Assessoria de Comunicação - Letícia Peixoto (61) 99846 3667

    Confira a programação completa aqui.



  • quinta, 06 de setembro de 2018 às 16:00




    Estudantes conheceram as atividades desenvolvidas pela CPRM em Porto Velho


    Na última semana, estudantes do Colégio Tiradentes da Polícia Militar - unidade de Ji-Paraná e do Curso Técnico em Química do Instituto Federal de Rondônia - IFRO, Campus Porto Velho Calama, conheceram as instalações e atividades realizadas pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), em Porto Velho.


    A iniciativa está inserida no programa Geociências na Escola que desenvolve ações com o objetivo de aproximar a CPRM da sociedade através da comunidade escolar. De acordo com a coordenadora do projeto, Andrea Sander, estas ações aproximam a comunidade da CPRM, tornando o Serviço geológico do Brasil uma referência”, destacou.

    Vários assuntos relacionados às atividades da CPRM foram abordados: a missão da CPRM e as principais contribuições ao desenvolvimento do estado de Rondônia; as atividades realizadas pela equipe da hidrologia na Rede Hidrometeorológica Nacional apresentada por Victor Malverdi; o Sistema de Informações de Águas Subterrâneas – SIAGAS e o Projeto Rede Integrada de Monitoramento das Águas Subterrâneas – RIMAS explicados por Katarina Rempel e o tema geologia e recursos minerais explanados por Luiz Gilberto Dall’Igna.

    Os presentes tiveram experiências interativas com o manuseio de amostras de rochas e minerais orientados pelo técnico em geociências Boaz Delfino, que mostrou como identificar os diferentes tipos de minerais, os principais usos no dia a dia, além de conhecer a origem e formações das rochas. Após as apresentações e à sessão de perguntas e esclarecimentos, a ASSPRO-DIG Maíza Martarole, conduziu a comitiva à Litoteca Regional e ao Laboratório de preparação de amostras.



    Janis Morais
    Assessoria de Comunicação
    Serviço Geológico do Brasil - CPRM 
    (61) 2108-8400



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